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<rss version="2.0" xmlns:sapo="http://www.sapo.pt/RSS/Modules/Noticias" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" > <channel>   <title>24 Notícias</title> <link>https://24noticias.sapo.pt</link> <description>Todas as notícias têm uma história. O 24 Notícias analisa e explica as notícias mais relevantes - desde o que se passa no país até à sua localidade, sem esquecer o que está a marcar a atualidade internacional.</description>  <atom:link href="https://24noticias.sapo.pt" rel="self" type="application/rss+xml" /> <language>pt-pt</language>   <sapo:start>0</sapo:start> <sapo:total>327781</sapo:total>    <item> <title>Milei vê “ventos de mudança” favoráveis à reivindicação argentina das Malvinas</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/milei-ve-ventos-de-mudanca-favoraveis-a-reivindicacao-argentina-das-malvinas</link> <description>O presidente argentino diz que a posição dos Estados Unidos sobre a soberania das ilhas poderá estar a mudar, depois de Donald Trump ter admitido uma revisão da política norte-americana. Milei anunciou ainda medidas para acelerar sanções contra projetos petrolíferos nas Malvinas.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 07:48:31 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/milei-ve-ventos-de-mudanca-favoraveis-a-reivindicacao-argentina-das-malvinas</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/3560f71084046646dc92d29ca955dd040206aa0c.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>O presidente argentino diz que a posição dos Estados Unidos sobre a soberania das ilhas poderá estar a mudar, depois de Donald Trump ter admitido uma revisão da política norte-americana. Milei anunciou ainda medidas para acelerar sanções contra projetos petrolíferos nas Malvinas.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Javier Milei considera que existem atualmente “ventos de mudança favoráveis” à reivindicação argentina sobre as ilhas Malvinas, numa referência aos sinais de que Donald Trump poderá estar a reconsiderar a posição dos Estados Unidos sobre a soberania do território, diz o <a href="https://www.theguardian.com/world/2026/sep/04/president-javier-milei-winds-of-change-support-argentina-claim-to-falkland-islands" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Guardian</a>.</p><p>“Recentemente, o presidente Trump declarou que os Estados Unidos estão a reavaliar a sua posição histórica em relação às Malvinas”, afirmou Milei num discurso televisivo na quinta-feira, utilizando a designação argentina para as ilhas, conhecidas por Ilhas Falkland no Reino Unido.</p><p>O presidente argentino aproveitou também para traçar um contraste entre os dois países. Segundo Milei, o Reino Unido enfrenta “múltiplas crises de natureza migratória, demográfica e económica” que dificilmente serão resolvidas, estando, na sua perspetiva, “num caminho de declínio”. Já a Argentina, afirmou, tem um futuro “florescente” e irá prevalecer.</p><p><strong>Trump admite revisão da posição dos EUA</strong></p><p>As declarações de Milei surgem depois de Donald Trump ter sido questionado pela britânica GB News sobre se os Estados Unidos apoiariam o Reino Unido num eventual conflito territorial com a Argentina pelas Malvinas.</p><p>Trump sugeriu que poderia não fazê-lo e afirmou que o Reino Unido “não esteve lá para ajudar” relativamente ao Irão.</p><p>O presidente norte-americano explicou que tinha pedido à NATO e ao então primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que enviassem navios, mas que lhe foi dito que o Reino Unido não tinha meios para o fazer.</p><p>Apesar das expectativas de que Trump pudesse anunciar um apoio sem precedentes à reivindicação argentina sobre as ilhas, o presidente norte-americano limitou-se a repetir que revê todas as suas posições.</p><p>Milei interpretou, ainda assim, a possibilidade de uma mudança como uma “ameaça” que “não é inócua”. Segundo o presidente argentino, os Estados Unidos estarão a ponderar alterar a sua posição porque sabem que a Argentina é um parceiro “fiável”, alinhado com os valores ocidentais e situado numa posição estratégica que poderá torná-la um aliado importante nas próximas décadas.</p><p>Os Estados Unidos reconhecem formalmente a administração de facto britânica das ilhas, mas não assumiram uma posição formal sobre a questão da soberania.</p><p><strong>Argentina quer acelerar sanções a projetos petrolíferos</strong></p><p>Entre as medidas anunciadas por Milei está a intenção de acelerar as sanções contra empresas envolvidas em iniciativas de extração de petróleo nas Malvinas.</p><p>O presidente argentino referiu especificamente um projeto petrolífero <em>offshore</em> na Bacia Norte das Malvinas, liderado pela empresa israelita Navitas em parceria com a britânica Rockhopper.</p><p>Milei considera que o projeto viola um apelo das Nações Unidas para que nem a Argentina nem o Reino Unido adotem medidas unilaterais no território.</p><p><strong>Reino Unido mantém posição sobre as Malvinas</strong></p><p>O Governo britânico afirmou esta semana que a sua posição sobre as ilhas é “de longa data e inabalável”.</p><p>“O Reino Unido mantém a soberania, e o direito dos habitantes à autodeterminação é primordial”, afirmou Londres, acrescentando que os habitantes das ilhas “expressaram repetidamente o desejo de permanecer como território ultramarino britânico”.</p><p>Milei rejeitou, contudo, o princípio da autodeterminação invocado pelo Reino Unido. Num referendo realizado em 2013, 99,8% dos habitantes das ilhas votaram a favor da permanência como território ultramarino britânico.</p><p>O presidente argentino terminou o discurso com uma declaração inequívoca sobre a questão territorial: “As Malvinas são argentinas.”</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Internacional</sapo:tag>  <sapo:tag>Argentina</sapo:tag>  <sapo:tag>Javier Milei</sapo:tag>  <sapo:tag>Malvinas</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Gaza, Cisjordânia e Irão: conflito intensifica-se com mortes de palestinianos e ataques a bases dos EUA</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/gaza-cisjordania-e-irao-conflito-intensifica-se-com-mortes-de-palestinianos-e-ataques-a-bases-dos-eua</link> <description>A escalada do conflito entre Israel, os palestinianos e o Irão continua a provocar novas vítimas e a aumentar a tensão na região.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 07:32:48 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/gaza-cisjordania-e-irao-conflito-intensifica-se-com-mortes-de-palestinianos-e-ataques-a-bases-dos-eua</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/5aa3b00f23c8e988f88a553e29c57ed7bf84dfde.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A escalada do conflito entre Israel, os palestinianos e o Irão continua a provocar novas vítimas e a aumentar a tensão na região.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Na Cisjordânia, dois adolescentes palestinianos foram mortos por disparos israelitas, enquanto um ministro israelita da extrema-direita apresentou um plano para retirar toda a população palestiniana de Gaza.</p><p>Ao mesmo tempo, o confronto entre os Estados Unidos e o Irão intensificou-se, com Teerão a atacar bases norte-americanas no Golfo e Donald Trump a reconhecer a morte de 18 militares norte-americanos no conflito.</p><p>Fique a par dos últimos desenvolvimentos no Médio Oriente.</p><p><strong>Dois adolescentes palestinianos mortos na Cisjordânia</strong></p><p>Dois adolescentes palestinianos foram mortos a tiro numa aldeia da Cisjordânia cercada por colonos israelitas, enquanto tropas israelitas destruíram uma comunidade palestiniana nos arredores de Hebron.</p><p>Os disparos vitimaram Khalil Abu Alia, de 16 anos, que se preparava para iniciar o 11.º ano na escola masculina de al-Mughayyir, e Omar al-Nassan, de 19 anos, que tinha concluído os estudos na mesma instituição com as melhores classificações no verão.</p><p>Segundo residentes da aldeia e ativistas israelitas, os dois jovens foram mortos pouco depois do pôr do sol, quando um grupo de colonos entrou em al-Mughayyir acompanhado pela polícia e pelo exército para retirar dezenas de ovelhas de uma casa palestiniana.