As câmaras municipais do Porto, de Coimbra e de Faro disseram hoje à Lusa que a realização de manifestações públicas nos seus concelhos é apenas comunicada às autoridades policiais e que os dados não são enviados para outras entidades.
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ironizou sobre centenas de protestos organizados no sábado em várias cidades contra o seu Governo, dizendo hoje a um grupo de apoiantes que as manifestações foram pequenas porque faltou marijuana.
Professores e educadores manifestam-se hoje em Lisboa para contestar a atuação do Ministério da Educação, que acusam de continuar sem resolver os problemas da profissão, como a aposentação e o rejuvenescimento da profissão.
O exército birmanês disparou hoje contra vários manifestantes com munições reais em Bagan, a cidade histórica na área central de Myanmar, causando um ferido leve, segundo os organizadores do protesto.
O Bloco de Esquerda defendeu hoje que as manifestações de sábado contra o racismo foram "ordeiras e pacíficas", apesar de admitir que o número de pessoas foi "muito superior" ao previsto pela organização.
O presidente do CDS-PP considerou hoje que existem “dois pesos e duas medidas” quando no fim de semana se realizaram manifestações que “não cumpriram as regras de saúde pública”.
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) exigiu hoje o apuramento de responsabilidades em relação aos manifestantes que exibiram no sábado mensagens que "incitaram ao ódio contra a polícia”, condenando tais comportamentos.
O presidente do PSD, Rui Rio, criticou hoje o Governo e questionou o critério para “permitir ajuntamentos” em tempos de pandemia de Covid-19, na sequência das “manifestações de esquerda” durante o fim de semana.
O Presidente da República portuguesa disse hoje confiar "muito" nas autoridades sanitárias a propósito das regras para as manifestações, reagindo às iniciativas ocorridas em homenagem a George Floyd.
Quatro manifestantes antigovernamentais morreram em novos confrontos com as forças de segurança durante a noite em Bagdad, capital do Iraque, anunciaram hoje as autoridades de segurança e hospitalares iraquianas.
A imprensa oficial chinesa apelou hoje a uma "linha mais dura" contra as manifestações pró-democracia em Hong Kong, após um novo fim de semana de violência, marcado por um ataque com faca a vários manifestantes.
O líder parlamentar do PS defendeu esta quinta-feira que se deve encarar com naturalidade manifestações espontâneas de cidadãos, mas salientou que as autoridades têm de atuar com "a maior firmeza" caso seja colocada em causa a ordem pública.
Manifestações e contra-manifestações, umas xenófobas e outras anti-racistas, ameaçam paralisar a cidade alemã de Dresden, no domingo, vigiadas por um forte dispositivo policial que teme confrontos violentos.
A Polícia Nacional de São Tomé e Príncipe proibiu qualquer manifestação e concentração no país, a partir de hoje e até 72 horas após o anúncio dos resultados definitivos das eleições de domingo passado pelo Tribunal Constitucional.
Vários grupos de pessoas, uns a favor e outros contra a independência da Catalunha, estão a manifestar-se em diferentes pontos de Barcelona, até agora de forma pacífica, segundo a polícia regional catalã.
Dezenas de professores manifestaram-se hoje junto às cerimónias comemorativas do 05 de Outubro em Lisboa, presididas pelo Presidente da República, gritando "justiça" e "colocação administrativa, já", em protesto contra o concurso de professores.
A intersindical CGTP realiza hoje duas manifestações, em Lisboa e no Porto, para exigir ao Governo que valorize o trabalho, desde logo com melhorias de salários e revogação da legislação laboral aprovada durante o resgate financeiro.
A oposição venezuelana realizou, durante várias horas, concentrações em pelo menos 100 localidades do país, no âmbito de uma ação de protesto contra o regime do Presidente Nicolás Maduro.
A oposição venezuelana está decidida a continuar a protestar contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro, apesar do notório aumento da repressão policial, uma situação que tem obrigado os venezuelanos a mudarem as rotinas diárias.
O Presidente brasileiro, Michel Temer, que tem em curso um duro programa de reformas, contestado na sexta-feira numa greve geral, afirmou hoje que o país "continua e vai continuar a trabalhar, com ou sem protestos".
Largas centenas de professores concentraram-se hoje à tarde em frente ao Ministério da Educação, prestes a iniciar uma marcha de protesto até à Assembleia da República e à residência oficial do primeiro-ministro, Antonio Costa, em Lisboa
Pelo menos 42 pessoas ficaram feridas na terça-feira, em Caracas, e várias foram detidas numa manifestação contra o Supremo Tribunal, que acusou a oposição de querer destruir a estabilidade na Venezuela.
Milhares de pessoas manifestaram-se em Paris e noutras cidades francesas contra a corrupção na política, dirigindo o protesto sobretudo contra os candidatos presidenciais do espetro da direita, ambos acusados de desvio de fundos públicos.
O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, defendeu hoje que o Governo tem de dar resposta aos trabalhadores da Função Pública ainda em 2017 e, se não puder descongelar carreiras e salários, deve negociar pelo menos uma das matérias.