O homem que atacou militares franceses perto do Museu do Louvre, em Paris, na sexta-feira passada, foi hoje "formalmente identificado" como sendo Abdallah El-Hamahmy, um egípcio de 29 anos, avançou hoje a agência France-Presse.
O pai do egípcio suspeito do ataque de sexta-feira no Museu do Louvre, em Paris, disse hoje que o filho não mostrou quaisquer sinais de radicalização e que acredita na sua inocência.
O Museu do Louvre, em Paris, reabriu hoje às 09:30 (08:30 em Lisboa), quase 24 horas depois de um homem armado com facas ter atacado um militar enquanto gritava “Alá é Grande!” e ser atingido a tiro.
Continuam as investigações ao ataque ontem no Louvre, em Paris, e a polícia procura perceber a origem e as motivações do suspeito que foi preso no local e levado para o hospital devido a ferimentos.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atribuiu a um "terrorista radical islâmico" o ataque junto ao Museu do Louvre, em Paris, no qual um homem agrediu à catanada um grupo de militares.
O quadro "Maria Madalena confortada pelos Anjos", de Josefa de Óbidos (1630-1684), foi hoje afixado numa das salas do Louvre e o museu espera que esta doação motive outras de telas portuguesas, disse à Lusa o conservador Guillaume Kientz.
O presidente francês, François Hollande, propôs hoje que o futuro centro de armazenamento de reservas do museu do Louvre, que deverá abrir em 2019, acolha também o património ameaçado no Iraque e na Síria.