Perto de 26 mil toneladas de canábis cultivadas e produzidas em Portugal foram exportadas desde 2019, ano em que foi legalizado o uso desta planta para fins medicinais, um aumento superior a 1.200%, revelam dados do Infarmed.
Os neerlandeses podem, a partir de hoje, consumir legalmente canábis em duas cidades dos Países Baixos, como parte de um ensaio de quatro anos que descriminaliza a produção e o fornecimento de erva nas 'coffeeshops'.
Os produtos de canábis estão cada vez mais potentes e diversificados, ao mesmo tempo que a colaboração entre grupos criminosos de tráfico está a aumentar e a criar novos riscos de segurança na Europa, segundo um relatório hoje divulgada.
O Infarmed ordenou hoje a retirada do mercado nacional de dois cremes que contêm extratos de canábis, o 'Cannabiron CBD' e o 'Good Cannabis', explicando que as substâncias relacionadas com aquela planta são de utilização proibida em produtos cosméticos.
O Governo alemão deu hoje um passo no sentido da legalização controlada da canábis para fins recreativos com a aprovação de um projeto de lei que visa descriminalizar a posse e o consumo.
A disponibilidade e a diversidade de oferta de drogas continuam elevadas e a aumentar na União Europeia, provocando “novos desafios” nas políticas de combate e nos cuidados de saúde e sociais, segundo um relatório europeu.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve três pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa dedicada à produção e exportação de canábis e desmantelou uma estufa de produção em larga escala na região de Santarém, anunciaram as autoridades.
A Polícia Judiciária (PJ) desmantelou, nos últimos dias, quatro locais de cultivo de canábis em Sintra e Santarém, tendo detido dois portugueses e um estrangeiro e apreendido centenas de plantas, foi hoje divulgado.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem de 35 anos residente em Braga que tinha no seu apartamento, e em “pleno funcionamento”, uma estufa para a produção de canábis, anunciou hoje aquela força.
O Conselho Internacional para o Controle de Narcóticos alertou hoje que a legalização da canábis para uso recreativo pode levar a um aumento do consumo, principalmente entre os jovens, e não reduzirá a criminalidade associada.
O consumidor tipo de substâncias à base de canábis é homem, licenciado, trabalha, vive com os pais e diz consumir estes produtos para reduzir o stresse, melhorar o sono e tratar a depressão, revela um inquérito hoje divulgado.
A GNR deteve, em flagrante delito, um homem de 60 anos, no concelho da Sertã, por cultivo de estupefacientes e apreendeu cerca de 2.600 plantas de canábis, várias armas e munições, entre outros objetos.
O cultivo e posse de canábis foi hoje descriminalizado para fins medicinais na Tailândia, que se torna no primeiro país asiático a retirar a droga da lista de substâncias proibidas no país.
A coordenadora do Bloco de Esquerda voltou hoje a defender a legalização da canábis para controlar os riscos, um ano depois de ter sido debatido no parlamento uma iniciativa deste tipo.
A empresa RPK Biopharma, que produz canábis medicinal em Sintra (Lisboa) e Aljustrel (Beja), mudou de proprietária, depois da canadiana Flowr Corporation ter vendido a Holigen Holdings Limited à Akanda Corporation por cerca de 32,3 milhões de euros.
O Infarmed recebeu até hoje 99 pedidos de licenciamento para atividades de cultivo, fabrico, importação e exportação de canábis para fins medicinais, mas tem apenas dois pedidos para colocar substâncias com base nesta planta à venda nas farmácias.
De 4,5 toneladas, em 2020, para 30 toneladas, em 2021. A quantidade de canábis exportada no último ano cresceu 566%, de acordo com o Infarmed, e noticiado hoje pelo Jornal de Notícias.
As quatro pessoas detidas em Portugal por fortes suspeitas de integrarem uma organização criminosa de produção e tráfico de canábis com implantação em vários países europeus pertencem a "uma rede bem organizada", disse hoje a Polícia Judiciária (PJ).
Quatro pessoas, três homens e uma mulher, foram detidas em Portugal por fortes suspeitas de integrarem uma organização criminosa com implantação em vários países europeus dedicada à produção, exportação e distribuição “em larga escala” de canábis, foi hoje divulgado.
O consumo de canábis aumentou e o de ecstasy diminuiu, entre março e abril de 2021, quando vigoraram restrições provocadas pela pandemia de covid-19, revela um inquérito ‘online’ à ingestão de drogas em 30 países hoje divulgado.
A empresa Cleaver Leaves anunciou hoje que vai expandir a sua área de produção de canábis para fins medicinais no concelho de Odemira (Beja), para aumentar a exportação e reforçar a área de investigação científica.
São para consumo, mas o rótulo diz o contrário. Em Portugal, vários comerciantes estão a alterar os frascos que incluem óleos de canábis ilegais para contornar a lei — mas garantem que os produtos são seguros.
A GNR deteve cinco homens, com idades entre os 21 e os 63 anos, e apreendeu mais de 2.200 doses de canábis, numa operação de prevenção e combate a criminalidade, no concelho da Covilhã, foi hoje anunciado.
Uma empresa instalada em Castro Marim iniciou o cultivo de canábis para fins medicinais e planeia produzir 20 toneladas por ano, com 30 a 50 milhões de euros de faturação, estimou o seu diretor executivo.