Israel assinalou hoje a morte dos mais de seis milhões de judeus assassinados pelo regime da Alemanha nazi durante o Holocausto, tendo as sirenes soado em todo o país durante dois minutos.
O Presidente da República apelou hoje a todos os portugueses para que homenageiem "de forma ativa e empenhada" as vítimas do Holocausto, contribuindo para que nunca mais se repita "o hediondo manto da intolerância".
A polícia alemã abriu uma investigação preliminar sobre declarações do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, de que Israel cometeu "50 holocaustos" contra palestinianos, por possível incitamento ao ódio, noticiou hoje a imprensa alemã.
Andor Stern, o único sobrevivente do Holocausto nascido no Brasil, morreu na quinta-feira, aos 94 anos de idade, na cidade de São Paulo, de acordo com a Confederação Israelita do Brasil (Conib).
Uma sobrevivente de um campo de concentração nazi, Inge Auerbacher, pediu hoje que se combata o ódio contra os judeus, que classificou com um "cancro", num discurso feito por ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
Uma investigação de um ex-agente do FBI sobre o mistério não resolvido de quem traiu Anne Frank e permitiu que os nazis encontrassem o seu esconderijo apontou um notário judeu como o principal suspeito, revelou um livro que vai lançado esta semana.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou hoje que a negação, distorção e o esquecimento do Holocausto estão a contribuir para a emergência do ódio no mundo.
O parlamento prestou hoje homenagem “a todas as vítimas do Holocausto” e reafirmou o “compromisso de defesa da memória e de promoção da educação das gerações mais jovens” e “da liberdade, da igualdade e da dignidade humana”.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, emitiu hoje um apelo internacional face aos sinais de ressurgimento do antissemitismo e da negação do Holocausto, um fenómeno que encontrou um terreno favorável com a atual crise pandémica.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinalou hoje o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto e defendeu que é uma responsabilidade coletiva recordar e agir para prevenir o ódio e a segregação.
Cerca de 900 sobreviventes do Holocausto morreram o ano passado com covid-19 em Israel, divulgou o departamento central de estatística a propósito do Dia Internacional em Memória das Vítimas que se assinala hoje.
O Ministério da Educação enviou para as escolas “Recomendações para o Ensino e Aprendizagem sobre o Holocausto” que permite conservar a memória, mas também “prevenir a intolerância para com o outro”.
O Facebook vai remover todo o conteúdo que negue ou distorça o Holocausto, numa decisão que representa um endurecimento das regras de moderação de conteúdos desta rede social.
O Vaticano revelara amanhã, 2 de março, os arquivos de Pio XII (1939-1958) aos investigadores, ansiosos para estudá-los e entender melhor um papa que permaneceu em silêncio durante o extermínio de seis milhões de judeus no Holocausto, às mãos do regime nazi.
O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar que evoca as vítimas do Holocausto, comprometendo-se a "impedir o esquecimento e promover a educação das gerações mais jovens" em valores como liberdade, igualdade e dignidade humana.
A chanceler alemã, Angela Merkel, sustentou hoje, 75º aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz, que a Alemanha tem a responsabilidade de garantir que "todos se sintam seguros" no seu território, e apelou à luta contra o antissemitismo.
Passados 75 anos da libertação de Auschwitz, sobreviventes do Holocausto — hoje menos numerosos — reúnem-se no local, esta segunda-feira, para honrar a memória de mais de 1,1 milhão de vítimas, principalmente judeus, e lançar um alerta ao mundo frente ao ressurgente antissemitismo.
O Governo português recorda hoje em comunicado as vítimas do Holocausto no dia que se assinala a libertação pelas tropas aliadas do campo de concentração nazi de Auschwitz-Birkenau, localizado na Polónia, durante a II Guerra Mundial.
O papa Francisco afirmou hoje que é um dever lembrar o Holocausto, considerando inadmissível a indiferença, ao recordar os 75 anos da libertação das pessoas detidas no campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, na Polónia.
O Presidente da República conheceu hoje a sobrevivente do Holocausto Rena Quint, que lhe contou como em criança escapou ao genocídio nazi e acabou nos Estados Unidos da América com a ajuda de "seis mães".
O eventual boicote do presidente da Polónia à cerimónia em Israel dos 75 anos da libertação do campo nazi de Auschwitz, se não puder falar antes ou depois do presidente da Rússia, é discutido hoje em Varsóvia.
O Holocausto faz parte do programa de várias disciplinas, como História ou Cidadania, segundo o Ministério da Educação, que recordou hoje que Portugal se tornou recentemente no 34.º Estado-membro da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto.