Esta sexta-feira, o governo português manifestou forte repúdio face à decisão do Executivo da República da Guiné-Bissau de ordenar a saída dos órgãos de comunicação social portugueses, como a Lusa, RTP África e RDP África, do país, bem como o encerramento das respetivas emissões.
A agência Lusa vai lançar no domingo um novo serviço de 'fact-checking', Lusa Verifica, que a diretora de informação, Luísa Meireles, justifica como "um dever de serviço público" e um contributo para o esclarecimento da opinião pública.
Portugal vai ter pela primeira vez nas legislativas de 18 de maio um sistema de resposta rápida para denunciar desinformação, incluído na estratégia da Comissão Europeia contra a desinformação, anunciaram à Lusa investigadores envolvidos no processo.
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, afirmou hoje que os “tempos particularmente desafiantes” da desinformação e manipulação de factos demonstram a necessidade de o Estado apostar no serviço público de informação da agência Lusa.
O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou hoje que o Governo está em "fase de negociação" com a NP - Notícias de Portugal para a aquisição da sua participação na agência Lusa, processo que espera estar concluído "nas próximas semanas".
O presidente do Conselho de Administração da Lusa antecipou hoje que a compra total da agência pelo Estado deverá concretizar-se em março, apontando como passo seguinte a revisão do contrato de prestação de serviço público.
O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou hoje no parlamento que o Estado pode “ressarcir a perda de receita da Lusa” caso a agência avance com descontos no seu serviço para os demais órgãos de comunicação social.
O ministro dos Assuntos Parlamentares defendeu hoje que a agência Lusa é um "pilar estruturante" da democracia, que prima pela excelência, e um farol para combater a desinformação.
O presidente da Lusa repudiou hoje a acusação da Global Media de que houve boicote no corte do serviço ao DN e disse que foi forçado a fazê-lo devido às dívidas, mas sobretudo à ausência de resposta a contactos.
O Governo fez uma proposta para adquirir o restante do capital social da Lusa que ainda não detém, por um valor correspondente à avaliação da agência no âmbito das outras aquisições, e não vai "regatear".
Para a CGTP, a intenção de privar a RTP de cerca de 22 milhões de euros que resultam da publicidade comercial, sem indicar outra fonte de receita, revela a estratégia que o executivo tem em curso.
O ministro dos Assuntos Parlamentares defendeu hoje que o Governo quer reforçar a independência da Lusa, para que seja imune a mudanças políticas, e valorizar o seu papel, ressalvando que a gratuitidade talvez não seja um bom caminho.
O presidente da Lusa, Joaquim Carreira, disse hoje que há um "acordo de princípio" para a compra das participações que a Global Media e a Páginas Civilizadas detêm da agência.
O presidente do Conselho de Administração da Lusa considerou hoje que a compra da agência pelo Estado, que não se concretizou em 2023 por falta de consenso político, é uma oportunidade adiada que espera ver retomada pelo próximo Governo.
O ministro da Cultura afirmou hoje que a gratuitidade da Lusa permitirá a "pelo menos mais 600 órgãos de comunicação social" aceder ao serviço da agência e manifestou-se "confiante" que o próximo Governo avance com a medida.
O presidente executivo da Global Media relatou hoje que o PSD deu o aval para a compra da Lusa pelo Estado através de Paulo Rangel, mas foi "surpreendido" pelo social-democrata Hugo Soares de que não seria "bem assim".
A porta-voz do PAN manifestou-se hoje preocupada com o recuo do Governo em relação à intenção de compra, pelo Estado, de 45,7% da agência Lusa, aquisição que falhou por falta de consenso político alargado.
O presidente executivo (CEO) do grupo Bel afirma, em entrevista à Lusa, "não haver qualquer razão para preocupação" relativamente à venda das participações da agência de notícias e que "as coisas estão muito bem encaminhadas".
O grupo Bel e a Global Media, liderados pelo empresário Marco Galinha, estão interessados em vender a participação que detêm na Lusa, confirmaram várias fontes à Lusa.
Os órgãos representativos dos trabalhadores da Lusa entregaram hoje ao ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, uma 'Carta Aberta' na sequência das greves convocadas em plenário e face ao "imobilismo da administração e do Governo". Segundo o ministro, "cabe ao Governo criar condições para que a admi
Os trabalhadores da Agência Lusa decidiram hoje, em plenário, avançar para quatro dias de greve entre 9 e 12 de junho, e outros quatro dias, entre 3 e 6 de agosto, exigindo "aumentos salariais condignos".
O ministro da Cultura disse hoje, no parlamento, que está a trabalhar com as Finanças para um aumento da indemnização compensatória à Lusa que permita aumentos salariais de 74 euros, valor já recusado pelos trabalhadores, que exigem 100 euros.
O BE requereu hoje a audição urgente do ministro das Finanças, Fernando Medina, sobre a negociação salarial com os trabalhadores da agência Lusa, que fizeram recentemente quatro dias de greve.