Peritos das Nações Unidas alertaram hoje para as condições deploráveis em que vivem muitos portugueses e instaram o Governo a criar legislação que obrigue as entidades locais a "cumprirem os direitos humanos" à água, saneamento e "habitação condigna".
O professor universitário e sociólogo da infância Manuel Sarmento considerou que a situação das crianças em Portugal tem melhorado a vários níveis, mas, com a crise de 2008, “agravou-se a pobreza infantil”.
Os desastres naturais atiram para a pobreza 26 milhões de pessoas todos os anos e provocam perdas anuais de 520 mil milhões de dólares no consumo, revela um relatório hoje publicado pelo Banco Mundial.
Cerca de 25,2 milhões de crianças e adolescentes nos 28 países da União Europeia, 26,9%, estava em 2015 em risco de pobreza ou exclusão social, segundo um estudo divulgado hoje.
Sete milhões de latino-americanos ficaram pobres em 2015 e entre 25 e 30 milhões em situação vulnerável correm o risco de voltar à pobreza nos próximos dois anos, alertaram hoje três organizações internacionais, num relatório conjunto.
O presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) apelou hoje à generosidade dos portugueses no peditório da organização, que arranca no sábado, um contributo fundamental para responder aos pedidos crescentes de ajuda financeira de doentes oncológicos.
A pobreza é resultado da economia, é um atentado aos direitos universais e precisa, não só de uma estratégia específica, como de um observatório que produza informação com vista a criar políticas de combate, defenderam hoje vários economistas.
A Rede Europeia Anti-Pobreza defendeu hoje que o problema da pobreza em Portugal continua a ser “um grande desafio” e exige “elevada prioridade em qualquer programa governativo”.
Após um período de avanços significativos na redução da pobreza, a falta de trabalho condigno está a ameaçar este progresso. No caso da União Europeia, a pobreza aumentou ligeiramente nos últimos anos , segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicado nesta quarta-feira.
O número de pobres na América Latina e no Caribe aumentou em sete milhões em 2015, passando de 168 milhões a 175 milhões de pessoas, como consequência da contração económica que se vive na região.