A presidente do Tribunal de Contas (TdC), Filipa Urbano Calvão, considera que o fim do visto prévio pode fragilizar as finanças públicas e comprometer a credibilidade do Estado, defendendo que o mecanismo continua a ser necessário, sobretudo em contratos de maior dimensão.
A nova presidente do Tribunal de Contas (TdC), Filipa Urbano Calvão, assegurou hoje que vai exercer o mandato de quatro anos com "espírito de independência e de serviço", apelando também ao trabalho conjunto com outros órgãos do Estado.