À medida que Portugal se aproxima das eleições presidenciais de 2026, regressam sinais de fragmentação política, incerteza em torno das candidaturas e um sentimento difuso de desgaste do sistema democrático. Quarenta anos antes, o país atravessava um momento semelhante. Em 1985, a jovem democracia p
Os rostos de Maria de Lourdes Pintasilgo, Diogo Freitas do Amaral, Jorge Sampaio e António Guterres desenhados por alunos de escolas portuguesas estão em circulação desde hoje numa emissão de selos dos CTT.
A morte do fundador do CDS e antigo ministro Freitas do Amaral marcou o penúltimo dia de campanha para as legislativas de domingo, com os democratas-cristãos a não cancelar, mas adaptar a sua agenda.
Líder do CDS, primeiro-ministro interino, ministro em governos à esquerda e à direita, presidente da Assembleia-Geral da ONU, Freitas do Amaral foi quase tudo na política portuguesa menos aquilo que mais ambicionou: chegar ao topo da hierarquia da nação.
O Presidente da República agradeceu hoje o contributo "estruturante" do fundador do CDS Diogo Freitas do Amaral para o atual regime democrático, considerando que "foi essencial para que houvesse direita em Portugal em democracia".