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Arnould reagiu através das redes sociais, nomeadamente no Instagram: “Sinto-me aliviada. A decisão restabelece uma forma de verdade judicial. Acho que ainda tenho dificuldade em perceber a dimensão disto.”
O caso remonta a 2018, quando a atriz acusou Depardieu de a ter violado na sua casa. O ator sempre negou qualquer irregularidade. Já a advogada de Arnould, Carine Durrieu-Diebolt, disse ao canal francês Franceinfo estar “extremamente satisfeita” com a decisão, que classificou como um “momento de verdade judicial neste processo”.
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No início deste ano, Depardieu foi condenado por agressão sexual a duas mulheres durante as filmagens de Les Volets Verts (Os Estores Verdes), em 2021, tendo recebido uma pena suspensa de 18 meses de prisão e o registo no ficheiro nacional de agressores sexuais.
Figura central do cinema francês nas últimas décadas, com mais de 250 filmes na carreira e uma nomeação ao Óscar em 1991 pelo papel em Cyrano de Bergerac, Depardieu enfrenta agora o julgamento mais mediático da sua vida.
Segundo a Sky News, mais de 20 mulheres acusaram publicamente o ator de comportamentos abusivos nos últimos anos. Contudo, a maioria das queixas foi arquivada por falta de provas ou prescrição dos crimes.
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