Os trabalhadores da Transtejo e da Soflusa vão cumprir uma greve parcial nos próximos dois dias para contestar problemas nas embarcações e a rejeição da revisão do Acordo de Empresa, o que deverá afetar as ligações fluviais no rio Tejo.
Os trabalhadores do grupo Transtejo, responsável pelas ligações fluviais entre a margem sul e Lisboa, decidiram esta quinta-feira manter a greve parcial de dois dias, a 26 e 27 de abril, depois de reunirem com a administração da empresa.
Os trabalhadores da Transtejo decidiram hoje avançar para uma nova greve parcial de dois dias na empresa, para contestar problemas nas embarcações e exigir a revisão do Acordo de Empresa.
O segundo dia da greve parcial dos trabalhadores da Transtejo estava às 07:30 de hoje com uma adesão de 90% e a afetar as ligações fluviais no Tejo, na região de Lisboa, disse uma fonte sindical.
O primeiro período da greve parcial da Transtejo realizada hoje, que está a afetar as ligações fluviais no Tejo, na região de Lisboa, teve uma adesão de cerca de 90%, disse à Lusa fonte sindical.
Os trabalhadores da Transtejo vão cumprir uma greve parcial hoje e na quarta-feira para contestar problemas nas embarcações e exigir a revisão do Acordo de Empresa, o que deverá afetar as ligações fluviais no rio Tejo.
Os trabalhadores da Transtejo vão fazer uma greve parcial na terça e quarta-feira para contestar problemas nas embarcações e a revisão do Acordo de Empresa, o que deverá afetar as ligações fluviais no rio Tejo.
Trabalhadores da Transtejo, responsável pelas ligações fluviais no rio Tejo, decidiram hoje avançar para uma greve de dois dias, durante três horas por turno, devido a problemas nas embarcações e ao processo de revisão do Acordo de Empresa.
Os utentes dos transportes públicos da área metropolitana de Lisboa vão poder pagar os bilhetes e viajar através de uma aplicação de telemóvel, prevendo-se que o serviço esteja disponível no final do ano, foi hoje anunciado.
O grupo Transtejo, responsável pelas ligações fluviais no rio Tejo, tem cinco embarcações sem certificado de navegabilidade, refere o Governo, em resposta a uma questão colocada pelos deputados do PS eleitos por Setúbal.
Comissões de utentes e sindicatos dos transportes exigiram hoje, em Lisboa, soluções “urgentes” para travar a degradação do transporte fluvial no Tejo, prestado pelas empresas Transtejo e Soflusa, de forma a garantir um serviço “público, de qualidade e seguro”.
Mais de quatro mil títulos de transporte foram pedidos no âmbito da iniciativa "Passe a Passe" que a Área Metropolitana de Lisboa (AML) lançou em setembro, por ocasião da Semana Europeia da Mobilidade, indicou hoje aquela entidade.