</p><p>O exército israelita confirmou que a polícia, militares e colonos entraram na aldeia para retirar ovelhas que os colonos alegavam ser suas, mas não apresentou provas sobre a propriedade dos animais, o alegado roubo ou qualquer investigação.</p><p>Segundo um porta-voz militar israelita, os palestinianos resistiram à apreensão das ovelhas atirando pedras e blocos de cimento, levando as tropas a abrir fogo contra aqueles que identificaram como principais instigadores da resistência.</p><p><strong>Comunidade palestiniana destruída perto de Hebron</strong></p><p>Nas colinas do sul de Hebron, forças israelitas passaram o dia a destruir as casas de 12 famílias palestinianas que viviam na comunidade de Khirbet al-Taban.</p><p>Os 70 residentes ficaram sem habitação, entre os quais 28 crianças.</p><p>De acordo com a organização israelita-palestiniana de direitos humanos B’Tselem, as forças israelitas demoliram todos os edifícios e destruíram cisternas de água, armazéns, instalações para animais e grutas.</p><p>A organização afirmou que esta foi a 66.ª comunidade palestiniana eliminada desde outubro de 2023. Outras 18 comunidades foram parcialmente deslocadas e quase 5.000 pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas, quase metade das quais crianças.</p><p>O Cogat, organismo militar israelita responsável pela gestão dos assuntos civis nos territórios ocupados, afirmou que as tropas estavam a realizar uma operação de fiscalização contra construções ilegais numa zona destinada a treino militar.</p><p><strong>Ministro israelita propõe expulsão de toda a população de Gaza</strong></p><p>Entretanto, o ministro israelita da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, apresentou um plano para a expulsão forçada de todos os palestinianos da Faixa de Gaza, com o objetivo de os enviar para outros países.</p><p>Ben-Gvir afirmou que o plano prevê a saída de 250 mil palestinianos de Gaza no primeiro ano e, posteriormente, da restante população, estimada em cerca de dois milhões de pessoas, ao longo dos seis anos seguintes.</p><p>“É realista”, afirmou o ministro, alegando que existem países preparados para receber palestinianos de Gaza, embora não tenha identificado quais.</p><p>O plano está incluído num documento de 20 páginas intitulado “Plano Nacional de Trabalho para a Emigração Voluntária da Faixa de Gaza”.</p><p><strong>Netanyahu diz que Israel controla 60% de Gaza</strong></p><p>As declarações de Ben-Gvir surgem depois de o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, ter afirmado que Israel procura obter o apoio da administração de Donald Trump para deslocar palestinianos de Gaza.</p><p>Katz afirmou que Israel iria facilitar a emigração “por qualquer meio”, sugerindo uma política de coerção.</p><p>Donald Trump tinha anteriormente provocado indignação internacional ao sugerir que os cerca de dois milhões de palestinianos deixassem Gaza e que os Estados Unidos reconstruíssem o território. Mais tarde, recuou nessa proposta.</p><p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, visitou na quarta-feira um posto militar em Gaza e afirmou que Israel não iria retirar-se das zonas que ocupa.</p><p>“Não estamos a retirar-nos. Estamos a permanecer nesta linha. Controlamos 60% da faixa. E ainda há mais por vir”, afirmou.</p><p>Segundo o vice-chefe do Estado-Maior israelita, major-general Tamir Yadai, Israel controla atualmente 65% de Gaza, uma área superior aos 53% previstos no cessar-fogo negociado no ano anterior por Trump.</p><p><strong>Trump reconhece morte de 18 militares norte-americanos</strong></p><p>No conflito com o Irão, Donald Trump afirmou que o secretário do Comércio norte-americano, Howard Lutnick, se enganou quando disse que nenhum cidadão norte-americano tinha morrido na guerra.</p><p>Lutnick tinha afirmado, numa entrevista à CNBC, que não tinham ocorrido mortes norte-americanas no conflito. Mais tarde, reconheceu o erro e disse que estava a pensar numa operação norte-americana anterior na Venezuela.</p><p>O Pentágono contabiliza 18 militares norte-americanos mortos na guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão.</p><p>Trump escreveu na sua plataforma Truth Social que Lutnick tinha “a Venezuela em mente” quando afirmou que ninguém tinha sido morto.</p><p>A declaração do secretário do Comércio tinha surgido um dia depois de este descrever a estratégia da administração Trump para o Irão sobretudo em termos económicos, caracterizando-a como um “estrangulamento económico”.</p><p><strong>Ataques iranianos atingem bases dos EUA no Golfo</strong></p><p>O erro de Lutnick surgiu num momento em que o conflito entre Washington e Teerão continua a intensificar-se.</p><p>O Irão afirmou ter atacado bases utilizadas pelos Estados Unidos nos Emirados Árabes Unidos e no Kuwait. Segundo os militares iranianos, foram lançados mísseis e drones contra a base aérea de Ahmad al-Jaber, no Kuwait, e contra a base de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos.</p><p>O Ministério da Defesa do Kuwait afirmou que as suas defesas aéreas intercetaram ataques com mísseis e drones, classificando-os como uma “agressão iraniana flagrante”.</p><p>O Bahrein e a Jordânia também afirmaram ter intercetado vários ataques aéreos iranianos na quarta-feira.</p><p>A nova escalada começou depois de os Estados Unidos terem atacado lançadores de foguetes iranianos numa ilha do estreito de Ormuz, alegando que Teerão se preparava para utilizar os equipamentos para lançar minas na via marítima.</p><p><strong>Irão mantém capacidade para lançar mísseis</strong></p><p>Entre as armas utilizadas pelo Irão está o sistema de mísseis balísticos de médio alcance Kheibar Shekan.</p><p>Apesar das afirmações da administração Trump de que Teerão estaria a ficar sem foguetes, o Irão continua a lançar mísseis, que são consideravelmente mais baratos de produzir do que os sistemas norte-americanos utilizados para os intercetar.</p><p>No final de agosto, o Irão afirmou manter reservas de mísseis e capacidade para continuar a produzi-los.</p><p>O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica, brigadeiro-general Hossein Mohebbi, afirmou que a ideia de que as reservas iranianas eram limitadas e acabariam por ser esgotadas com a continuação da guerra se revelou errada.</p><p><strong>Israel alerta para possíveis “medidas desesperadas”</strong></p><p>A continuação dos ataques acontece enquanto Israel alerta para os efeitos das sanções económicas sobre o Irão.</p><p>Israel Katz afirmou que as novas sanções norte-americanas parecem estar a produzir efeitos, mas advertiu que o aumento da pressão económica poderá levar Teerão a adotar medidas mais extremas.</p><p>“Vemos sinais que indicam que a forte pressão económica a que estão sujeitos, e o receio de uma revolta e do colapso do regime, poderão levá-los a medidas desesperadas”, afirmou Katz numa cerimónia para funcionários do Ministério da Defesa.</p><p>O ministro voltou também a ameaçar o Irão caso o país ataque Israel, afirmando que tal cenário libertaria Israel de quaisquer limitações existentes.</p><p>Nesse caso, Katz afirmou que Israel atacaria “toda a infraestrutura militar e civil nacional do Irão”, incluindo a infraestrutura energética, e faria o país recuar “profundamente para a Idade da Pedra”.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Internacional</sapo:tag>  <sapo:tag>Irão</sapo:tag>  <sapo:tag>Israel</sapo:tag>  <sapo:tag>Palestina</sapo:tag>  <sapo:tag>Tensão EUA-Irão</sapo:tag>  <sapo:tag>Briefing da Guerra do Médio Oriente</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Zelensky anuncia nova ronda de contactos entre EUA, Rússia e Ucrânia enquanto Putin admite “possibilidade” de paz</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-anuncia-nova-ronda-de-contactos-entre-eua-russia-e-ucrania-enquanto-putin-admite-possibilidade-de-paz</link> <description>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que representantes dos Estados Unidos deverão deslocar-se em breve a Kiev e Moscovo para retomar os esforços de negociação. Vladimir Putin admite que existe uma possibilidade de alcançar um acordo de paz, enquanto Donald Trump diz querer pôr fim à guerra.