Nuno Pardal Ribeiro está acusado de dois crimes de prostituição de menores agravado. Renuncia agora ao mandato, depois de revelado que o deputado do Chega, de 51 anos, praticou "sexo oral 'mútuo'" com um rapaz de 15 anos, a troco de 20 euros.
Nuno Pardal Ribeiro, deputado da Assembleia Municipal de Lisboa e vice-presidente da distrital de Lisboa do Chega, está acusado pelo Ministério Público de dois crimes de prostituição de menores.
O deputado Miguel Arruda, constituído arguido por furto qualificado de malas no aeroporto de Lisboa, vai sentar-se na última fila do hemiciclo no alinhamento da bancada do Chega, apesar de se ter desvinculado deste partido.
É um slogan publicitário conhecido, mas que também serve lindamente para a política. O teste do algodão é sempre muito difícil de passar com distinção e tivemos a prova disso ultimamente.
O presidente da Assembleia da República anunciou hoje que o deputado eleito pelo Chega Miguel Arruda passou a não inscrito, mas o líder parlamentar daquela força política protestou contra a localização que lhe foi atribuída.
PSD, Chega, IL e CDS-PP anunciaram hoje no parlamento que vão opor-se e inviabilizar a apreciação parlamentar apresentada pelo PS tendo em vista a revogação das alterações introduzidas pelo Governo ao regime jurídico do alojamento local (AL).
O presidente do Chega, André Ventura, recusou hoje que o deputado Miguel Arruda, acusado de furto, seja um incómodo para o partido, apesar de considerar que "há factos que são perturbadores".
O deputado Miguel Arruda, suspeito de furtar de malas em aeroportos, confirmou hoje que vai passar a deputado não inscrito, deixando de integrar o Grupo Parlamentar do Chega, e desfiliar-se do partido.
O presidente do Chega defendeu hoje que, se as explicações de Miguel Arruda não forem satisfatórias, o deputado deverá suspender ou renunciar ao mandato.
A referência, indireta, ao caso do deputado Miguel Arruda, do Chega, suspeito de furto de malas em aeroportos, pelo social-democrata Alberto Fonseca, gerou hoje forte burburinho no plenário do parlamento, obrigando à intervenção do Pacheco Amorim, que presidia aos trabalhos.
O deputado do Chega Miguel Arruda comunica hoje ao líder do partido que passa a deputado independente, após ser acusado de furto de malas no aeroporto de Lisboa, disse à Lusa fonte próxima do parlamentar.
O Chega quer que o Relatório Nacional de Segurança Interna (RASI) inclua informações relativas à “nacionalidade, naturalidade, etnia e à permanência em território nacional”, tanto de quem for suspeito ou condenado por um crime, como das vítimas.
O presidente do Chega, André Ventura, adiantou hoje que vai exigir explicações ao deputado do seu partido alvo de buscas por suspeita de crimes de furto qualificado e contra a propriedade, garantindo tirar consequências se necessário.
O presidente do Chega pediu hoje ao Presidente da República para vetar o diploma sobre a desagregação de freguesias, considerando que o documento aprovado no parlamento, que contou com abstenção do seu partido, apresenta ilegalidades e falta de transparência.
O partido Chega na Assembleia Municipal de Lisboa propôs hoje a destituição da Mesa deste órgão deliberativo do município, na sequência da decisão do Tribunal Constitucional de inviabilizar o referendo sobre o alojamento local na capital.
O presidente do Chega classificou hoje como ilegítima a manifestação antirracismo em que estão presentes os partidos de esquerda por ser “contra polícias e magistrados”, e acusou o Governo de ter “cedido à pressão”.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decidiu remeter aos outros conselheiros de Estado a carta recebida do presidente do Chega, André Ventura, sobre a segurança em Portugal.
O Chega vai insistir para que o Presidente da República seja ouvido na comissão parlamentar de inquérito ao caso das gémeas luso-brasileiras, depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter remetido uma decisão depois de concluídas as restantes audições.
O presidente do Chega considerou hoje o primeiro-ministro "se afrouxou um pouco" no que toca ao tema da insegurança e defendeu que Luís Montenegro "tem de deixar de ser morno" se quer ser um bom governante.
O Tribunal de Beja condenou hoje a 10 meses de prisão, com pena suspensa, um ex-eleito do partido Chega numa junta de freguesia do concelho de Moura, julgado por disparos contra um cidadão sueco.
O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que operações policiais como a que decorreu na quinta-feira no Martim Moniz, em Lisboa, deveriam “realizar-se mais vezes” e defendeu que a polícia tem de “mostrar autoridade”.