O setor do comércio de ótica registou uma quebra de 70% desde março, devido à covid-19, “situação que ameaça a sustentabilidade das 1.511” lojas, segundo um estudo do professor Ricardo Reis, da Universidade Católica.
A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) contabiliza perdas dos lojistas de 40,2% desde 01 de junho, de acordo com dados do observatório que a entidade tem vindo a publicar devido à pandemia de covid-19.
As vendas das lojas de rua e centros comerciais caíram pela sétima semana consecutiva, registando uma queda média de 40,5% face ao período homólogo, revelou hoje a Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR).
As associações representativas do setor do comércio, restauração e retalho pediram hoje uma redução de 40% no valor das rendas entre abril e dezembro e a suspensão da taxa liberatória de IRS para senhorios, face ao impacto da covid-19.
A União das Associações de Comércio e Serviços (UACS) considerou hoje penalizadoras as medidas restritivas aprovadas pelo Governo para a Área Metropolitana de Lisboa, discriminando as lojas mais pequenas que funcionam em centros comerciais, em relação aos restaurantes.
Os centros comerciais têm atualmente 99% das lojas a funcionar e os visitantes “estão a regressar”, uma semana depois da reabertura total destes espaços na Área Metropolitana de Lisboa, informou hoje a associação setorial.
As vendas a retalho sofreram uma forte quebra na zona euro e União Europeia (UE) em abril, devido às medidas de confinamento ligadas à pandemia da covid-19, divulga hoje o Eurostat.
A economia do setor da hotelaria, comércio e restauração de Fátima está a enfrentar uma retoma "muito lenta" e assente no mercado nacional, que representa pouco mais de 30%, disse a presidente da Aciso -- Associação Empresarial Ourém-Fátima.
A cadeia espanhola Mercadona, cujas lojas em Portugal se situam por enquanto ainda na zona norte do país, vai abrir uma nova loja em Aveiro a 16 de junho. Até ao fim do ano, os distritos do Porto, Aveiro e Viana do Castelo receberão dez lojas.
O volume de clientes da maioria das lojas nas zonas raianas do Alto Minho não chega a 20% do registado antes da pandemia de covid-19, sendo que para 40,6% dos comerciantes os galegos representam mais de 80% do negócio.
Segundo o barómetro da consultora Nielsen hoje divulgado, mesmo em isolamento, os portugueses mantém os mesmos hábitos de consumo. Na semana depois da Páscoa, as vendas de bens de grande consumo desceram em 7%. No entanto, entre 13 a 19 de abril
as vendas ‘online’ atingiram o crescimento máximo desd
As vendas a retalho tiveram uma quebra abrupta em março, na zona euro e na União Europeia (UE), espelhando já o efeito do confinamento imposto devido à pandemia da covid-19, divulga hoje o Eurostat.
As lojas de comércio local da Baixa do Porto reabriram hoje com os lojistas das papelarias, retrosarias e lojas de lembranças a esconderem atrás das máscaras o prejuízo de dois meses, mas com as barbearias com filas à porta.
A venda de computadores portáteis, 'tablets', 'desktops' e impressoras disparou entre 13 e 19 de abril, levando a um aumento de 48% na venda de bens tecnológicos, face à mesma semana de 2019, revelam dados da GFK Portugal.
A União de Associações do Comércio e Serviços de Lisboa (UACS) defendeu hoje que a reabertura dos espaços comerciais deve ser acompanhada de regras claras de funcionamento e com passos lentos para evitar surpresas “desagradáveis” no combate à covid-19.
A agência de notação financeira Moody's considerou hoje que é "improvável" que a qualidade do crédito no retalho não alimentar e vestuário "recupere totalmente", mesmo que as restrições colocadas devido à pandemia da covid-19 sejam reduzidas.
Segundo o barómetro da Nielsen, as vendas cresceram 7% entre 16 a 22 de março de 2020 face ao mesmo período do ano passado. Depois da corrida aos supermercados, este é o reflexo da adaptação a uma vida de quarentena — com as conservas, o papel higiénico e os produtos para os amigos de quatro patas n
O presidente da Associação de Comerciantes do Porto (ACP) mostrou-se hoje “satisfeito” com a atitude dos comerciantes locais no primeiro dia de encerramento das escolas e garantiu que tudo fará para “salvaguardar” o seu interesse no futuro.
O comércio nas zonas históricas das cidades está a ficar uniformizado e tem como público-alvo os não-residentes, resumindo-se atualmente a restaurantes, bares e cafés, disseram à agência Lusa especialistas em urbanismo comercial.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, disse hoje ao homólogo chinês, Xi Jinping, esperar que haja em breve um acordo que ponha fim à guerra comercial entre a China e os Estados Unidos.
O Governo aprovou hoje novas regras para promoções e saldos no comércio para garantir que esses preços são mais baixos do que o valor a que foi comercializado nos três meses anteriores.
Os trabalhadores da grande distribuição, incluindo os do Pingo Doce, Continente, Jumbo e Minipreço, e os das empresas de distribuição filiadas no Sindicato dos Trabalhadores e Técnicos de Serviços, Comércio, Restauração e Turismo (SITESE) estão hoje em greve.
Mais do que um resistente, José Felgueiras admite ser "teimoso" por "insistir" em manter abertas as portas da "única" loja de discos do comércio tradicional de Viana do Castelo que, em outubro, completará 44 anos.
O presidente da Liga dos Chineses em Portugal, Y Ping Chow, deu uma entrevista à agência Lusa, onde diz acreditar que o turismo é o negócio que mais poderá aproximar a China de Portugal, isto numa fase em que o número de chineses que procura Portugal para viver e trabalhar estabilizou. Para além dis