A Gulf Med, empresa que ganhou o concurso internacional para operar os quatro helicópteros de emergência médica, garante ter reunidas as condições para iniciar o funcionamento em pleno do Serviço de Helicópteros de Emergência Médica (SHEM) no próximo dia 1 de novembro. Do lado do INEM, nada está ga
Na audição na Comissão de Defesa Nacional, Nuno Melo, ministro da Defesa, garantiu que hoje em dia “nunca houve tantos meios no transporte de doentes”.
A Força Aérea inicia hoje o transporte de emergência médica com quatro helicópteros disponíveis 24 horas por dia, uma operação transitória que envolve também dois aparelhos da empresa Gulf Med, que só vão operar durante o dia.
O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil alertou hoje para a possibilidade de a rapidez do serviço de transporte aéreo de emergência ficar comprometida se for garantido pela Força Aérea porque as bases de localização dos helicópteros são diferentes.
O transporte aéreo de emergência médica vai ser assegurado, a partir da próxima terça-feira, por aeronaves e equipas da Força Aérea, até que o concurso público lançado pelo INEM obtenha o visto do Tribunal de Contas.
Um voo da TAP, com mais de 160 passageiros, proveniente de Newark, nos Estados Unidos, declarou emergência médica a bordo à chegada hoje ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, revelou a companhia aérea.
Aproximadamente 23% dos profissionais de emergência médica entrevistados num estudo divulgado recentemente apresentavam sintomas de ‘stress’ pós-traumático, o que afeta negativamente a rapidez e precisão nas decisões em situações de socorro às vítimas.