A Caixa Geral de Depósitos (CGD) considerou suficientes o penhor de 40% de títulos da Associação Coleção Berardo e um aval pessoal de 39 milhões de euros de Joe Berardo, segundo documento citado pelo deputado do CDS-PP João Almeida, esta quarta-feira, durante a audição na Assembleia da República, em
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) entre 2008 e 2010, Fernando Faria de Oliveira, disse hoje no parlamento que o seu antecessor, Carlos Santos Ferreira, o avisou sobre a queda de valor de ações do BCP.
O ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) Fernando Faria de Oliveira criticou hoje o relatório da auditora EY ao banco público, dizendo que é "enviesado", "viciado" e "descuidado".
O ex-presidente da CGD Santos Ferreira disse esta terça-feira, no parlamento, que a relação com Sócrates era "normal", sem visitas a casa, e que nunca falou com o ex-primeiro-ministro sobre o convite para liderar o banco público.
A criação de um departamento de gestão de risco na CGD, em 2000, não foi bem aceite por toda a gente dentro da instituição, disse esta terça-feira António de Sousa. O ex-presidente do banco considerou ainda que a administração anterior à sua não “se apercebeu do risco que estava subjacente” à “Opera
A comissão de inquérito às rendas da energia vai pedir apoio à Procuradoria-Geral da República para conseguir enviar as perguntas dos deputados ao antigo primeiro-ministro José Sócrates, e decidiu suspender os trabalhos até 15 de maio.
O ex-revisor oficial de contas da Caixa Geral de Depósitos (CGD) Manuel de Oliveira Rego instou hoje o acionista Estado a intervir anualmente na assembleia-geral do banco.
Os deputados da comissão parlamentar de inquérito à Caixa Geral de Depósitos (CGD) terminaram as intervenções na audição ao governador do Banco de Portugal com críticas tanto à sua atuação passada, como à prestação de hoje.
O Governo contestou a Comissão Europeia que considerou a extensão das concessões hidroelétricas em 2007, sem concurso público, contrária à legislação comunitária, revelando hoje o ministro do Ambiente e da Transição Energética que a resposta já foi enviada a Bruxelas.
A comissão parlamentar de inquérito ao furto de material de guerra dos paióis de Tancos, cujo prazo termina em maio, vai prolongar os trabalhos por mais 90 dias, decidiram hoje os deputados, por unanimidade.
O antigo inspetor-geral do Exército major-general Manuel Lopes Nunes dos Reis assumiu hoje que quando soube do reaparecimento das armas furtadas em Tancos ficou "espantado, mas contente", admitindo que este caso afetou o prestígio do Exército.
O Bloco de Esquerda (BE) quer ouvir o antigo governador do Banco de Portugal Vítor Constâncio na comissão parlamentar de inquérito à gestão da Caixa Geral de Depósitos, uma "figura central" com responsabilidades de supervisão, que não esteve presencialmente nas anteriores comissões.
A presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), Margarida Matos Rosa, defendeu hoje que o mercado de eletricidade em Portugal é "menos livre e menos concorrencial" por 90% do consumo ter subsídios ou garantia, um valor que considera excessivo.
O CDS-PP entregou hoje, no parlamento, a proposta de novo inquérito parlamentar à recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que terá, se for aprovada, um prazo de quatro meses, até junho, para produzir conclusões.
A conferência de líderes reservou hoje o dia 14 de fevereiro para o debate de uma nova comissão parlamentar de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos (CGD), depois de o CDS-PP ter apresentado uma proposta nesse sentido.
O coronel Hilário Dionísio Peixeiro, comandante do Regimento de Paraquedistas, revelou hoje que o Exército continua a fazer a vigilância dos paióis de Tancos, de onde foi furtado material militar em 2017 e que se encontram vazios.
O CDS-PP pediu centenas de documentos para análise na comissão parlamentar de inquérito ao furto de Tancos, incluindo o memorando da Polícia Judiciária Militar (PJM) sobre o aparecimento do material militar, na Chamusca, foi anunciado esta sexta-feira.
O CDS-PP admitiu esta quarta-feira vir a pedir a audição do primeiro-ministro, António Costa, na comissão parlamentar de inquérito ao furto de armas de Tancos, mas remeteu uma decisão para mais tarde.