A falta de pediatras em Freixo de Espada à Cinta, distrito de Bragança, leva os pais "a rezar" para que, no período noturno, não existam situações de urgência pediátrica, que podem obrigar a deslocações de mais de 100 quilómetros.
O presidente da concelhia do PSD de Chaves, Carlos Castanheira Penas, disse hoje que a falta de pediatras em permanência na urgência do hospital durante a noite pode “criar uma situação grave” na época de gripes.
As 24 crianças do serviço de pediatria geral do Centro Hospitalar de São João, no Porto, permanecerão em contentores até ao final de junho, altura em que serão internadas num edifício exterior ao principal, foi hoje anunciado.
O Hospital Garcia de Orta (HGO), em Almada, no distrito de Setúbal, explicou hoje que a contratação de pediatras em regime de prestação de serviços não é o ideal, mas “evita o encerramento” da urgência.
Num país onde a cada ano são 400 os novos casos de doença oncológica pediátrica, a burocracia constitui um obstáculo ao progresso e ao sucesso. A falta de rendimentos e a qualidade de vida dos sobreviventes são as principais questões que preocupam as famílias e associações como a Acreditar. É ainda
A ministra da Saúde assumiu esta quarta-feira que o Hospital pediátrico D. Estefânia é “uma das joias da coroa” e não pode ser desfalcado, mas lembrou que “não abundam pediatras no país” e que a unidade já conta com 80 destes profissionais.
O abaixo-assinado para proclamar que é tempo de avançar de imediato com a construção da nova ala pediátrica do hospital São João, no Porto, juntou 27 mil assinaturas. A Liga Portuguesa Contra o Cancro considerou a situação "incompreensível".
O Hospital de São João, no Porto, admitiu esta quinta-feira transferir o internamento de crianças em contentores para espaços do edifício principal que devem ficar livres em março, numa mudança temporária até à construção da Ala Pediátrica.
O presidente da Associação Portuguesa de Bioética, Rui Nunes, defendeu hoje a mudança da pediatria do hospital de S. João, no Porto, dos contentores para outro setor hospitalar, até as obras da nova ala pediátrica estarem concluídas.
A Câmara do Porto está “disponível para apoiar o projeto da Associação Joãozinho” para “continuar as obras” da Ala Pediátrica do Hospital de São João, resolvendo “o que o Estado não tem conseguido”, revelou esta quarta-feira o presidente da autarquia.
Marta é uma entre as muitas mães e pais que lutam para conseguir melhores condições hospitalares para os filhos. Hoje, diz que está “saturada de promessas”. Já Margarida sente “revolta” e Clara desabafa “mágoa e impotência”, sem conseguir “gritar mais alto” ou evitar ser “descarregada” nos contentor
A associação dos pais de crianças com doença oncológica tratadas no Hospital de São João, no Porto, organiza no sábado um cordão humano para relembrar o poder político da “urgência” da construção da nova ala pediátrica.
A Consulta Externa de Pediatria do Hospital de São João, no Porto, conta a partir de sexta-feira com instalações remodeladas, incluindo um espaço dedicado ao tratamento oncológico para crianças e jovens em ambiente totalmente pediátrico, anunciou hoje a instituição.
O Ministério Público está a recolher elementos sobre os contratos de aluguer dos contentores onde estão a pediatria e neurocirurgia do Hospital de São João, no Porto, depois de a bastonária dos enfermeiros ter questionado este negócio.
O presidente do Hospital de São João, no Porto, admitiu hoje que as condições do atendimento pediátrico são “indignas” e “miseráveis”, lamentando que a verba para a construção da nova unidade ainda não tenha sido desbloqueada.
Os assistentes hospitalares do Hospital D. Estefânia, em Lisboa, estão preocupados com o estado do serviço de urgência pediátrica e receiam que comprometa a segurança de utentes e profissionais.
O pediatra Mário Cordeiro lamenta a negligência dos pais que não vacinam os seus filhos, considerando que deviam ser responsabilizados pelas consequências dos seus atos, apesar de reconhecer que é difícil instituir a obrigação de vacinar.
Os pediatras defenderam hoje a realização de refeições em família e sem qualquer dispositivo móvel como forma de evitar a obesidade, pois sem tecnologias a criança come devagar e percebe quando está saciada.
Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (iMM) de Lisboa descobriram que um composto químico a ser testado no tratamento de um determinado cancro pode ser igualmente eficaz no combate contra um outro cancro, uma leucemia frequente em crianças.