Lisboa volta a vestir-se de roxo no dia 1 de novembro para assinalar o Terramoto de 1755, num movimento coletivo que transforma a memória em ação e apela à prevenção e à união através de um gesto simples: pendurar algo roxo à janela.
No Quake - Lisbon Earthquake Centre, em Belém, é possível entrar numa experiência imersiva que nos leva a 'viver' o dia 1 de novembro de 1755. Uma visita de onde se sai com uma história para contar sobre o terramoto que destruiu uma cidade, mas que também mudou o mundo.
A Câmara Municipal de Lisboa vai apreciar na quinta-feira uma proposta para submeter à apreciação da Assembleia Municipal a constituição de um direito de superfície na freguesia de Belém, onde deverá nascer o Museu do Terramoto, promovido por uma entidade privada.