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:53:41 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-anuncia-nova-ronda-de-contactos-entre-eua-russia-e-ucrania-enquanto-putin-admite-possibilidade-de-paz</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/1120af38ef929a9b526e061751c96c0dab966a80.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que representantes dos Estados Unidos deverão deslocar-se em breve a Kiev e Moscovo para retomar os esforços de negociação. Vladimir Putin admite que existe uma possibilidade de alcançar um acordo de paz, enquanto Donald Trump diz querer pôr fim à guerra.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Enquanto Kiev e Moscovo continuam envolvidos em ataques, surgem novos sinais de disponibilidade para retomar os contactos diplomáticos, com os Estados Unidos a procurar manter um papel ativo nas negociações.</p><p>Como vai a guerra?</p><p><strong>Enviados dos EUA vão reunir-se em Kiev e Moscovo</strong></p><p>Volodymyr Zelensky anunciou que representantes do presidente norte-americano, Donald Trump, deverão visitar Kiev e Moscovo nos próximos dias, numa nova tentativa de avançar com os esforços para terminar a invasão russa.</p><p>No seu discurso diário, o presidente ucraniano revelou que já foram definidas datas preliminares para as visitas.</p><p>“Esperamos ver representantes do presidente dos EUA aqui em Kiev”, afirmou Zelensky. O líder ucraniano acrescentou que haverá reuniões com os enviados norte-americanos tanto em Moscovo como em Kiev.</p><p>Para Zelensky, é “muito importante” que os Estados Unidos continuem envolvidos no processo de procura de uma solução para a guerra.</p><p><strong>Putin admite que existe uma hipótese de acordo</strong></p><p>Também Vladimir Putin afirmou, na quinta-feira, que existe uma possibilidade de alcançar um acordo para terminar a guerra na Ucrânia.</p><p>Durante um fórum económico, o presidente russo afirmou que vários países, incluindo os Estados Unidos e a China, estão preparados para apoiar um acordo de paz.</p><p>“Em última análise, porém, o problema deve ser resolvido pelos países envolvidos no conflito – Rússia e Ucrânia”, afirmou Putin.</p><p>O líder russo agradeceu ainda aos países e entidades que procuram contribuir para uma solução. Questionado sobre se existe uma possibilidade de chegar a um acordo, respondeu: “Na minha opinião, sim, existe”.</p><p><strong>Trump diz querer pôr fim à guerra</strong></p><p>Donald Trump também afirmou que pretende ver o fim da guerra e das perdas sofridas por ambos os lados.</p><p>“Só quero ver isso acabar. Acho que vamos conseguir”, afirmou o presidente dos Estados Unidos numa entrevista à GB News transmitida na quinta-feira.</p><p>As declarações foram feitas um dia depois de Trump ter afirmado que pretendia realizar uma cimeira com Putin quando o presidente russo estiver preparado para um acordo de paz.</p><p>Os dois líderes encontraram-se pela última vez em negociações mediadas pelos Estados Unidos, em fevereiro.</p><p><strong>Ataque ucraniano mata quatro pessoas em Belgorod</strong></p><p>Enquanto os contactos diplomáticos são retomados, a violência prossegue. Na quinta-feira, um ataque ucraniano na região russa de Belgorod matou quatro pessoas, incluindo dois profissionais de saúde, segundo as autoridades.</p><p>O ataque ocorreu em Shebekino, junto à fronteira com a Ucrânia. Entre os mortos estavam um médico, um profissional de saúde e um casal. Três pessoas ficaram feridas.</p><p>O responsável pelas zonas da região ucraniana de Donetsk controladas pela Rússia afirmou ainda que três civis morreram em ataques com drones realizados em três distritos diferentes.</p><p><strong>Drones russos atingem fábrica da Coca-Cola</strong></p><p>Na Ucrânia, drones russos atingiram e danificaram uma fábrica da Coca-Cola situada nos arredores de Kiev, segundo Volodymyr Zelensky.</p><p>O ataque ocorreu perto da localidade de Brovary, a leste da capital, e não provocou feridos.</p><p>O presidente ucraniano considerou que o ataque constitui um sinal dirigido aos Estados Unidos, afirmando que a Rússia não poderia desconhecer que se tratava de uma instalação norte-americana.</p><p><strong>Ataque russo em Kiev faz dez feridos</strong></p><p>Também na quinta-feira, um ataque russo contra a capital ucraniana provocou dez feridos, desencadeou um incêndio e causou danos graves num edifício residencial de vários andares.</p><p>A administração militar da cidade chegou inicialmente a anunciar a morte de uma pessoa, mas corrigiu posteriormente a informação, esclarecendo que o relato não era verdadeiro.</p><p>Segundo as autoridades, dez pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança. O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, indicou que nove pessoas ficaram feridas, entre elas seis profissionais de saúde.</p><p><strong>Rússia encerra centros culturais alemães</strong></p><p>Entretanto, a Rússia anunciou o encerramento dos centros culturais alemães existentes no seu território.</p><p>A decisão foi anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, que a apresentou como uma medida de retaliação num contexto de agravamento das tensões entre Moscovo e os países europeus que apoiam a Ucrânia.</p><p>O anúncio surgiu depois de Berlim ter responsabilizado Moscovo por uma tentativa de ataque com drones no aeroporto de Leipzig, a 4 de agosto.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Internacional</sapo:tag>  <sapo:tag>Rússia</sapo:tag>  <sapo:tag>Ucrânia</sapo:tag>  <sapo:tag>Briefing da Guerra da Ucrânia</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Andar de bicicleta aumenta o risco de cancro da próstata?</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/andar-de-bicicleta-aumenta-o-risco-de-cancro-da-prostata</link> <description>Não há evidência científica sólida de que andar de bicicleta provoque ou aumente o risco de cancro da próstata. O urologista Fortunato Barros explica o que se sabe sobre o impacto do ciclismo e os sintomas que devem merecer atenção.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:01:59 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/andar-de-bicicleta-aumenta-o-risco-de-cancro-da-prostata</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/3e8f89fa9f3b10c2d4115afacfe6e6648042b28c.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>Não há evidência científica sólida de que andar de bicicleta provoque ou aumente o risco de cancro da próstata. O urologista Fortunato Barros explica o que se sabe sobre o impacto do ciclismo e os sintomas que devem merecer atenção.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>A saúde da próstata continua a estar rodeada de dúvidas e ideias que nem sempre correspondem à evidência científica. Entre elas está a possibilidade de o ciclismo aumentar o risco de cancro da próstata, uma associação que, segundo Fortunato Barros, não está demonstrada.</p><p>O médico, assistente graduado sénior de Urologia, diretor do Serviço de Urologia da Unidade Local de Saúde do Oeste e especialista consultor do Hospital do Oeste Soerad (Grupo Unisana), esclarece que “andar de bicicleta não deve ser considerado um fator de risco estabelecido para cancro da próstata”.</p><p>O especialista reconhece, em declarações ao <strong>24notícias</strong>, que o ciclismo pode, em determinadas circunstâncias, provocar pressão sobre o períneo, dormência genital, dor perineal ou alterações urinárias transitórias. Contudo, sublinha que estes efeitos são diferentes de demonstrar uma relação entre o ciclismo e o aparecimento de cancro.</p><p>Segundo Fortunato Barros, a ideia de que a bicicleta pode prejudicar a próstata tem alguma “base fisiológica”, mas foi muito além daquilo que a ciência permite concluir.</p><p>“O selim comprime a região perineal, onde passam nervos, vasos sanguíneos e estruturas urinárias e sexuais”, explica, pelo que a pressão pode provocar sintomas, sobretudo em praticantes intensivos.</p><p>A questão do PSA (Antigénio Específico da Próstata) — uma proteína produzida pela glândula da próstata cuja análise no sangue serve para ajudar a detetar alterações e rastrear o cancro — também contribuiu para a confusão. Existem estudos que analisaram se o ciclismo poderia provocar alterações transitórias deste marcador, mas, alerta o especialista, “o problema surge quando se transforma uma eventual alteração temporária de um marcador numa afirmação de que existe maior risco de cancro”.