O Partido Comunista Português (PCP) entregou no parlamento, na sexta-feira, um projeto de resolução pedindo a suspensão da venda do Novo Banco e a integração da entidade no setor público, informou hoje fonte do partido.
A vereação do PCP na Câmara de Lisboa criticou hoje a criação de estacionamento tarifado em ruas “onde não há passeios” e “esburacadas” do centro histórico de Carnide, afirmando que compreende os moradores que removeram os equipamentos.
O deputado comunista Paulo Sá considerou hoje que o Programa de Estabilidade apresentado pelo Governo socialista é uma "sujeição" às "imposições" das instituições europeias, mas voltou a descartar a hipótese de o sujeitar a votação na Assembleia da República.
O primeiro-ministro, António Costa, reconheceu esta quarta-feira que uma eventual nacionalização do Novo Banco não foi um cenário apresentado em Bruxelas porque o executivo verificou que essa solução seria "mais penalizadora" para os contribuintes.
O PCP não tenciona pedir a votação do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) no parlamento, apesar de discordar do "espartilho" que considera ser as "regras e critérios" europeus a que o Governo do PS se submete.
O PCP quer ver a regionalização novamente referendada e no terreno em 2019, anunciou hoje o seu líder de bancada, João Oliveira, apresentando iniciativas nesse sentido nas jornadas parlamentares em Coimbra.
O líder parlamentar do PCP anunciou hoje que a bancada comunista vai apresentar na Assembleia da República um projeto de resolução pela "libertação da submissão ao euro", "renegociação da dívida" e "controlo público da banca".
O grupo parlamentar do PCP vai forçar a discussão no parlamento do seu projeto de lei sobre contratação coletiva, fim da sua caducidade e o princípio do melhor tratamento para os trabalhadores, anunciou hoje a deputada Rita Rato.
O líder da bancada comunista associou as jornadas parlamentares que vão decorrer entre hoje e terça-feira no distrito de Coimbra à campanha nacional do PCP sobre "produção, emprego, soberania e libertação de Portugal da submissão ao euro".
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, disse hoje que a manutenção da solução governativa portuguesa atual não está em causa, mas é preciso ultrapassar "constrangimentos".
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, classificou este sábado a proposta de descentralização do Governo como "um passo no escuro", acusando o executivo de querer transferir competências para os municípios sem lhes dar os meios financeiros.
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, assegurou hoje que os comunistas serão sempre contra qualquer solução que passe por vender o Novo Banco "a grupos privados e passar a fatura ao povo".
Os dirigentes do PCP condenaram hoje "veementemente" o bombardeamento levado a cabo por forças militares norte-americanas em território sírio, considerando-o uma "agressão" com "o propósito de impor a sua hegemonia no Médio Oriente e no Mundo".
O parlamento aprovou hoje na generalidade, com a abstenção do PSD, projetos de lei do PCP, BE e PAN que preveem o direito de declaração de guarda conjunta das despesas com os filhos para efeitos de IRS.
O PSD desafiou hoje o Governo a esclarecer dúvidas que considera persistirem sobre o negócio do Novo Banco e acusou PCP e BE de “cinismo e hipocrisia” políticos neste processo.
O Partido Comunista Português (PCP) e o Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) reiteraram que o Novo Banco, alienado aos norte-americanos da Lone Star, devia ser mantido na esfera pública e servir de impulso para dinamizar da economia portuguesa.
O PSD procurou hoje no parlamento colar o Bloco de Esquerda (BE) e o PCP ao "mau negócio para o Estado" que foi a venda do Novo Banco ao fundo norte-americano Lone Star.
O PSD abandonou hoje a reunião da Comissão de Orçamento depois de a esquerda ter retificado uma votação e 'chumbado' um pedido seu à UTAO sobre os custos da renegociação das condições do empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução.
O primeiro-ministro afirmou hoje que é sua vontade renovar os acordos de Governo com o Bloco de Esquerda, PCP e PEV numa próxima legislatura, independentemente de o PS ter ou não maioria absoluta no parlamento.
O dirigente comunista Jorge Pires anunciou hoje a apresentação de um projeto de resolução no parlamento que recomenda ao Governo PS a suspensão da venda do Novo Banco e a sua nacionalização.
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje em Setúbal que a venda do Novo Banco a um fundo é "uma má decisão", que terá custos para os portugueses, no presente e no futuro.
O Bloco de Esquerda classificou o negócio do Novo Banco como “uma venda a preço zero” e vaticinou que, dentro de alguns anos, o Estado será chamado a pagar os custos. Já o porta-voz do PS considerou a solução a "menos má de todas". Por fim, o PCP prevê custos para o orçamento de Estado.
O secretário-geral do PCP defendeu hoje que as próximas eleições autárquicas se deverão realizar a 1 de outubro e deixou um apelo ao Governo para quer tenha atuação de isenção até ao dia do ato eleitoral.
O secretário-geral do PCP reiterou hoje que o PCP defende a integração do Novo Banco na esfera pública, mas advertiu que recusa em absoluto um bloqueio da venda tendo como consequência a liquidação da instituição bancária.