O ex-presidente do BES disse hoje que esclareceu perante o juiz de instrução do processo Operação Marquês, Ivo Rosa, "as relações e o contrato com Zeinal Bava", ex-presidente executivo da PT, assim como voltou a repetir que nunca corrompeu ninguém.
O antigo banqueiro Ricardo Salgado, um dos principais arguidos da Operação Marquês, disse hoje à entrada do Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, que tenciona responder às perguntas do juiz.
O juiz de instrução Ivo Rosa vai interrogar Ricardo Salgado a 8 de julho, no âmbito da Operação Marquês, apesar de o ex-presidente do BES não ter pedido a abertura de instrução, disse à Lusa fonte judicial.
Os advogados do antigo banqueiro Ricardo Salgado manifestaram hoje intenção de recorrer do acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, que confirmou a condenação, em 1ª instância, do ex-presidente do BES a coima de 3,7 milhões de euros.
ribunal da Relação de Lisboa rejeitou o recurso do ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, relativo à condenação, em primeira instância, a uma coima de 3,7 milhões de euros.
O Banco de Portugal (BdP) afirmou hoje em comunicado que "já foram prestados esclarecimentos sobre todas as situações abordadas" na entrevista que Ricardo Salgado deu à TSF sobre a resolução do Banco Espírito Santo (BES).
O ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, afirma que “não houve vontade política” para salvar o banco, que o Banco de Portugal recusou três hipóteses de recapitalização e que pensa todos os dias nos lesados.
O ex-presidente do BES Ricardo Salgado vai recorrer da condenação do Banco de Portugal de pagamento de uma multa de 1,8 milhões de euros, segundo o comunicado divulgado esta quinta-feira, no qual acusa o banco central de não ser imparcial.
O Tribunal da Relação de Lisboa negou provimento a um recurso de Ricardo Salgado, no processo Operação Marquês, que envolve ex-primeiro-ministro José Sócrates, em que o banqueiro questionava a validade dos despachos do juiz Carlos Alexandre.
A eurodeputada socialista Ana Gomes afirmou hoje "não se perceber" como a justiça portuguesa "ainda não prendeu" o ex-presidente do conselho de administração do antigo Banco Espírito Santos (BES) Ricardo Salgado e "seus capangas".
O ex-presidente executivo do antigo Banco Espírito Santo (BES) Ricardo Salgado, arguido no caso EDP, esteve esta terça-feira no Departamento Central de Investigação e Ação Penal, mas não prestou declarações.
O ex-banqueiro Ricardo Salgado decidiu não pedir a abertura de instrução na Operação Marquês alegando estar impedido de se defender, por falta de segurança dos ficheiros das escutas e elevada probabilidade do juiz Carlos Alexandre dirigir a instrução.
A defesa de Ricardo Salgado vai recorrer da decisão proferida hoje pelo Tribunal da Supervisão, em Santarém, que condenou o ex-presidente do BES a uma coima de 3,7 milhões de euros e inibição do exercício no setor por oito anos.
O Tribunal da Supervisão condenou hoje o ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, a uma coima de 3,7 milhões de euros e o antigo administrador Amílcar Morais Pires ao pagamento de 350.000 euros.
O ex-presidente do BES e o antigo administrador Amílcar Pires conhecem hoje a sentença do Tribunal da Supervisão ao pedido de impugnação das coimas de 4 milhões e de 600 mil euros, respetivamente, aplicadas em 2016 pelo Banco de Portugal.
Os advogados de Ricardo Salgado requereram hoje ao Departamento Central de Investigação Criminal a abertura de um processo-crime a propósito da divulgação de imagens dos interrogatórios na 'Operação Marquês' que envolve o antigo primeiro- ministro José Sócrates.
O Ministério Público recorreu da sentença do Tribunal da Concorrência que declarou nula a acusação do Banco de Portugal no processo em que o ex-presidente do BES e um administrador foram condenados por contraordenações à lei de branqueamento de capitais.
O Ministério Público solicitou ao tribunal que só no dia 19 decida o início da contagem do prazo para a abertura de instrução da 'Operação Marquês', alegando que a entrega de ficheiros informáticos de prova aos arguidos é demorada.
O ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, e o ex-administrador Amílcar Pires consideram que o Banco de Portugal usou ilegalmente a “delação premiada” no processo em que foram condenados por comercialização da dívida da ESI junto de clientes do banco.
O tribunal anulou a acusação do Banco de Portugal contra Ricardo Salgado e Amílcar Pires, no processo de contraordenação pela ausência de medidas de prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo em unidades do BES no estrangeiro.
O ex-presidente do BES recusou hoje responder às perguntas dos mandatários do Banco de Portugal no julgamento do pedido de impugnação da contraordenação de quatro milhões de euros aplicada pelo supervisor, alegando que este “não está interessado na verdade”.
O líder histórico do BES, Ricardo Salgado, recusou, em Santarém, ter feito uma gestão danosa do banco e declarou não se sentir culpado pela situação dos lesados, deixando para o Tribunal o apuramento da sua responsabilidade no processo.
O líder histórico do BES, Ricardo Salgado, disse hoje, em Santarém, que nunca subornou ninguém em toda a sua vida e que tem a certeza de que será ilibado da “monstruosidade” da acusação da Operação Marquês.
A acusação da Operação Marquês refere, que inviabilizada a OPA à PT, o ex-banqueiro Ricardo Salgado fez cumprir as promessas de atribuição de contrapartidas financeiras que havia acordado com os arguidos Henrique Granadeiro, Zeinal Bava e José Sócrates.