</p><p>Posto isto, o que podem fazer os ciclistas? Para quem pratica ciclismo regularmente, sobretudo durante muitas horas, o médico aconselha atenção à ergonomia. “É importante escolher um selim adequado à anatomia, ajustar corretamente a altura e posição, evitar pressão excessiva sobre o períneo, variar a posição durante a pedalada e levantar-se periodicamente do selim.”</p><p>Um estudo recente encontrou uma redução muito significativa da pressão perineal com um selim adaptado ao volume prostático, embora sejam necessários estudos maiores para confirmar o benefício clínico.</p><p>“Se houver dormência do pénis, dor perineal, desconforto genital, sintomas urinários durante ou depois do ciclismo ou alterações sexuais persistentes, é aconselhável rever a posição na bicicleta e o selim e, se necessário, procurar avaliação médica”, recomenda.</p><h3>Quais são, afinal, os principais fatores de risco?</h3><p>Se a bicicleta não é um fator de risco estabelecido para o cancro da próstata, o que deve realmente preocupar os homens?</p><p>Fortunato Barros destaca sobretudo a idade e a genética. A raça negra é igualmente apontada como fator de risco.</p><p>“A idade e a história familiar são particularmente importantes. A bicicleta não aparece entre os principais fatores de risco estabelecidos”, afirma.</p><p>Existem ainda alguns fatores relacionados com o estilo de vida e o metabolismo, embora tenham uma importância muito menor e uma relação causal menos clara.</p><p>E o exercício pode ajudar. A atividade física regular está associada a benefícios importantes para a saúde cardiovascular, metabólica e global e pode contribuir para diminuir o risco de vários tipos de cancro.</p><p>Entre os cancros cuja incidência pode ser reduzida com a prática de atividade física encontram-se os do intestino, mama, endométrio, estômago, esófago, rim, bexiga e próstata.</p><p>A recomendação geral passa por 150 a 300 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 a 150 minutos de atividade vigorosa, idealmente combinados com treino de força.</p><p>“Pratique exercício. Se gosta de bicicleta, continue a andar. Apenas tenha atenção à ergonomia e aos sintomas urinários e sexuais”, aconselha Fortunato Barros.</p><h3>Estar alerta é meio caminho andado</h3><p>Fortunato Barros recorda ainda que é necessário estar alerta aos sinais do corpo — seja para diagnosticar um cancro ou qualquer outra questão clínica.</p><p>Por exemplo, diz que acordar muitas vezes durante a noite para urinar não deve ser encarado como uma consequência inevitável da idade.</p><p>“Não devemos simplesmente aceitar a noctúria como ‘normal da idade’”, afirma o especialista.</p><p>Embora se torne mais frequente com o envelhecimento, acordar várias vezes para urinar pode ter diversas causas, entre elas hiperplasia benigna da próstata, bexiga hiperativa, excesso de produção de urina durante a noite, diabetes, insuficiência cardíaca, perturbações do sono, apneia, consumo excessivo de líquidos, álcool ou cafeína e determinados medicamentos.</p><p>“Uma ou outra ida à casa de banho durante a noite pode acontecer com a idade, mas noctúria frequente, sobretudo se prejudica o sono, merece avaliação”, alerta.</p><p>Sobre o tamanho da próstata, afirma que "próstata aumentada não significa cancro”, já que a causa mais frequente é a hiperplasia benigna da próstata (HBP), uma alteração muito comum com o envelhecimento.</p><p>“HBP e cancro da próstata são duas entidades diferentes”, reforça.</p><p>O tamanho da próstata também não determina necessariamente a intensidade dos sintomas. “Uma próstata grande pode causar poucos sintomas e uma próstata relativamente pequena pode provocar uma obstrução significativa.”</p><p>Ainda assim, o especialista deixa um alerta: “Um homem com sintomas urinários não deve assumir automaticamente que é ‘apenas da próstata’.”</p><p>É importante realizar uma avaliação adequada, uma vez que sintomas semelhantes podem surgir noutras doenças, incluindo, em alguns casos, cancro.</p><h3>O medo dos exames</h3><p>A ausência de sintomas também não garante que não exista doença. “O cancro da próstata localizado frequentemente é assintomático”, frisa o médico.</p><p>Contudo, o receio dos exames da próstata permanece significativo e pode ter várias explicações: vergonha de falar sobre sintomas urinários ou sexuais, medo do diagnóstico de cancro, receio do toque retal, medo de encontrar um PSA elevado ou a ideia de que, sem sintomas, não é necessário ser observado.</p><p>Para Fortunato Barros, existe ainda uma questão fundamental: “O rastreio não deve ser apresentado como uma obrigação automática para todos os homens numa determinada idade.”</p><p>A decisão deve considerar “idade, expectativa de vida, antecedentes familiares, fatores genéticos e preferências do próprio homem”. Nos grupos de maior risco, as estratégias podem começar mais cedo.</p><p>“O papel do médico é explicar benefícios, limitações e potenciais consequências dos exames para que o homem possa tomar uma decisão informada”, reforça.</p><h3>“Precisamos de falar mais e assustar menos”</h3><p>Para o especialista, a comunidade médica tem uma responsabilidade importante na forma como comunica sobre a saúde da próstata. “Aqui penso que temos uma responsabilidade muito grande. Precisamos de ‘falar mais e assustar menos’”, realça.</p><p>Entre as estratégias que defende estão explicar que próstata aumentada não é sinónimo de cancro, esclarecer para que serve o PSA e quais são as suas limitações e explicar que a decisão de rastreio deve ser individualizada.</p><p>Fortunato Barros defende ainda a necessidade de “normalizar o diálogo sobre sintomas urinários e sexuais” e combater a ideia de que determinados problemas são simplesmente “normais porque estou velho”.</p><p>A informação deve chegar também através das consultas de medicina geral e familiar, campanhas públicas, empresas, clubes desportivos e associações, incentivando os homens a procurar ajuda antes de terem sintomas graves.</p><p>A mensagem, segundo o médico, deve ser sobretudo de prevenção e literacia em saúde masculina. “Não tenha medo de falar da próstata. Ter informação não significa ter uma doença”.</p><p>“A próstata não deve ser um assunto de medo, mas de prevenção e informação. A bicicleta não causa cancro da próstata, a próstata aumentada não significa cancro e acordar à noite para urinar não deve ser simplesmente atribuído à idade. O mais importante é o homem conhecer os seus fatores de risco, reconhecer os sintomas e falar atempadamente com o seu médico”, conclui.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Saúde</sapo:tag>  <sapo:tag>Nacional</sapo:tag>  <sapo:tag>cancro da próstata</sapo:tag>  <sapo:tag>Próstata</sapo:tag>  <sapo:tag>Caçadores de Mitos</sapo:tag>         <sapo:author>Alexandra Antunes</sapo:author>   <sapo:authorPhoto>https://mb.web.sapo.io/437b65432c5add4fc978f011b6c3f7be31a41511.jpg</sapo:authorPhoto>     </item>  <item> <title>Surto viral no Farense obriga a adiar jogo com o Chaves</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/desporto/artigos/surto-viral-no-farense-obriga-a-adiar-jogo-com-o-chaves</link> <description>O encontro entre Farense e Chaves, da quinta jornada da Liga Portugal 2 Meu Super, foi adiado devido a um surto viral clinicamente comprovado no plantel da equipa algarvia.</description>   <category>Desporto</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:27:22 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/desporto/artigos/surto-viral-no-farense-obriga-a-adiar-jogo-com-o-chaves</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/dad3d801014bb9531a74e2fafdcf5f9ba0a23d4b.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>O encontro entre Farense e Chaves, da quinta jornada da Liga Portugal 2 Meu Super, foi adiado devido a um surto viral clinicamente comprovado no plantel da equipa algarvia.