O secretário-geral da NATO defendeu hoje que “não há alternativa” a investir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) na área da defesa e considerou que os políticos “têm de fazer escolhas na escassez”.
Os ministros da Defesa de 11 países da NATO, incluindo Portugal, assinaram hoje a declaração que cria uma coligação para formar pilotos e técnicos ucranianos de caças F-16.
De acordo com o secretário-geral da Aliança Atlântica, os estados-membros farão o convite de adesão à Ucrânia quando o país alcançar todas as condições. No imediato, a Aliança acordou mais suporte técnico e militar.