Arqueólogos revelaram novos detalhes sobre as tatuagens de uma mulher da Idade do Ferro que viveu há mais de 2.000 anos na Sibéria, pertencente à cultura Pazyryk. Graças à preservação da pele em permafrost nas montanhas Altai, foi possível estudar os desenhos com técnicas avançadas, incluindo fotogr
Não é "O Grito" de Edvard Munch, mas uma múmia egípcia mostra uma expressão semelhante à da figura do famoso quadro. Segundo os arqueólogos, a mulher "pode ter morrido em agonia" e o facto de ter a boca aberta desvenda uma forma rara e imediata de rigor mortis.
Uma equipa de escavação egípcia descobriu um sarcófago intacto que continha uma múmia coberta de folhas de ouro, num poço com 15 metros na região de Gisr el Mudir, na necrópole de Saqqara, localizada a sul do Cairo.