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>O jogo, marcado para as 14h00 do próximo domingo, estava previsto entre o Sporting Clube Farense - Algarve Futebol, SAD e o Grupo Desportivo de Chaves – Futebol, SAD, mas foi adiado por comum acordo entre as duas sociedades desportivas.</p><p>De acordo com a Liga Portugal, a decisão deve-se a um surto viral clinicamente comprovado no plantel do Farense.</p><p>O encontro foi reagendado para 4 de outubro de 2026, às 11h00, com transmissão televisiva através da Sport TV.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Futebol</sapo:tag>  <sapo:tag>Nacional</sapo:tag>  <sapo:tag>Chaves</sapo:tag>  <sapo:tag>Farense</sapo:tag>  <sapo:tag>surto viral</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Temperaturas máximas descem esta sexta-feira e há possibilidade de aguaceiros e trovoada no Norte e Centro</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/temperaturas-maximas-descem-esta-sexta-feira-e-ha-possibilidade-de-aguaceiros-e-trovoada-no-norte-e-centro</link> <description>Portugal continental terá períodos de céu nublado, poeiras em suspensão e uma descida das temperaturas máximas, mais significativa no litoral Centro e na região Sul. No interior Norte e Centro, há possibilidade de aguaceiros e trovoada a partir da tarde.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:12:18 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/temperaturas-maximas-descem-esta-sexta-feira-e-ha-possibilidade-de-aguaceiros-e-trovoada-no-norte-e-centro</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/ea5f853a3d39b0ac7fee981532bf0c82e71ea5ef.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>Portugal continental terá períodos de céu nublado, poeiras em suspensão e uma descida das temperaturas máximas, mais significativa no litoral Centro e na região Sul. No interior Norte e Centro, há possibilidade de aguaceiros e trovoada a partir da tarde.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>O estado do tempo em Portugal continental vai sofrer algumas alterações esta sexta-feira, 4 de setembro, com uma descida das temperaturas máximas e uma pequena subida das mínimas. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê ainda poeiras em suspensão e possibilidade de aguaceiros e trovoada no interior Norte e Centro durante a tarde.</p><p>O céu vai apresentar-se muito nublado em vários períodos, sobretudo devido à presença de nuvens altas até ao início da manhã. Na região Sul, a nebulosidade deverá diminuir, tornando-se o céu pouco nublado ou limpo a partir do final da tarde.</p><p>A previsão aponta para possibilidade de aguaceiros e trovoada no interior das regiões Norte e Centro a partir da tarde.</p><p>O vento será, em geral, fraco e de vários rumos. Nas terras altas, deverá ser moderado, com velocidades entre 20 e 35 quilómetros por hora, predominando do quadrante oeste até ao final da manhã e do quadrante norte a partir da tarde.</p><p>O IPMA prevê também a possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro em alguns locais da faixa costeira ocidental.</p><p>Na Grande Lisboa, o céu terá períodos nublados, tornando-se pouco nublado ou limpo no final do dia. O vento será, em geral, fraco, predominando de noroeste.</p><p>Também nesta região está prevista uma pequena subida da temperatura mínima, acompanhada por uma descida acentuada da temperatura máxima. Há ainda poeiras em suspensão.</p><p>No Grande Porto, o céu estará muito nublado em períodos, especialmente por nuvens altas até ao meio da manhã. O vento será fraco e existe possibilidade de formação de neblina.</p><p>Nesta zona, a temperatura mínima deverá subir ligeiramente, enquanto a máxima deverá registar uma pequena descida. Também são esperadas poeiras em suspensão.</p><p>Na costa ocidental, as ondas serão de noroeste, com altura inferior a um metro. A temperatura da água do mar deverá situar-se entre os 18ºC e os 20ºC.</p><p>Na costa sul, as ondas serão de sueste, também inferiores a um metro, enquanto a temperatura da água deverá variar entre os 19ºC e os 21ºC.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Tempo</sapo:tag>  <sapo:tag>Nacional</sapo:tag>  <sapo:tag>IPMA</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Os franceses poderão ter alternativa presidencial a Marine Le Pen?</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/opiniao/artigos/os-franceses-poderao-ter-alternativa-presidencial-a-marine-le-pen</link> <description>A maioria dos cerca de 50 milhões de eleitores franceses, quando a dois de maio de 2027, dia da segunda volta da eleição presidencial, houver que decidir quem vai ser a próxima pessoa a assumir o cargo de presidente da República da França, será que vão confirmar o claro favoritismo agora apontado pelas sondagens e eleger Marine Le Pen?</description>   <category>Opinião</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:01:00 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/opiniao/artigos/os-franceses-poderao-ter-alternativa-presidencial-a-marine-le-pen</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/6f0a2ff174ab1f42f9304b0ed8af83912bc0fccb.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A maioria dos cerca de 50 milhões de eleitores franceses, quando a dois de maio de 2027, dia da segunda volta da eleição presidencial, houver que decidir quem vai ser a próxima pessoa a assumir o cargo de presidente da República da França, será que vão confirmar o claro favoritismo agora apontado pelas sondagens e eleger Marine Le Pen?</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Brice Teinturier, politólogo, diretor da empresa de sondagens eleitorais Ipsos-BVA, esteve esta semana num debate de arranque do ano eleitoral, onde recomendou cautelas: "Não é responsável fazer agora projeções para o resultado da segunda volta.</p><p>Os dados são muito frágeis, ainda não conhecemos todo o panorama eleitoral e, nesta eleição presidencial, tanto a primeira como a segunda volta estão mais indefinidas do que nunca. Desta vez, estamos no desconhecido." Teinturier afina a visão sobre o horizonte: “Podemos dizer que, desta vez, a eleição de Le Pen parece mais possível do que nas três tentativas anteriores. Mas, em rigor, neste momento, não podemos dizer que este ou aquele resultado é mais provável”. Faltam oito meses.</p><p>A oferta eleitoral nesta presidencial tem os diferentes campos muito atomizados: a antiga direita republicana, agora muito encolhida, apresenta Bruno Retailleau; os votos do centro-direita estão a ser disputados por dois ex-chefes de governos de Macron, Édouard Philippe e Gabriel Attal; a área progressista está dividida por um emaranhado de candidatos no centro-esquerda que vai organizar primárias com vários aspirantes, Raphael Glucksmann e Oliver Faure são as principais figuras; na esquerda da esquerda está, uma vez mais, Jean-Luc Mélenchon, líder do partido França Insubmissa (LFI), apesar de com discurso desta vez um pouco menos radical e polarizador, não é tolerado por grande parte do eleitorado que ele também não tolera; os ecologistas têm Marine Tondelier, que tenta promover o regresso da união das esquerdas numa nova ampla frente popular como a que nas legislativas de há dois anos derrotou Le Pen. Mas, agora, a oito meses das eleições, os principais campos da esquerda, socialistas(Gluksmann ou Faure) e LFI(Mélenchon) disparam entre eles e declaram impossível o retorno à aliança.</p><p>Assim, agora, com o panorama eleitoral atomizado, Le Pen aparece destacada na frente de todas as sondagens: 35 a 40% dos votos na primeira volta, onde surge com mais de 20 pontos percentuais de avanço sobre qualquer dos adversários; Le Pen também está na frente dos cenários para a segunda volta, mas com o campo adversário ainda muito fragmentado. As primárias socialistas no mês que vem poderão vir a apurar um candidato (talvez Glucksmann, o mais independente de aparelhos partidários) capaz de concentrar muito do voto anti-Le Pen.</p><p>A  taxa de rejeição de Marine (o nome de batismo é, de facto, Marion Anne) Le Pen, tem baixado, mas continua a ser grande essa hostilidade à principal herdeira da família Le Pen (o pai, Jean Marie, surpreendeu ao chegar à segunda volta de 2002, com uma candidatura assumidamente de extrema-direita, mas, então, uma chamada “frente republicana” mobilizou-se para eleger Jacques Chirac, com 82,2% dos votos).