Quando em 2001 lhe perguntaram, à beira da celebração dos 100 anos de vida, onde é que ele ia buscar a transbordante vitalidade, Edgar Morin respondeu: ”É porque consigo ser ao mesmo tempo infantil, juvenil e velho. Admito que mais ou menos adulto, mas não muito.”
O filósofo e sociólogo francês Edgar Morin disse hoje que Portugal é um "país extraordinário" e reforçou a riqueza da multiculturalidade, incluindo de uma lusofonia variada e extensa.