O Irão está determinado a lutar contra um plano que a administração norte-americana de Donald Trump está a preparar para uma resolução do conflito israelo-palestiniano, declarou o presidente do parlamento iraniano, Ali Larijani, citado pela agência Isna.
Um painel de especialistas em direitos humanos da FIFA pediu hoje que o organismo estabeleça um prazo para o Irão acabar com a proibição de entrada de mulheres em jogos de futebol.
Os Estados Unidos autorizaram oito países, incluindo China, Índia, Japão, Coreia do Sul e Itália, a continuar a comprar temporariamente petróleo iraniano apesar das sanções norte-americanas restabelecidas esta segunda-feira, anunciou o secretário de Estado, Mike Pompeo.
O Presidente iraniano, Hassan Rohani, disse hoje que seu país "derrotará orgulhosamente" as sanções dos Estados Unidos, que descreveu como "ilegais, injustas e contrárias ao direito internacional".
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, saudou hoje o anúncio dos Estados Unidos que voltará na segunda-feira a impor todas as sanções ao Irão e agradeceu essa decisão ao Presidente norte-americano, Donald Trump.
A Alemanha, a França, o Reino Unido e a União Europeia (UE) lamentaram hoje "vivamente" a reimposição pelos Estados Unidos de sanções ao Irão, segundo um comunicado conjunto hoje divulgado.
Os Estados Unidos vão ativar novo pacote de sanções contra o Irão, a partir de segunda-feira, no setor petrolífero, mas Teerão já disse que serão inúteis.
O Presidente iraniano, Hassan Rohani, disse hoje que os EUA estão a fazer “marcha atrás” na imposição de sanções ao Irão, cuja segunda ronda entra em vigor a 05 de novembro, porque "não podem travar as exportações de petróleo" do país.
O procurador-geral do Irão, Mohammad Jafar Montazeri, disse esta quarta-feira que não vai permitir que mulheres vejam jogos de futebol de equipas masculinas nos estádios, algo que considera "pecado", noticiou a agência iraniana Mehr.
Os Estados Unidos anunciaram na quarta-feira que não vão financiar a reconstrução da Síria, em guerra desde 2011, enquanto as forças iranianas e os soldados apoiados por Teerão não abandonarem o país
O Irão definiu hoje os Estados Unidos como um "regime fora da lei" depois de Washington ter cancelado unilateralmente um "tratado de amizade" de 1955 entre os dois países, após uma decisão do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ).
Os Estados Unidos anunciaram hoje o cancelamento unilateral de um tratado de amizade firmado com o Irão em 1955 que estabelecia relações económicas e direitos consulares entre Washington e Teerão.
O Irão saudou esta quarta-feira como "uma vitória do Direito" a decisão do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) de ordenar aos Estados Unidos o fim das sanções que impedem o país de importar determinados bens essenciais.
O chefe da diplomacia iraniana Mohammad Javad Zarif rejeitou hoje as acusações do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, sobre a existência de "um armazém nuclear secreto" no Irão.
O Presidente do Irão, Hassan Rohani, acusou hoje os Estados Unidos de quererem derrubar o regime iraniano e classificou como "terrorismo económico" o restabelecimento de sanções ao país por parte de Washington.
O presidente norte-americano, Donald Trump, pediu hoje a todas as nações do mundo para isolarem o Irão pelo “comportamento agressivo” que exibe, ao discursar na Assembleia-Geral da ONU.
A União Europeia vai criar uma entidade de forma a poder continuar a negociar com o Irão, especialmente para a compra de petróleo, para contornar as sanções impostas pelos Estados Unidos a Teerão.
O Presidente do Irão, Hassan Rohani, acusou hoje separatistas árabes apoiados por um país "da margem sul do Golfo Pérsico" de estarem por detrás do atentado que fez pelo menos 29 mortos em Ahvaz, no sudoeste do Irão.
O Irão convocou diplomatas da Dinamarca, Grã-Bretanha e a Holanda porque, segundo Teerão, estes países abrigam membros dos grupos terroristas que reivindicaram o atentado numa parada militar, sábado, no sudoeste do Irão que fez 29 mortos.
Um grupo árabe separatista iraniano reivindicou hoje o atentado numa parada militar, no sudoeste do Irão que fez 29 mortes e cuja autoria foi também reclamada pelo movimento Estado Islâmico.
O movimento radical Estado Islâmico reivindicou o ataque de hoje a uma parada militar no sudoeste do Irão que, de acordo com último balanço causou a morte de 24 pessoas e feriu 53, anunciou a agencia Amaq, porta-voz do grupo islâmico.
O número de vítimas do ataque de hoje a uma parada militar no sudoeste do Irão subiu para 24 mortos e 53 feridos, de acordo com a agência de notícias iraniana Irna.