A Fundação Calouste Gulbenkian instalou 1850 painéis solares nos seus edifícios em Lisboa, num projeto concluído em sete meses. A produção deverá assegurar cerca de 15% do consumo anual de eletricidade da instituição.
Cientistas da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade britânica de York propõem um novo desenho das células dos painéis solares, com padrões em xadrez, que acreditam que aumenta para mais do dobro a capacidade de aproveitar a luz solar.
O ministro do Ambiente anunciou hoje que o leilão solar em que foram adjudicados 670 megawatts (MW) bateu "um novo recorde do mundo" com o preço de 11,14 euros MW-hora (MW/h), na modalidade de preço fixo.