Um homem de 31 anos ficou esta sexta-feira em prisão preventiva, após ter sido detido pela Polícia Judiciária quando conduzia um carro na autoestrada seis (A6) com mais de 1500 quilos de cocaína, na zona de Estremoz, revelou o Ministério Público.
O então motorista do ex-ministro da Administração Interna Eduardo Cabrita começa a ser julgado a 22 de maio, no Tribunal de Évora, pelo atropelamento mortal de um trabalhador na Autoestrada 6 (A6), em 2021.
A defesa de Eduardo Cabrita considerou hoje “normal” a decisão da Relação de Évora de manter a não-pronúncia para julgamento do ex-ministro pelo atropelamento mortal na A6, entendendo que corresponde ao que “se passou” no acidente.
O advogado da família do trabalhador atropelado mortalmente na A6, pelo automóvel em que seguia o ex-ministro Eduardo Cabrita, disse hoje esperar que o antigo governante seja pronunciado para julgamento, porque era quem “chefiava a comitiva”.
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) concedeu escusa ao juiz desembargador Campos Lobo, da Relação de Évora, que pediu para não intervir no processo do atropelamento mortal na A6 devido a “relação hierárquica” anterior com Eduardo Cabrita.
Dois dos advogados no processo do atropelamento mortal na Autoestrada 6 (A6) revelaram hoje que vão recorrer da decisão judicial que rejeitou os requerimentos de abertura de instrução visando responsabilizar o ex-ministro Eduardo Cabrita.
A Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M) já requereu a abertura de instrução do processo relacionado com o atropelamento mortal na A6, para tentar levar a julgamento o ex-ministro Eduardo Cabrita, revelou hoje o advogado Paulo Graça.
O DIAP de Évora determinou “a reabertura da investigação” no caso do processo do atropelamento mortal na A6, envolvendo a viatura do ex-ministro Eduardo Cabrita, para “apreciar a eventual responsabilidade de outras pessoas”.
A Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M), que é assistente no processo do atropelamento mortal de um trabalhador na A6, quer responsabilizar o ex-ministro Eduardo Cabrita, considerando que, por omissão, cometeu um crime de homicídio por negligência.
O atropelamento mortal na A6 do trabalhador Nuno Santos, pela viatura onde seguia o então ministro da Administração Interna, terá acontecido três metros antes da localização do veículo de sinalização das obras, segundo o respetivo condutor.
Os advogados do motorista do ex-ministro da Administração Interna, acusado de homicídio por negligência, e da família do trabalhador que morreu atropelado na A6 revelaram hoje que vão pedir a abertura de instrução do processo.
O advogado da família do trabalhador que morreu atropelado na autoestrada A6 pelo automóvel que transportava o ministro da Administração Interna considerou hoje que o governante “não é um mero passageiro” e que deveria “assumir o caso”.
A Assembleia da República chumbou hoje a proposta do Chega para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito à atuação do Ministério da Administração Interna no acidente com o carro do ministro e que provocou um morto.
O trânsito foi restabelecido às 08:45 de hoje na Autoestrada 6 (A6), no sentido Vendas Novas - Montemor-o-Novo (Évora), depois de ter estado cortado devido a um incêndio num camião de transporte de automóveis, segundo a GNR.
De acordo com a secção IX ("Serviço de urgência e transportes especiais") do Código da Estrada, os governantes apenas podem circular em excesso de velocidade em caso de "serviço urgente de interesse público", devendo assinalar "adequadamente a sua marcha". E, mesmo nesses casos, quando a missão assi
O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, escusou-se hoje a comentar o acidente na autoestrada A6 que envolveu a viatura que o transportava, reiterando que não tem nada a acrescentar além daquilo que foi noticiado na altura.
Os trabalhos de manutenção na autoestrada A6 na zona de Évora quando aconteceu o acidente que envolveu o carro que transportava o ministro da Administração Interna, em 18 de junho, estavam sinalizados disse hoje fonte da Brisa.
O Ministério da Administração Interna esclareceu hoje que não existia sinalização para alertar os condutores dos "trabalhos de limpeza em curso" na autoestrada A6, no Alentejo, na sexta-feira, quando a viatura do ministro atropelou mortalmente um trabalhador.
A Autoestrada 6 (A6) reabriu ao trânsito, às 17:00 de hoje, depois de mais de uma hora cortada devido ao fumo proveniente de um incêndio em mato no concelho de Estremoz, distrito de Évora, indicou a GNR.
A autoestrada 6 (A6) no sentido Caia-Elvas (Portalegre), onde ocorreu um acidente na manhã de hoje que causou 17 feridos ligeiros, reabriu ao trânsito as duas vias às 20:30, disse à agência Lusa fonte da GNR.
Uma das duas faixas da A6 no sentido Caia-Elvas (Portalegre), onde ocorreu o acidente rodoviário desta manhã, que causou 17 feridos ligeiros, reabriu ao trânsito às 17:00, anunciou a Brisa, empresa concessionária da autoestrada.
O único ferido ligeiro português do acidente ocorrido hoje na A6, perto de Elvas, relatou que "nunca" lhe tinha acontecido "uma situação destas" e que, na altura do desastre, entrou num "saco de fumo e de nevoeiro".