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Em declarações divulgadas pelas agências internacionais, Rodríguez afirmou que a decisão foi tomada em conjunto pelo “governo bolivariano, juntamente com as instituições estatais” e que os processos de libertação “estão ocorrendo neste exato momento”.

“O governo bolivariano, juntamente com as instituições estatais, decidiu libertar um número significativo de venezuelanos e estrangeiros, e esses processos de libertação estão ocorrendo neste exato momento”, disse o presidente do Parlamento.

As libertações foram descritas por Rodríguez como “um gesto de paz”, repetindo um pedido antigo da oposição venezuelana e de governos estrangeiros, incluindo os Estados Unidos, que há meses exigem a libertação de opositores e críticos detidos após a contestada eleição de 2024.

O anúncio não especificou o número de prisioneiros nem as identidades da maioria dos libertados, e o governo venezuelano tem mantido até agora a posição de que não mantém presos políticos, apesar das críticas internacionais e do historial de detenções após a última eleição presidencial.

A iniciativa surge num momento de forte pressão política interna e externa sobre Caracas, e decorre em meio a tensões regionais e relações complexas com os Estados Unidos e outros atores internacionais.

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