</p><p>A eleição presidencial francesa de maio próximo aparece muito marcada pela alta rejeição dos até agora principais candidatos: Marine Le Pen gera a hostilidade de cerca de metade do eleitorado, o rival Jean-Luc Mélenchon, na esquerda mais à esquerda, é ainda mais rejeitado, 52 a 55%.</p><p>Desta vez, Marine Le Pen, aos 58 anos e após duas décadas no centro do palco político, renovou a figura e a imagem dela, seja no modo de vestir, agora menos descuidado, seja a baixar os decibéis na gritaria, seja com discurso mais focado no social e não apenas nas questões securitárias. Le Pen tinha iniciado a carreira política à cabeça de uma plataforma de extrema-direita focada quase exclusivamente na denúncia da corrupção e  e da falta de segurança que levava à urgência de impor no país a lei e a ordem.</p><p>Entretanto, esforçou-se para apagar essa imagem de aguerrida líder populista da extrema-direita e aparecer, em pose mais de estadista, como a nacionalista que quer o “renascimento da França soberana”.</p><p>Apesar desta renovação do perfil, se for eleita para presidente da França, Marine Le Pen vai ser uma revolução no país e na Europa. Tudo vai ficar marcado pela hostilidade isolacionista à integração europeia, pela insensibilidade à urgência da transição ecológica, pela complacência com o imperialismo de Putin, e, sobretudo, pelo princípio orientador de absoluta preferência nacional que faz lembrar o slogan de Trump: a França primeiro.</p><p>Se esta herdeira da família Le Pen vier a ser eleita não será uma versão europeia de Trump: ao contrário dele, é ponderada, sabe definir estratégias para além do prazo imediato, não é impulsiva e ziguezagueante. Também não é uma Meloni que, apesar das origens na extrema-direita, como primeira-ministra escolheu a via da moderação e uma certa dose de capacidade de articulação ou mesmo integração no europeísmo.</p><p>Marine Le Pen, formada em Direito e em conflito com a Justiça que a condenou por peculato, acusada de desviar dinheiro europeu para uso pelo partido, propõe um projeto político que a esquerda vê como retrocesso histórico do Estado de Direito em França. Com ela no topo do poder, a polícia vai ser posta em controlos apertados aos migrantes, designadamente os de segunda e terceira geração, muitos já com nacionalidade francesa e que vivem em bairros periféricos da grandes cidades. Os indocumentados serão um alvo e está-lhes anunciada a expulsão, implacável.</p><p>Marine Le Pen vai querer aparecer como a “presidente do povo”, frente aos “bem pensantes” e as elites em geral. Começa a conseguir a adesão dos pensionistas, eleitorado importante que lhe escapava,Soube fazer pontes com setores do patronato francês, onde muitos têm a nostalgia de um candidato amigo no campo da direita republicana, como foram, no tempo mais recente, Chirac e Balladur. O caos na direita moderada instalou-se com Sarkozy. Os socialistas, longe do tempo glorioso de Mitterand (14 anos, de 81 a 95, mas com ponta final de muita rejeição) e dos cinco anos sem glória com Hollande, sonham com alguma alternativa – talvez Glucksmann, mas parece difícil (apareceu há duas semanas, está com 12% das intenções de voto).</p><p>O campo macronista está perdedor. Os dois candidatos, Attal e Philippe, que Macron escolheu para chefiar dois dos governos dele fazem por se distanciar do presidente em fim de 10 anos na presidência.</p><p>Quem quer que seja eleito vai imediatamente a seguir convocar eleições legislativas. A tradição diz que o campo presidencial sai sempre vencedor.</p><p>Já se sabe que em caso de eleição de Le Pen, ela vai escolher o delfim, Jordan Bardella, para chefe do governo. Vários comentadores notam que os dois complementam-se. Bardella, 30 anos, formado na juventude partidária dirigida por Le Pen, é visto como mais pró-empresas e menos hostil à União Europeia do que a tutora política Le Pen. Com estilo afável e apelo jovial, Bardella faz por suavizar os traços mais rígidos da mentora.</p><p>Quando falta oito meses para a decisão, o debate em França está dominado pelo modo de resolver o enorme défice nas contas públicas. A segurança social e a estabilidade das pensões de reforma centram a discussão que também é tema para a campanha presidencial.</p><p>Neste momento, as sondagens mostram que nenhuma candidatura está com pujança eleitoral para travar o ímpeto do Rassemblement National de Le Pen.</p><p>Ainda faltam oito meses e há quem só agora esteja a entrar na pré-campanha.</p><p>Resta saber se o campo anti-Le Pen ainda é capaz, apesar das fundas divergências, de reconstituir a “frente republicana” que até agora, em três finalíssimas presidenciais impediu os Le Pen, o pai e a filha, de chegarem ao Palácio do Eliseu, sede da presidência da República de França.</p><div class="content"><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p></div>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Política</sapo:tag>  <sapo:tag>Internacional</sapo:tag>  <sapo:tag>França</sapo:tag>  <sapo:tag>Eleições</sapo:tag>  <sapo:tag>Marine Le Pen</sapo:tag>         <sapo:author>Francisco Sena Santos</sapo:author>   <sapo:authorPhoto>https://mb.web.sapo.io/82b9c627653cd08be6094b85e061d6bd090ce3c6.jpg</sapo:authorPhoto>     </item>  <item> <title>Fischer-Z fazem 50 anos e John Watts continua a recusar comprometer a arte</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/vida/artigos/fischer-z-fazem-50-anos-e-john-watts-continua-a-recusar-comprometer-a-arte</link> <description>Foi numa conversa com Júlio Isidro, promovida pelo Montepio Associação Mutualista em Lisboa, que John Watts revisitou os 50 anos dos Fischer-Z. Da passagem pela psicologia clínica aos concertos com James Brown, The Police, Dire Straits e Bob Marley, o músico britânico falou sobre uma carreira construída entre a música, a política e a observação do mundo.</description>   <category>Vida</category>   <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:00:41 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/vida/artigos/fischer-z-fazem-50-anos-e-john-watts-continua-a-recusar-comprometer-a-arte</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/2285ed1e3796eb0c74b245185df16179134490d2.png" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>Foi numa conversa com Júlio Isidro, promovida pelo Montepio Associação Mutualista em Lisboa, que John Watts revisitou os 50 anos dos Fischer-Z. Da passagem pela psicologia clínica aos concertos com James Brown, The Police, Dire Straits e Bob Marley, o músico britânico falou sobre uma carreira construída entre a música, a política e a observação do mundo.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>John Watts não parece interessado em fazer contas ao tempo. Ou, pelo menos, não em deixar que os 50 anos dos Fischer-Z sejam apenas uma celebração do passado. Quando subir ao palco do Coliseu dos Recreios, esta sexta-feira, e no dia seguinte à Casa da Música, no Porto, a banda britânica levará consigo cinco décadas de canções mas também a vontade de continuar a encontrar alguma coisa de novo na relação com o público.</p><p>“Cada concerto dos Fischer-Z é único, com base na interação entre nós e o público”, explica em entrevista ao <em><strong>24notícias</strong></em>. Há espaço para variações e para improvisação, diz, mesmo quando as músicas já são conhecidas por várias gerações de fãs.</p><p>Os concertos em Portugal acontecem no momento em que a banda assinala meio século de carreira e prepara o lançamento de X-Ray Serenade. O novo álbum, que chega igualmente esta sexta-feira, reúne sete temas inéditos e quatro novas versões de clássicos dos Fischer-Z, numa espécie de encontro entre a banda que começou a fazer música em meados dos anos 70 e aquela que continua a existir hoje.</p><h3>De banda universitária aos palcos mundiais</h3><p>A história começou em 1976, quando Watts e Steve Skolnik formaram os Fischer-Z na Universidade Brunel, em Londres. Na altura, Watts estudava psicologia clínica e trabalhava em clínicas psiquiátricas. Foram quatro anos passados nesse ambiente antes de a banda conseguir o primeiro contrato discográfico — uma experiência que, acredita, acabou por marcar a forma como escrevia.