O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, disse hoje que os "ataques ultrapassam as linhas vermelhas" referindo-se às reações internacionais provocadas pelo desvio de um avião para deter um opositor.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que Portugal se revê nas "posições duras" e "fortes" da União Europeia e da NATO em reação ao desvio forçado de um avião comercial na Bielorrússia.
A NATO pediu hoje à Bielorrússia para libertar o jornalista dissidente Roman Protasevich, detido domingo em Minsk depois de o avião em que viajava ter sido obrigado a aterrar na capital bielorrussa.
O presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, convidou hoje os principais aeroportos da União Europeia a exibirem uma fotografia do jornalista detido pelas autoridades bielorrussas após o desvio de um avião e saudou as sanções contra a Bielorrússia.
A Alemanha defendeu hoje que o Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, acusado de ter ordenado o desvio de um avião comercial para prender um opositor que se encontrava a bordo, deve "pagar um alto preço" pelo "ato infame".
O chefe de Estado francês condenou hoje o "golpe de Estado inaceitável" no Mali, depois da detenção do Presidente de transição e do primeiro-ministro por militares, mostrando-se aberto à aplicação de sanções.
A decisão surge depois de no domingo um avião da companhia aérea irlandesa Ryanair, que fazia a rota, Atenas-Vilnius, ter sido desviado para a capital da Bielorrússia, Minsk, devido a uma alegada suspeita de bomba. Roman Protasevich, opositor do Presidente Alexander Lukashenko, que se encontrava a b
A companhia aérea irlandesa Ryanair confirmou hoje que suspendeu as rotas que sobrevoam o espaço aéreo da Bielorrússia, em cumprimento das determinações da União Europeia (UE), após um dos seus aviões ter sido desviado no domingo para Minsk.
A ONU pediu hoje a libertação imediata do jornalista da oposição detido em Minsk após o desvio de um avião pelas autoridades da Bielorrússia e exigiu provas de que o detido não foi torturado.
Várias companhias aéreas, incluindo a Air France e Singapore Airlines, vão suspender o sobrevoo do espaço aéreo da Bielorrússia pelas suas aeronaves, após um avião da irlandesa Ryanair ter sido forçado a aterrar em Minsk.
Os líderes da União Europeia (UE), hoje reunidos em Bruxelas, decidiram solicitar às companhia europeias para evitar o espaço aéreo bielorrusso, enquanto banem as transportadoras da Bielorrússia na Europa, exigindo ainda mais sanções contra o regime de Lukashenko.
O opositor bielorrusso Roman Protasevich, detido no domingo após o desvio de um avião comercial para Minsk, está em prisão preventiva num estabelecimento prisional de Minsk, anunciou hoje a porta-voz do ministério do Interior.
A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou hoje a suspensão das suas operações no espaço aéreo da Bielorrússia, após o sequestro pelas autoridades deste país de um avião que transportava um opositor do regime de Alexander Lukashenko.
A presidente da Comissão Europeia prometeu hoje “consequências graves” para o regime bielorrusso após o desvio “ultrajante” no domingo de um voo comercial da Ryanair entre Grécia e Lituânia para deter um opositor que seguia a bordo.
A chanceler alemã, Angela Merkel, considerou hoje que as explicações bielorrussas para a aterragem forçada de um voo da Ryanair são "completamente implausíveis", apelando à libertação "imediata" do jornalista bielorrusso Roman Protasevich e da sua namorada Sofia Sapega.
Este domingo ficou marcado pelo desvio de um voo comercial da Ryanair por parte da Bielorrússia quando este atravessava o seu espaço aéreo. Acredita-se que a ação foi tomada para deter Roman Protasevich, jornalista dissidente e pedra no sapato do regime de Alexander Lukashenko. A detenção, considera
As autoridades da Bielorrússia afirmaram hoje que o voo Ryanair desviado no domingo para o aeroporto de Minsk com um opositor político a bordo foi ameaçado num email reivindicado pela organização palestiniana Hamas.
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, considerou hoje "razoável" a resposta da Bielorrússia às críticas motivadas pela interceção de um voo comercial da Ryanair que implicou a detenção de um opositor, que seguia a bordo.
O Ministério português dos Negócios Estrangeiros considerou hoje “inaceitável” e merecedora de uma “firme condenação” a aterragem forçada na Bielorrússia de um avião em que seguia o jornalista Roman Protasevich, pedindo a “libertação imediata” deste.
O avião que foi desviado para Minsk, na Bielorrússia, a meio de um voo entre Atenas (Grécia) e Vílnius (Lituânia) já aterrou na capital lituana, mas sem o jornalista bielorrusso Roman Protasevich, segundo fontes citadas pela agência EFE.
Os chefes de Estado e de governo da União Europeia (UE) vão discutir, na reunião do Conselho Europeu, segunda-feira, em Bruxelas, "possíveis sanções" contra a Bielorrússia, que forçou um avião onde seguia um jornalista a aterrar em Minsk.
O secretário-geral da NATO considerou hoje que o desvio alegadamente forçado de um avião pela Bielorrússia, onde seguia um jornalista e ativista da oposição, é "um incidente sério e perigoso que requer investigação internacional".
O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Dominic Raab, avisou hoje que o Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, enfrenta "graves consequências" por alegadamente ter desviado para Minsk um avião onde seguia um jornalista e ativista da oposição.
O presidente bielorusso garantiu hoje que cederá o poder ao Conselho de Segurança, órgão consultivo formado por altos funcionários do Estado, em caso de emergência, após acusar os Estados Unidos de preparar um golpe na ex-república soviética.