O PSD exigiu hoje saber quanto pagou o Estado por 33% do capital social do SIRESP e se existe um acordo entre os acionistas que dê “garantias e privilégios” na nomeação do presidente e nas opções estratégicas.
O secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves, afirmou hoje que o Estado “não falhou” e que detém uma “posição determinante” na gestão do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, considerou hoje uma má opção o Estado não assumir na totalidade a administração e a propriedade do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).
O líder parlamentar do CDS-PP defendeu hoje que a "desorientação" e as "trapalhadas" do Governo sucedem-se na gestão do dispositivo contra incêndios, acusando o primeiro-ministro e o ministro da Administração Interna de "faltarem à verdade" sobre o SIRESP.
O deputado socialista João Torres sublinhou hoje o recente aumento da participação estatal no Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), embora ainda em posição minoritária face à operadora de telecomunicações Altice.
O PCP pediu hoje explicações ao Governo sobre a nova estrutura acionista do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) e a posição maioritária da operadora de telecomunicações Altice.
O Bloco de Esquerda (BE) defendeu hoje que “a tática” que o Governo escolheu para o SIRESP “falhou claramente” e não “oferece confiança” em termos de garantia de segurança às populações, adiantando que vai pedir explicações ao executivo.
O deputado do PSD Duarte Marques pediu hoje "explicações públicas" por parte do Governo socialista sobre o "negócio" do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) com a operadora de telecomunicações Altice.
O Estado vai assumir a posição de acionista da Galilei, passando a deter 33% do capital social da SIRESP, de acordo com um comunicado conjunto dos ministérios das Finanças e da Administração Interna.
A Altice Portugal anunciou hoje que exerceu o direito de preferência na compra das participações da Esegur e Datacomp na SIRESP - Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal.
O ministro da Administração Interna adiantou hoje no parlamento que o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) esteve indisponível 9.000 horas em 2017.
A líder do Bloco de Esquerda criticou a Altice, por continuarem por resolver os problemas de telefones e comunicações nas áreas afetadas pelos incêndios de 2017, e insistiu na nacionalização do SIRESP.
A rede SIRESP (Rede de Emergência de Comunicações do Estado) vai colocar 451 antenas satélite, a partir de março, nas áreas consideradas de risco de incêndio este ano, anunciou hoje o ministro da Administração Interna.
A rede SIRESP (Rede de Emergência de Comunicações do Estado) vai colocar 451 antenas satélite, a partir de março, nas áreas consideradas de risco de incêndio este ano, anunciou hoje o ministro da Administração Interna.
O presidente da Comissão Técnica Independente que analisou o incêndio de junho em Pedrógão Grande considerou hoje a rede de comunicações SIRESP um “sistema atrasado”, mas com um potencial que “não foi suficientemente aproveitado ao longo dos anos”.
O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou hoje que o Estado vai assumir 54% do capital social do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).
O Governo anunciou hoje que tomará posição acionista no SIRESP (Rede de Emergência e Segurança), podendo inclusivamente chegar ao controlo total, e promoverá programas para enterramento de cabos aéreos e limpeza de vias.
Para além dos problemas habituais das altas temperaturas, vento a rodar os 100 Km/h e falta de humidade, as autoridades e bombeiros enfrentaram outros problemas que começam a ser agora revelados. Durante quase 16 horas o SIRESP em Braga não funcionou.
O combate ao incêndio que afetou 70 por cento do território de Mira foi prejudicado por falhas no Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), denunciaram hoje as autoridades deste concelho.
Associações representativas dos bombeiros portugueses alertaram hoje para as fragilidades existentes no atual sistema de comunicações entre as autoridades da Proteção Civil (SIRESP) e defenderam a necessidade de o Governo encontrar alternativas mais “modernas e fiáveis”.
O SIRESP está “baseado em tecnologia ultrapassada” e “obsoleta”, tendo sido “notório a falha” deste sistema de comunicações e das redes móveis no incêndio de Pedrógão Grande, segundo o relatório da comissão independente hoje divulgado.
O sistema de comunicações SIRESP respondeu, em termos tecnológicos, como devia durante o incêndio em Pedrógão Grande, garantiu hoje o diretor regional de vendas da Motorola, empresa que fornece o equipamento para a infraestrutura.
Um reforço da cobertura do SIRESP, a ampliação do projeto de georreferenciação e a implementação do SIRESP ST, para uma localização exata das ocorrências, constam da Grandes Opções do Plano do Governo.