As confederações patronais CIP e CCP defenderam hoje que o salário mínimo nacional não deverá ficar acima de 600 euros em 2019, considerando que as propostas das centrais sindicais CGTP e UGT não são viáveis para as empresas.
O líder parlamentar do PCP criticou hoje o Governo por não dar respostas aos problemas do país, pediu que contrarie “a lógica da contenção salarial” e insistiu num aumento do salário mínimo para 650 euros.
O secretário-geral do PCP anunciou esta segunda-feira a entrega de uma resolução para fixar em 650 euros o salário mínimo a partir de janeiro e adiantou que reclamará um aumento dos vencimentos dos trabalhadores da administração pública.
O ministro do Trabalho disse hoje que o Governo está “sempre aberto” a propostas de atualização do salário mínimo, mas frisou que o único compromisso que pode agora assumir é de que o valor chegará aos 600 euros em 2019.
O presidente da Confederação Empresarial de Portugal admite que os patrões proponham um salário mínimo superior a 600 euros e adverte para a eventual rejeição do acordo sobre alterações à lei laboral se o parlamento “adulterar” a proposta.
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social considerou hoje que “ainda é cedo” discutir o aumento do salário mínimo para o próximo ano, lembrando que o objetivo do Governo é atingir o valor de 600 euros em 2019.
O líder do PSD, Rui Rio, defendeu hoje um aumento do salário mínimo nacional "superior até à inflação", afirmando que deve ser feito um “esforço em concertação social” para chegar a um valor equilibrado.
O líder da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), Arménio Carlos, exigiu hoje, discursando no “maior 1.º de Maio dos últimos anos”, a fixação do salário mínimo em 650 euros em janeiro de 2019.
O secretário-geral da CGTP defendeu hoje que o salário mínimo deve ser superior aos 600 euros previstos pelo Governo e afirmou que o executivo tem "alguns dias" para dizer se vai descongelar as remunerações no Estado.
O secretário-geral do PS considerou esta quinta-feira que o seu Governo derrubou o mito de que a competitividade económica se faz com baixos salários e frisou que o salário mínimo nacional vai voltar a aumentar em 2019.
A competitividade dos bens e serviços de Portugal, aferida pelo custo salarial horário, não foi enfraquecida pelos "aumentos consecutivos" do salário mínimo, considerou hoje a Standard & Poor's (S&P), em análise à economia portuguesa.
O número de trabalhadores a receber salário mínimo nacional (SMN) atingiu em dezembro 670 mil pessoas, mais 9% face ao período homólogo, revela o oitavo relatório do Governo de acompanhamento da retribuição divulgado hoje.
O Ministério das Finanças publicou hoje as orientações para os serviços procederem à progressão na carreira dos trabalhadores do Estado com salário mínimo para os 635,07 euros, em vez de 583,58 euros.
A UGT vai propor, na concertação social, um aumento do salário mínimo nacional para 615 euros para vigorar a partir de janeiro do próximo ano, anunciou hoje a central sindical.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou hoje o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) para 2018, que foi fixado em 580 euros pelo Governo.
O Conselho de Ministros aprovou hoje o aumento do salário mínimo para 580 euros a partir de janeiro e o novo regime contributivo dos trabalhadores independentes, que entrará em vigor em janeiro de 2019, anunciou hoje o ministro do Trabalho, Vieira da Silva.
O governo e os parceiros sociais concluíram a reunião desta terça-feira sem consenso quanto ao valor e condições para o salário mínimo a partir do próximo ano. Sem acordo, o salário mínimo subirá para os 580 euros, nos termos da proposta do Governo.
O PCP Madeira vai propor a inscrição no Orçamento da Região Autónoma para 2018 de um complemento de 65 euros para reformados e pensionistas com rendimentos inferiores ao ordenado mínimo, anunciou hoje o partido.
O ministro do Trabalho apresentou hoje aos parceiros sociais uma proposta de 580 euros para o salário mínimo em 2018, afirmando ser “muito provável” que o valor fique por aqui e sem contrapartidas para as empresas.
Mais de um quinto dos trabalhadores em Portugal recebe o salário mínimo nacional (SMN), totalizando 713 mil trabalhadores, mais 9,4% do que no mesmo período do ano passado, foi hoje divulgado pelo Governo.
O primeiro-ministro considerou hoje que o aumento do salário mínimo nacional tem sido um fator para o crescimento económico e redução das desigualdades, manifestando esperança num acordo na concertação social sobre o seu valor em 2018.
Os parceiros sociais reúnem-se esta tarde com o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, para retomarem a discussão sobre a atualização do salário mínimo para o próximo ano.