</p><p>Enquanto muitos músicos construíam as suas carreiras dentro da própria indústria musical, Watts estava exposto a um ambiente que considera “mais desafiante e estimulante”. Foi aí que começou a escrever sobre questões que iam além das tendências anglocêntricas que dominavam a música da época.</p><p>“Diziam que as discotecas punk em Londres eram perigosas. Eu ria-me. Passava o dia a ver pessoas a fazerem coisas como tentarem cortar o pescoço com vidros, portanto não era um adolescente bêbado a tentar queimar um cigarro na minha perna que me ia assustar", conta em conversa com Júlio Isidro, numa sessão intimista no espaço atmosfera m, do Montepio, em Lisboa.</p><h3>Ao lado da Beat Generation</h3><p>Os Fischer-Z nunca foram apenas uma banda interessada em fazer canções pop. Apesar de serem frequentemente associados à New Wave, Watts prefere colocar a banda numa posição ligeiramente diferente. Os Fischer-Z estavam, diz, “apenas na periferia” desse movimento. Via-os mais como “Art Punks”, ao lado de bandas como Talking Heads e Gang of Four, e mais próximos do universo de Andy Warhol e da Beat Generation do que do negócio tradicional do rock and roll, conta.</p><p>A New Wave, reconhece, foi uma espécie de “pequena injeção de energia bruta” na música daquele período. Mas, olhando para as últimas quatro décadas, Watts identifica outro movimento como o mais influente: o rap. A música rap, diz ao 24notícias, tornou-se “o movimento musical mais influente dos últimos 40 anos”, desenvolvendo-se entretanto em inúmeras formas criativas.</p><p>Se a New Wave nasceu num momento particular de transformação musical, os Fischer-Z acabariam também por atravessar alguns dos momentos políticos mais marcantes da época. Um dos mais improváveis aconteceu em Berlim Oriental, num concerto em que a banda partilhou o palco com  a lenda do <em>soul</em>, James Brown.</p><p>A memória que Watts guarda desse dia é de caos. As condições técnicas eram “totalmente inadequadas” e, em vez de uma vedação a separar o público, havia soldados colocados a um metro de distância uns dos outros em redor do estádio, que reunia, segundo Watts, 167 mil pessoas.</p><p>Mas foi a resposta do público que ficou. Os espectadores da Alemanha de Leste conheciam de cor o álbum “Red Skies” e cantaram as músicas. Para Watts, isso era possível porque os sinais musicais vindos do Ocidente não estavam sujeitos às mesmas restrições que outras formas de comunicação.</p><span id="caption"></span><p>A experiência de tocar para multidões não ficaria por ali. Ao longo da carreira, os Fischer-Z partilharam palcos comThe Police, Dire Straits e Bob Marley. De todos esses encontros, Watts retém sobretudo uma aprendizagem: como comunicar eficazmente com públicos muito grandes.</p><p>A política, aliás, nunca esteve longe das canções dos Fischer-Z. Mas Watts recusa a ideia de que essa responsabilidade pertença apenas aos músicos. “Toda a gente tem a responsabilidade de se envolver com o que está a acontecer no mundo”, defende.</p><p>Para o músico, a relação entre cultura popular e política também mudou. Se, entre o final dos anos 60 e o início dos 70, a cultura pop tinha um papel mais evidente na formação política das gerações jovens, hoje cabe às novas gerações envolverem-se diretamente e acreditarem que podem ter influência sobre o próprio futuro.</p><p>O mundo muda, a música muda e o próprio músico muda com o tempo, mas há princípios que John Watts não quer abandonar. Um deles tornou-se mais evidente com a idade: a importância de nunca comprometer a arte.</p><p>É, admite, uma posição difícil de conciliar com a própria indústria. Afinal, há sempre uma tensão entre a criação artística e o negócio que existe à sua volta. Mas, depois de quase cinco décadas, é precisamente essa tensão que parece continuar a fazer parte da história dos Fischer-Z — uma banda que começou na margem da New Wave, atravessou palcos com alguns dos maiores nomes da música e chega aos 50 anos ainda a olhar para a música como uma forma de interpretar o mundo.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Música</sapo:tag>  <sapo:tag>Montepio</sapo:tag>  <sapo:tag>Nacional</sapo:tag>  <sapo:tag>Fischer-Z</sapo:tag>  <sapo:tag>Fora de Casa</sapo:tag>  <sapo:tag>John Watts</sapo:tag>    <sapo:embeds>      <sapo:embed type="caption"> <sapo:id>caption</sapo:id>  <sapo:items> <sapo:item url="https://mb.web.sapo.io/8c45c7067617d5771c9c5f019ed8cc3b6b4e3909.jpg" sapo:title="Merchandise dos Fischer-Z" sapo:description="" type="photo" /> </sapo:items>  </sapo:embed>                </sapo:embeds>       <sapo:author>Meiline Silva</sapo:author>   <sapo:authorPhoto>https://mb.web.sapo.io/cd69c7345470150b1fd6534fc352a98b18c80874.png</sapo:authorPhoto>     </item>  <item> <title>Trabalhadores dos bares de comboios CP continuam a greve. No quarto dia, adesão foi de 95%</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/trabalhadores-dos-bares-de-comboios-cp-continuam-a-greve-no-quarto-dia-adesao-foi-de-95</link> <description>A greve dos trabalhadores dos bares dos comboios de longo curso da CP mantém ao quarto dia uma adesão nacional de 95%, segundo fonte sindical, com “a generalidade” das composições a circularem sem refeições e bar a bordo.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 22:41:01 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/trabalhadores-dos-bares-de-comboios-cp-continuam-a-greve-no-quarto-dia-adesao-foi-de-95</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/6e50e7399c3fbd3d0c813623a4d9055b11dfdcdd.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A greve dos trabalhadores dos bares dos comboios de longo curso da CP mantém ao quarto dia uma adesão nacional de 95%, segundo fonte sindical, com “a generalidade” das composições a circularem sem refeições e bar a bordo.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>“A greve continua a registar uma forte adesão, atingindo 95% nesta manhã, com a generalidade dos comboios de longo curso a circularem, pelo quarto dia consecutivo, sem serviço de refeições e bar a bordo”, lê-se num comunicado divulgado esta quinta-feira pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul.</p><p>A agência Lusa tem vindo a tentar, sem sucesso até ao momento, ouvir a administração da Itau, empresa que desde abril de 2025 explora o serviço de refeições dos bares dos comboios Alfa Pendular e Intercidades.</p><p>Os trabalhadores dos bares dos comboios de longo curso da CP iniciaram na segunda-feira uma nova greve, por tempo indeterminado, em defesa dos direitos previstos no Acordo de Empresa (AE) por parte da Itau.</p><p>O sindicato acusa a empresa de se “recusar, desde o primeiro dia, a respeitar direitos consagrados no AE aplicável aos trabalhadores” e, mais recentemente, de ter agravado o conflito ao “deixar de pagar os 22 dias de subsídio de alimentação previstos no acordo e passar apenas a pagar os dias efetivamente trabalhados”.</p><p>Na terça-feira, os trabalhadores realizaram uma concentração junto do Ministério das Infraestruturas e da Habitação e da Secretaria de Estado da Mobilidade, exigindo “a intervenção do Governo na resolução do conflito, nomeadamente junto da administração da CP, para que esta intervenha junto da empresa concessionária no sentido de que cumpra as suas obrigações”.</p><p>Segundo avança o sindicato, uma delegação de trabalhadores foi então recebida pela chefe de gabinete da secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Dias, que “assumiu o compromisso de promover ainda uma reunião com a secretária de Estado”.</p><p>“Este conflito, originado pelo incumprimento da concessionária, lesa severamente os rendimentos mensais dos trabalhadores, mas também prejudica os utentes e passageiros da CP, que, em consequência das greves realizadas desde 2025, se veem muitas vezes impedidos de aceder ao serviço de bar e refeições a que contratualmente têm direito quando compram o seu passe ou bilhete de viagem”, salienta o sindicato.</p><p>Para a estrutura sindical, “não é aceitável que os trabalhadores sejam prejudicados nos seus direitos e rendimentos, enquanto os passageiros são privados de um serviço que integra as condições da sua viagem”, pelo que “o Governo e a empresa pública CP não podem continuar a colocar-se à margem do conflito, devendo assumir as suas responsabilidades e intervir ativamente na procura de uma solução que permita pôr-lhe termo”.