Num mundo incerto devido à guerra comercial iniciada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os países deverão, acima de tudo, sanear as suas finanças e reduzir a dívida pública, alertou esta quarta-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI).
A presidente executiva da empresa, Kelly Ortberg, anunciou hoje que a China recusou a entrega de novos aviões da Boeing, após Donald Trump ter imposto tarifas adicionais de 145% a Pequim.
A China afirmou esta quarta-feira que está aberta a conversar com os Estados Unidos sobre as tarifas, depois do presidente Donald Trump ter mencionado a possibilidade de um acordo, o que aumenta as esperanças de uma possível diminuição das tensões comerciais.
O Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou hoje que as guerras comerciais minam os "interesses legítimos" de todos os países e "têm impacto na ordem económica mundial", numa altura em que Washington se mostra otimista em relação a um acordo.
O confronto comercial entre Estados Unidos e China não é sustentável, por isso a guerra entre as duas potências vai sofrer uma desescalada, disse o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, na terça-feira.
O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês pediu hoje ao Reino Unido e à União Europeia (UE) para defenderem o comércio mundial, quando Pequim e Washington travam uma guerra comercial sobre tarifas alfandegárias.
Com o aumento das tarifas alfandegárias cobradas das importações chinesas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incendiou as relações com Pequim e provavelmente arruinou qualquer esperança de um encontro no curto prazo com seu homólogo chinês, Xi Jinping, avaliam analistas.
O grupo farmacêutico suíço Roche anunciou hoje que irá investir 43 mil milhões de euros (50 mil milhões de dólares) nos próximos cinco anos em fábricas de medicamentos e diagnósticos nos EUA, após as ameaças tarifárias da administração Trump.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, encontrou-se com o Primeiro-Ministro indiano, Narendra Modi, em Nova Délhi na segunda-feira, onde discutiu o comércio bilateral, disseram autoridades do Governo indiano.
O economista Paul Krugman disse hoje, em Lisboa, que Portugal está ligeiramente mais exposto à guerra comercial provocada pelos Estados Unidos do que outros países europeus e que atualmente regressar aos Estados Unidos até lhe provoca algum receio.
O euro ultrapassou hoje os 1,15 dólares, um recorde de novembro de 2021, numa altura em que a guerra comercial e as críticas ao presidente da reserva federal continuam a influenciar os mercados.
Josh Staph teme que as prateleiras da sua loja de brinquedos nos Estados Unidos comecem a ficar vazias nos próximos meses por causa das tarifas alfandegárias adotadas pelo presidente Donald Trump, pois boa parte dos seus produtos são feitos na China.
A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou hoje reformas para proibir a publicidade estrangeira paga após um anúncio publicado na imprensa mexicana da secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, contra a migração ilegal.
O presidente americano, Donald Trump, repreendeu o seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, expulsou imigrantes invocando uma lei do século XVIII, ameaçou juízes e abalou os mercados mundiais. Assim foram os últimos 100 dias, sem restrições.
O euro subiu hoje 1,44%, para 1,1557 dólares, um máximo desde novembro de 2021, no mercado de câmbios de Frankfurt depois das críticas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell.
Um avião Boeing 737 MAX, originalmente destinado à companhia chinesa Xiamen Airlines, regressou aos Estados Unidos devido à escalada de tarifas comerciais entre Washington e Pequim. A medida poderá colocar em causa dezenas de entregas futuras.
O governo dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira (17) novas tarifas portuárias sobre navios construídos e operados pela China, numa aposta para impulsionar a indústria naval nacional e conter o domínio do país asiático no setor.
As importações chinesas de gás natural liquefeito (GNL) provenientes dos EUA foram completamente interrompidas há mais de dez semanas, indicando que a guerra comercial entre Pequim e Washington se estendeu também à cooperação energética.
Mais de 150 viticultores do Douro receberam cartas a cancelar encomendas de uvas para este ano, o que está a gerar receio e indignação, podendo até levar a um boicote às eleições legislativas de 18 de maio.
Num contexto de Guerra Comercial, com impacto nas economias europeia e na taxa de crescimento, o Banco Central Europeu anunciou que a taxa de juro desce em 0,25 pontos percentuais.
O presidente executivo (CEO) da Nvidia, Jensen Huang, viajou hoje a Pequim para se encontrar com funcionários chineses e manifestou o desejo de continuar a trabalhar na China.
O Governo chinês afirma que vai "ignorar" os "jogos de números de tarifas" dos Estados Unidos, depois de a Casa Branca ter anunciado que o país asiático enfrenta tarifas até 245%.
A agência de notação financeira Fitch Ratings prevê que a economia mundial cresça menos de 2% este ano, devido ao impacto da "grave escalada da guerra comercial" entre os Estados Unidos e a China.
A incerteza das consequências económicas das tarifas impostos pelo presidente Donald Trump só cresceu na quarta-feira, com os mercados em queda livre por causa das advertências do banco central americano sobre a possibilidade de aumento da inflação.