O antigo presidente da República Cavaco Silva defendeu hoje a atribuição de bolsas de estudo estatais aos alunos mais desfavorecidos para conseguirem atingir o ensino superior, realçando a importância do funcionamento do "elevador social" e recusando quotas.
António Costa, à frente do Governo minoritário do PS desde 2015, abre esta quarta-feira o debate do estado da nação, último da legislatura, que terá quase quatro horas para discutir a situação do país.
Vasco Valdez Matias, diretor financeiro de Cavaco Silva na campanha às eleições presidenciais de 2011, considera que não houve nada de "ilegal" ou "menos transparente" nas contas daquela campanha, afirmou à Lusa.
O bloqueio da ponte sobre o Tejo, contra o aumento de 50% das portagens, há 25 anos, marcou o princípio do fim do “cavaquismo”, num clima de confronto entre o Governo PSD e o Presidente Mário Soares.
O secretário-geral comunista e o primeiro-ministro assinalaram hoje rancor e raiva no ex-presidente da República Cavaco Silva e na direita em geral, devido ao sucesso da atual solução política e de Governo, com acordos à esquerda.
O ex-Presidente da República Cavaco Silva classificou hoje a prática de nomeações partidárias para cargos dirigentes da administração pública, conhecida como ‘jobs for the boys’, como “indecorosa”.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que é um “facto histórico” que foi o seu antecessor Cavaco Silva quem nomeou os quatro membros do Governo com relações familiares. Ainda hoje o antigo Presidente da República tinha dito que "não há comparação possível" entre o Governo
O antigo Presidente da República Cavaco Silva afirmou hoje que "não há comparação possível" entre o Governo a que deu posse em 2015 e o atual executivo, no que concerne às relações familiares.
O ex-Presidente da República Cavaco Silva disse hoje que PCP e BE, entre outras forças políticas europeias, têm vindo a esmorecer nas exigências de saída do euro, devido ao exemplo do ‘Brexit’.
O primeiro-ministro afirmou hoje que, "paradoxalmente", a exigência do ex-Presidente da República Cavaco Silva de um acordo escrito, com horizonte de legislatura, entre PS, Bloco, PCP e PEV, deu "um grande contributo" para a estabilidade deste Governo.
O ex-chefe de Estado Aníbal Cavaco Silva vai representar o Estado português nas cerimónias fúnebres do antigo Presidente norte-americano George H.W. Bush, em Washington, a convite de Marcelo Rebelo de Sousa.
O ex-Presidente da República Cavaco Silva disse hoje, sobre o "demorado e complexo" processo que culminou na posse de António Costa, que procurou "reduzir os riscos" de uma solução "inédita" e evitou deixar a decisão para o seu sucessor.
O PCP considerou hoje compreensível que o antigo Presidente da República Cavaco Silva "queira mostrar que existe" depois de ter protagonizado "a patética tentativa de manter com vida o Governo PSD/CDS" em 2015.
O ex-Presidente da República Cavaco Silva aplaude o facto de o ex-primeiro-ministro Passos Coelho estar também a escrever um livro e diz que sempre criticou a má tradição de em Portugal os políticos não prestarem contas.
O antigo Presidente da República Cavaco Silva reiterou hoje que sempre considerou que a “prestação de contas” é um imperativo de quem exerce cargos públicos, garantindo não recear submeter-se ao “exame da consistência intertemporal das posições publicamente assumidas”.
O antigo primeiro-ministro Passos Coelho considerou hoje que as memórias de Cavaco Silva dão uma “contribuição muitíssimo relevante” para o entendimento dos tempos da ‘troika’, mas prometeu “dizer e juntar” muitas coisas no livro que está a escrever.
O primeiro-ministro, António Costa, assegurou hoje, no Porto, que nunca comentará qualquer atuação de um Presidente da República com quem tenha trabalhado por considerar que "é uma questão de sentido de Estado".
Dirigentes socialistas contactados pela agência Lusa são unânimes em criticar a "falta de sentido de Estado" do antigo Presidente da República Cavaco Silva pelas considerações negativas que faz dos políticos com quem privou nos seus mandatos presidenciais.
Ao longo dos quatro anos de Governo PSD/CDS-PP, Passos Coelho ameaçou demitir-se mais do que uma vez, hipótese que o então Presidente da República recusou, argumentando que o primeiro-ministro “não podia abandonar o navio”.
A “demissão irrevogável” de Paulo Portas, em julho de 2013, do governo PSD/CDS-PP, foi incompreensível e “absolutamente inaceitável” e teve como propósito destruir a credibilidade da ministra das Finanças, revela o ex-Presidente da República Cavaco Silva.
A mestria com que o primeiro-ministro gere a conjuntura política e “empurra para a frente” os problemas da economia convenceram há dois anos o antigo Presidente da República Cavaco Silva de que António Costa completaria a legislatura.
O antigo Presidente da República Cavaco Silva apelou a que, no quadro da descentralização de competências para as autarquias, "a escola seja assumida como centro da vida em comunidade", com envolvimento também das famílias, instituições e empresas.
O “completo absurdo” da “demissão irrevogável” de Paulo Portas, “o parto” da geringonça e o processo de escolha da procuradora-geral da República são alguns dos temas do segundo volume das memórias do antigo Presidente da República Cavaco Silva.
O ex-Presidente da República Cavaco Silva afirma ter aceitado desempenhar o "papel de intermediário" entre José Sócrates e Passos Coelho, aquando na negociação com a ‘Troika’, em 2011, para "evitar uma crise política".