O Presidente do Brasil, Lula da Silva, vai a Pequim em maio para participar na cimeira ministerial entre a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e a China, anunciou na terça-feira a Presidência brasileira.
O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês pediu hoje ao Reino Unido e à União Europeia (UE) para defenderem o comércio mundial, quando Pequim e Washington travam uma guerra comercial sobre tarifas alfandegárias.
Com o aumento das tarifas alfandegárias cobradas das importações chinesas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incendiou as relações com Pequim e provavelmente arruinou qualquer esperança de um encontro no curto prazo com seu homólogo chinês, Xi Jinping, avaliam analistas.
O ministro de Minas e Energia do Brasil discutiu possíveis investimentos e a venda de ativos de energia nuclear com diretores executivos da China General Nuclear Power Group (CGN), durante uma visita hoje à sede da empresa chinesa.
Um avião Boeing 737 MAX, originalmente destinado à companhia chinesa Xiamen Airlines, regressou aos Estados Unidos devido à escalada de tarifas comerciais entre Washington e Pequim. A medida poderá colocar em causa dezenas de entregas futuras.
O português Ricardo Melo Gouveia subiu hoje ao grupo dos golfistas classificados em 21.º lugar do Open da China, após a terceira volta do torneio do DP World Tour, liderado pelo chinês Haotong Li e o espanhol Eugenio Chararra.
O governo dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira (17) novas tarifas portuárias sobre navios construídos e operados pela China, numa aposta para impulsionar a indústria naval nacional e conter o domínio do país asiático no setor.
As importações chinesas de gás natural liquefeito (GNL) provenientes dos EUA foram completamente interrompidas há mais de dez semanas, indicando que a guerra comercial entre Pequim e Washington se estendeu também à cooperação energética.
O Governo chinês afirma que vai "ignorar" os "jogos de números de tarifas" dos Estados Unidos, depois de a Casa Branca ter anunciado que o país asiático enfrenta tarifas até 245%.
A China avisa que "não tem medo de lutar" na guerra comercial com os Estados Unidos e volta a apelar ao diálogo, depois da Casa Branca afirmar que a negociação sobre as tarifas depende de Pequim.
As isenções tarifárias aplicadas recentemente a produtos tecnológicos podem ter uma duração curta, indicaram este domingo funcionários do Governo americano, no mesmo dia em que o presidente Donald Trump alertou que nenhum país ficaria livre dos seus impostos.
A China apelou hoje aos Estados Unidos para que "cancelem completamente" as denominadas tarifas recíprocas, após a decisão norte-americana na sexta-feira de isentar produtos de alta tecnologia provenientes daquele país.
O aumento das tarifas sobre todos os produtos importados dos Estados Unidos para a China, de 84% para 125%, entrou hoje em vigor, com Pequim a manter a política de retaliar a subida das taxas sobre bens chineses.
As taxas aduaneiras adicionais aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos chineses atingem agora 145%, indica um decreto da Casa Branca hoje divulgado.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que as autoridades de Kiev já identificaram pelo menos 155 chineses a lutar ao lado da Rússia, e que Pequim está ao corrente do envio dos seus cidadãos para o conflito.
As novas tarifas de Donald Trump entram em vigor hoje, 9 de abril, e exigem respostas da China, o país que mais exporta para os EUA. Para o professor do ISEG, José Alves, o jogo de forças vai pesar na carteira dos europeus, mas, no final, quem mais vai sofrer são os americanos.
A Casa Branca confirmou hoje que os Estados Unidos passarão a taxar a 104% as importações chinesas a partir de quarta-feira, cumprindo a ameaça de aumento das tarifas em 50 pontos percentuais.
Dois cidadãos chineses que lutavam nas fileiras do Exército russo foram capturados nas linhas da frente da região de Donetsk, no leste da Ucrânia, anunciou hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
As plataformas de investimento estatais chinesas anunciaram nas últimas horas um aumento das suas participações em fundos negociados em bolsa (ETF) e em ações de empresas estatais, no âmbito dos esforços para estabilizar as praças financeiras chinesas.
A China ameaçou hoje "tomar resolutamente contramedidas para salvaguardar os seus próprios direitos e interesses", em resposta à ameaça do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar uma taxa adicional de 50% sobre os produtos chineses.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou hoje impor uma tarifa adicional de 50% à China se Pequim não retirar até terça-feira as taxas que impôs aos produtos norte-americanos em retaliação ao plano tarifário de Washington.