O CDS-PP leva na terça-feira ao plenário do parlamento uma moção de censura ao Governo como "ato de indignação política" dos portugueses pelas "falhas do Governo nos incêndios trágicos de 2017", apresentando também propostas em diversas áreas.
BE e CDS-PP querem inscrever nas conclusões da segunda comissão de inquérito sobre a Caixa que há dúvidas quanto a um acordo entre o Governo e a anterior administração do banco quanto à entrega de declarações ao Tribunal Constitucional.
Os presidentes das bancadas do PCP, João Oliveira, e de "Os Verdes", Heloísa Apolónia, assumiram hoje o voto contra a moção de censura ao Governo socialista, que será discutida na terça-feira.
O líder parlamentar do CDS-PP desafiou a esquerda a avaliar se "houve ou não falhas graves" do Estado nos incêndios que provocaram mais de 100 mortes e rejeitou que a moção de censura ao Governo "seja calculista".
O CDS-PP defendeu que “o Governo falhou, não corrigiu o seu comportamento em tempo, e voltou a falhar” nos incêndios de Pedrógão Grande e do passado fim de semana, na região centro, que provocaram mais de cem mortos.
O secretário-geral do PCP acusou hoje o CDS-PP de apresentar uma moção de censura ao Governo por motivos que nada têm a ver com os incêndios e afirmou que o seu partido votará com base nesta análise.
A presidente do CDS-PP afirmou hoje que, quando foi ministra da Agricultura, "não aconteceu nenhuma tragédia em Portugal com estas proporções", defendendo-se assim das críticas que lhe fazem pelas políticas que adotou enquanto governante responsável pelas florestas.
O líder parlamentar do PS afirmou que, "naturalmente", desconhece o sentido de voto do Bloco, PCP e PEV perante a moção de censura do CDS-PP, mas salientou que a esquerda está "empenhada num projeto governativo global".
O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, vai receber o CDS-PP na quarta-feira às 20:00 no Palácio de Belém, em Lisboa, e depois o PCP, às 21:00, disse à Lusa fonte da Presidência da República.
O primeiro-ministro disse respeitar a moção de censura ao Governo apresentada pelo CDS-PP, considerando que é perante a Assembleia da República que o executivo “tem que responder”, o que faz parte da normalidade do funcionamento das instituições.
O vice-presidente do CDS-PP/Açores Félix Rodrigues considerou hoje que a contaminação de solos e aquíferos na Praia da Vitória exige uma intervenção imediata, em vez de sensibilização, alegando que está a provocar problemas de saúde pública.
O CDS-PP entregou no parlamento um projeto de resolução com dez medidas excecionais de apoio aos agricultores afetados pela seca, incluído uma linha de crédito com, pelo menos, um ano de carência.
O Conselho Nacional do CDS-PP reúne-se no dia 21 de outubro na Covilhã para analisar os resultados das eleições autárquicas, revela a convocatória do órgão máximo entre congressos do partido.
O presidente da segunda comissão de inquérito sobre a Caixa acusou hoje o relator socialista de ter violado o dever de sigilo e de desprestigiar a imagem do parlamento, depois de terem sido divulgadas na comunicação social conclusões preliminares.
O CDS-PP exigiu saber se a ministra da Administração Interna deu aval à proposta do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de conceder autorizações de residência por "razões humanitárias" a estrangeiros condenados por crimes violentos.
O CDS-PP anunciou dez medidas que proporá para o Orçamento do Estado para 2018, incluindo a isenção de pagamento de IRS nas horas extraordinárias e incentivos fiscais ao arrendamento de média e longa duração.
O CDS-PP passou o PSD como segunda força política em Lisboa, conquistou a câmara de Oliveira do Bairro e manteve a maioria em cinco municípios nas autárquicas de domingo.
A abstenção, fazendo parte da democracia, permite avaliar a maturidade dessa democracia. E mais que discutir quem ganha e quem perde, precisamos de discutir como se participa, como se valorizam os votos em branco - que ultrapassam as votações de alguns partidos - e como nos mobilizamos para fazer pa
Os deputados do CDS-PP querem que os Relatórios Provisórios dos Incêndios Florestais “discriminem as áreas efetivamente ardidas por concelho”, e que o último relatório deste ano reflita essa realidade.
A presidente do CDS-PP salientou hoje que os centristas foram os únicos a votar contra as alterações à lei da imigração, admitindo apresentar uma proposta própria para repor o consenso da legislação anterior, que envolvia PS e PSD.
A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, relativizou a demissão do comandante nacional de Proteção Civil, insistindo na necessidade de apuramento de responsabilidades políticas face aos incêndios do verão.
A líder do CDS e candidata à Câmara de Lisboa escusou-se a quantificar o objetivo de crescimento nacional nas autárquicas e reiterou que trabalha para ser presidente na capital, acreditando ficar acima dos 7,59% de Paulo Portas.
O CDS-PP anunciou hoje que vai chamar ao parlamento as ordens dos médicos e dos enfermeiros, diretores clínicos e enfermeiros-diretores de 11 centros hospitalares para explicarem o "real impacto" dos protestos dos enfermeiros.