A Polícia Judiciária (PJ), através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), em colaboração com o DIAP de Lisboa, deteve ontem um homem de 28 anos, suspeito de envolvimento em crimes de burla qualificada, acesso ilegítimo e branqueamento de capitais.
As burlas CEO FRAUD consistem no envio de e-mails ou mensagens, nas quais o burlão se faz passar por um responsável de uma empresa ou organização, solicitando a um funcionário que efetue um pagamento, envie alguma informação sensível ou altere dados bancários.
Um cidadão estrangeiro foi detido pela Polícia Judiciária, por suspeitas de ter criado uma empresa e conta bancária em Portugal para burlar empresas, fazendo-se passar por credor, tendo obtido proveitos de 1,5 milhões de euros, foi hoje anunciado.