Celestino, sapateiro, encontrou na sombra da entrada da Vila Algarve, Maputo, o local para trabalhar, alheio às histórias de terror das ruínas da antiga prisão da PIDE, a que 50 anos de independência não conseguiram dar nova vida.
O historiador Luís Reis Torgal defendeu que as estátuas de figuras do colonialismo português devem ser preservadas e explicadas, mas admitiu à Lusa eventuais mudanças ao nível da toponímia em nome de uma certa legitimidade histórica.