O PS comparou hoje o presidente da Câmara do Porto ao "Tio Patinhas", acusando-o de "acumular" verbas para se "sentir feliz", mas não disponibilizar "um ou dois milhões" de euros para resolver o "problema grave" dos sem-abrigo na cidade.
A maioria dos sem-abrigo no Porto, homens a quem a vida tirou morada certa, vive entre paredes do centro histórico e a esperança das equipas de rua, que tentam trocar um “cartão” por um lugar que possam chamar casa.
A Câmara de Lisboa está a preparar propostas individuais para, nos próximos dois anos, conseguir realojar os 361 sem-abrigo que vivem nas ruas da cidade, disse o vereador dos Direitos Sociais, Manuel Grilo.
Ponta Delgada é o único município dos Açores onde há sem-abrigo na rua, mas as respostas atuais são suficientes e os maiores problemas sociais são a inserção no mercado de trabalho e a mendicidade, alertam as instituições.
As verbas para aplicar as medidas de apoio às pessoas em situação de sem-abrigo, a avaliação da estratégia nacional, a saúde mental e a erradicação da pobreza são as principais preocupações dos partidos com assento parlamentar nesta matéria.
Demora é palavra de ordem ao falar da Estratégia Nacional de Integração das Pessoas em Situação de Sem-abrigo, com várias associações a reclamarem da morosidade e de como uma planificação bem feita nem sempre bate certo com a realidade.
A atual Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo está assente num modelo de intervenção em que ninguém fique na rua por mais de 24 horas e um conhecimento permanente do fenómeno.
A Câmara do Porto tem sinalizados 560 sem-abrigo, 140 a viver na rua e 420 em alojamentos temporários, sendo que a maioria são homens, entre os 45 e 64 anos, e estão nestas situações há mais de um ano.
Cerca de 30 instituições ajudam as mais de 361 pessoas em situação de sem-abrigo que vivem nas ruas de Lisboa, a maior parte das quais são homens, portugueses e com doenças mentais, segundo dados do município.
O PSD requereu a "rápida audição" da ministra do Trabalho e Segurança Social no parlamento para prestar esclarecimentos sobre "o falhanço do Governo na implementação da Estratégia para a Integração de Sem-Abrigo" 2017-2023.
Um empresário luso-canadiano em Montreal é um dos principais promotores de um projeto de combate à pobreza para retirar das ruas os cerca de seis mil sem-abrigo existentes na cidade canadiana.
A Câmara de Lisboa prevê arrendar mais cem habitações para o programa “Housing First”, um projeto de apoio a pessoas em situação de sem-abrigo, num investimento de cerca de 700 mil euros.
O Governo aprovou hoje, em Lisboa, o novo Plano de Ação 2019-20120 para a integração de pessoas em situação de sem abrigo, que tem um reforço das políticas e também financeiro, para 130 milhões de euros.
O vereador dos Direitos Sociais na Câmara de Lisboa, Manuel Grilo (BE), afirmou hoje ter a ambição de tirar todas as pessoas em situação de sem-abrigo da rua até 2021.
A integração do direito à habitação nas políticas sociais e nas estratégias nacionais, nomeadamente de erradicação da situação de pessoas sem-abrigo, foi hoje aprovada, no âmbito grupo de trabalho parlamentar que aprecia a Lei de Bases da Habitação.
O presidente do Instituto de Segurança Social (ISS) disse hoje, no parlamento, que as propostas para a Lei de Bases da Habitação vão ao encontro da necessidade de encontrar uma resposta habitacional para pessoas em situação de sem-abrigo.
O vereador do PSD na Câmara de Lisboa João Pedro Costa levantou dúvidas na quarta-feira relativamente ao número de pessoas em situação de sem-abrigo em Lisboa adiantado pelo município.
O Pavilhão desportivo da Lapa também estará aberto a partir desta quarta-feira devido ao frio que se faz sentir em Lisboa e no resto do país, para acolher pessoas em situação de sem-abrigo, disse a Junta de Freguesia da Estrela.
Em Estocolmo, quando a temperatura atinge valores inferiores a 7ºC negativos, a publicidade exposta nos ecrãs digitais é substituída por informação sobre abrigos para as pessoas que se encontram a viver na rua.
A Câmara de Lisboa estima que houve "uma redução de 50% no número de pessoas em situação de sem-abrigo" na capital entre 2015 e 2017, afirmou, no sábado, o vereador dos direitos civis, Manuel Grilo.
O Presidente da República desceu no sábado à realidade dos sem-abrigo em Lisboa, entre a Baixa e Santa Apolónia, onde vivem dezenas de pessoas em zonas a fazer lembrar o Bronx, em Nova Iorque.
A câmara do Porto vai garantir que serão servidas refeições quentes no Centro de Acolhimento Temporário Joaquim Urbano, espaço que acolherá sem-abrigo nas noites de temperaturas baixas, indicou o vereador da Coesão Social.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, alertou hoje para o "aparecimento de novos sem-abrigo" devido ao problema dos despejos nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, e pediu "vontade política" para acabar com este problema.
A Câmara do Porto serviu “até hoje” 120 mil refeições a sem-abrigo no restaurante solidário da Batalha, o equivalente a uma “média de 200 refeições diárias”, revelou hoje o vereador da Ação Social.