Vamos chamar-lhe N. Conheci-a no primeiro ano de faculdade, altura em que o meu mundo adolescente começava a ruir para dar lugar a algo maior, mais diverso e – tantas vezes – mais confuso. Minha colega nesse primeiro semestre em Letras, e um ou dois anos mais velha que eu, N., a par de muitas outras
“Madalena”, a primeira longa-metragem do brasileiro Madiano Marcheti, é “um reflexo da sociedade brasileira” que mostra a “passividade” perante o homicídio de uma mulher transexual no Mato Grosso e é apresentada no Porto/Post/Doc.