Promete transformar o PSD num partido moderno, enérgico e alternativo. Para já quer fazer marcação cerrada ao executivo de António Costa com um governo sombra. Estes são os compromissos do candidato Jorge Moreira da Silva, que acredita tanto no seu projeto que se demitiu do cargo de diretor-geral na
O candidato à liderança do PSD Jorge Moreira da Silva anunciou hoje, se for eleito presidente, apresentará um Governo-sombra no próximo Congresso do partido, prometendo "uma oposição firme, inconformista, criativa e reformista ao governo socialista".
Jorge Moreira da Silva afirmou hoje ser candidato à liderança com o objetivo de renovar o partido e reformar a política, e assume como objetivo clarificar a natureza com outros partidos, afastando diálogo com o Chega.
O antigo vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva apresenta hoje a candidatura à liderança do partido, num espaço em Monsanto (Lisboa), cerca de uma semana depois de ter confirmado que disputará as eleições diretas de 28 de maio.
O antigo vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva irá anunciar a sua candidatura à liderança do partido no dia 14 de abril, depois de concluir um trabalho anual na OCDE.
O antigo vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva afastou hoje uma candidatura à liderança do partido e prometeu que, "em devido tempo", dirá qual considera "o melhor projeto" para a presidência dos sociais-democratas.
O Presidente da República desejou hoje que Jorge Moreira da Silva continue a “servir Portugal a nível internacional” com competência, justificando a ausência do lançamento do livro do dirigente da OCDE com o período pré-eleitoral.
O diretor da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE, Jorge Moreira da Silva, disse hoje que, a prazo, será "incontornável" debater o perdão da dívida dos países pobres, alertando para o colapso do financiamento ao desenvolvimento.
Antigo ministro do Ambiente de Pedro Passos Coelho considera acordo com o Chega nos Açores uma “traição” aos “valores e princípios” do PSD e pede para que se realize um congresso extraordinário ainda antes das eleições autárquicas e legislativas para se discutir a identidade da atual direção do part
O “grande desafio” do combate à pobreza “não pode ser feito à custa de impactos ambientais muito elevados”, disse hoje à Lusa o diretor de Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE, Jorge Moreira da Silva.
O responsável da Organização para a Cooperação e desenvovimento Económico (OCDE) Jorge Moreira da Silva disse hoje à Lusa esperar "um aumento significativo" da ajuda pública ao desenvolvimento de Portugal nos próximos anos, após quebra de 59 milhões de euros.
O ex-ministro com a pasta de Energia Jorge Moreira da Silva garantiu hoje que não foi responsável pela criação de "uma única renda" no setor, tendo inclusivamente, com o seu antecessor, cortado quatro mil milhões de euros.
O ex-ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, lamentou hoje os "atrasos verificados" nas interligações elétricas, considerando que estão relacionados com "menor empenhamento político" do atual Governo.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros congratulou-se hoje com a eleição de Jorge Moreira da Silva como diretor da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE, que classificou como um “justo reconhecimento de um relevante percurso profissional” nestas áreas.
O Presidente da República felicitou hoje o ex-ministro Jorge Moreira da Silva pela sua nomeação para a OCDE, considerando que "é mais uma prova da qualidade dos portugueses" e "motivo de júbilo" para Portugal.
O ex-ministro do Ambiente de Portugal, Jorge Moreira da Silva, foi nomeado diretor-geral de Desenvolvimento e Cooperação da OCDE e assim deixará os cargos políticos que ocupa em Portugal, noticia hoje o semanário Expresso.
O líder parlamentar do CDS-PP considerou hoje que é altura de o primeiro-ministro "meter ordem" no Governo, sublinhando que já se percebeu que "quem manda" é a deputada do BE Mariana Mortágua e não o ministro das Finanças.
O vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva admitiu hoje que nunca pensou que a deputada do BE Mariana Mortágua se convertesse na ministra das Finanças do Governo PS, sublinhando que é necessário reformar e não "syrizar".