</p><p>Com a greve, os trabalhadores exigem o cumprimento integral do AE, a reposição do pagamento correspondente a 22 dias de subsídio de alimentação, aumentos salariais “justos” com retroativos a janeiro, a atualização das cláusulas de expressão pecuniária, condições de trabalho “dignas para os trabalhadores a bordo e de terra” e a negociação e assinatura de um novo AE com a Itau.</p><p>Em 2025, os trabalhadores dos bares dos comboios cumpriram já 18 dias de greve em defesa do AE e, em 2026, têm mantido a luta através de uma greve aos feriados, fins de semana e ao trabalho extraordinário.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span 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<guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/smas-de-leiria-compra-geradores-e-investe-na-rede-interna-de-comunicacoes</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/fc91aea4f600b70b0cb4fa5fe15886457bfed9b1.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Leiria (SMAS) vão comprar geradores para as suas instalações e investir numa rede interna de comunicações, investimento que decorre do impacto da depressão Kristin.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>“Estamos a fazer agora uma análise de todo o sistema, no sentido de dotar essa infraestrutura de geradores. Vamos adquirir cerca de 16 geradores, numa primeira fase, para garantir o fornecimento da maior parte do concelho”, disse Ricardo Gomes, referindo tratar-se de um investimento na ordem do meio milhão de euros para os geradores e adaptação das infraestruturas para os receber. Já numa segunda fase, as restantes infraestruturas dos SMAS também serão dotadas de geradores.</p><p>“Estamos a fazer um estudo de adaptação das instalações para depois poderem ser instalados geradores que serão amovíveis, ou seja, podemos também deslocalizar esses geradores de uns pontos para os outros em função das falhas de energia que possam ocorrer na zona abrangida pelas nossas infraestruturas”, explicou.</p><p>O administrador-delegado adiantou que o procedimento concursal está a ser preparado.</p><p>“A nossa intenção é que este concurso possa ser lançado o mais rapidamente possível, ainda este ano ou no início do próximo ano”, declarou, referindo que o investimento vai permitir ao sistema ter autonomia e funcionar “sem fornecimento de energia elétrica”.</p><p>Por outro lado, os SMAS estão também “a fazer um estudo a nível de redundância em termos de telecomunicações”.</p><p>“Se houver uma quebra na rede de fornecimento de energia elétrica, nós temos os geradores. Se essa quebra de fornecimento de energia elétrica afetar também as telecomunicações, nós passamos também a ter um sistema autónomo de comunicações internas” via rádio, adiantou Ricardo Gomes. Neste caso, o investimento “pode rondar os 250 mil euros”.</p><p>A depressão Kristin, a 28 de janeiro, fez com que milhares de pessoas ficassem privadas de água no concelho de Leiria devido à falta de energia, que também afetou a telegestão dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Leiria.</p><p>No dia 9 de fevereiro seguinte, os SMAS anunciaram que, desde o início da tempestade, tinham sido registadas 244 ocorrências relacionadas com o sistema de abastecimento de água, sendo que 141 correspondiam a roturas na rede.</p><p>Naquela data, dos 50 geradores instalados em infraestruturas dos SMAS para garantir o abastecimento de água, 35 ainda estavam em funcionamento.</p><p>Seis semanas depois da depressão Kristin, a 12 de março, o abastecimento de água a quase 900 clientes em Leiria ainda estava a ser assegurado por gerador, situação que ficou ultrapassada nos dias seguintes.</p><p>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados.</p><p>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span class="s1"><b><i>aqui</i></b></span></a><b><i>.</i></b></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Serviços Municipalizados de Água e Saneamento</sapo:tag>  <sapo:tag>SMAS Leiria</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Paz na Ucrânia passa pelas condições de Putin. O que quer Moscovo?</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/paz-na-ucrania-passa-pelas-condicoes-de-putin-o-que-quer-moscovo</link> <description>Paz na Ucrânia passa pelas condições de Putin. O que quer Moscovo?</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 21:23:31 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/paz-na-ucrania-passa-pelas-condicoes-de-putin-o-que-quer-moscovo</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/6ec9728b80172ca61e43a56829984f4a99c71c4b.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>Paz na Ucrânia passa pelas condições de Putin. O que quer Moscovo?</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Putin voltou hoje a admitir um acordo de paz, mas as exigências russas continuam a colocar o território, a NATO e o futuro militar da Ucrânia no centro das negociações. Este é o retrato das condições que Moscovo tem apresentado.</p><h4>Qual é a notícia?</h4><p>A guerra na Ucrânia voltou esta quinta-feira ao centro da diplomacia internacional depois de Vladimir Putin admitir que ainda existe uma possibilidade de alcançar um acordo de paz. No Fórum Económico Oriental, em Vladivostok, o Presidente russo disse que Estados Unidos da América e a China estão disponíveis para ajudar, mas deixou claro que o entendimento terá de ser alcançado essencialmente entre Moscovo e Kiev.</p><p>A declaração surge sem que tenha sido anunciado qualquer avanço concreto nas negociações. Os contactos entre os dois países continuam, sobretudo através dos serviços de informações, mas as últimas conversações mediadas pelos Estados Unidos terminaram sem um acordo sobre um cessar-fogo.</p><p>Para perceber o que Putin pretende, é necessário recuar às condições que Moscovo tem apresentado. A posição russa mantém como ponto central a questão territorial e em junho, o Kremlin reafirmou que não alterou as condições estabelecidas por Putin em 2024 para um acordo de paz.</p><h4>A exigência territorial</h4><p>Uma das principais exigências russas é a retirada das forças ucranianas das regiões de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, territórios que Moscovo reivindica como seus apesar de não controlar totalmente essas áreas.</p><p>Putin afirmou anteriormente que a Rússia estaria preparada para cessar as operações militares e iniciar negociações caso Kiev retirasse as suas tropas desses territórios e aceitasse formalmente outras condições russas.</p><p>A questão territorial continua a ser um dos maiores obstáculos. A Ucrânia rejeita ceder territórios ocupados pela Rússia, enquanto a União Europeia mantém que as fronteiras não podem ser alteradas pela força e que qualquer acordo terá de respeitar a soberania e a integridade territorial ucranianas.</p><h4>Ucrânia fora da NATO</h4><p>Outro ponto fundamental para Moscovo é o futuro militar da Ucrânia. Putin exige que Kiev abandone a intenção de aderir à NATO e assuma uma posição de neutralidade.</p><p>Essa exigência significa, na prática, impedir que a Ucrânia obtenha uma das garantias de segurança que tem procurado desde o início da guerra. Para a Rússia, a presença ou expansão da NATO junto das suas fronteiras é apresentada como uma ameaça à segurança nacional.</p><p>Em propostas discutidas anteriormente entre Moscovo e Washington chegaram também a surgir limites às forças armadas ucranianas e a exclusão de tropas da NATO do território da Ucrânia.</p><h4>Fim das sanções é outra peça do acordo</h4><p>Moscovo pretende igualmente o levantamento das sanções ocidentais. A exigência já foi apresentada por Putin como uma das condições para uma solução negociada.</p><p>A posição europeia segue no sentido contrário. A UE continua a defender a manutenção da pressão económica sobre a Rússia enquanto esta não aceitar uma paz considerada justa e duradoura.</p><p>Por trás destas exigências está uma preocupação mais ampla do Kremlin, nomeadamente garantir que um eventual acordo não permita à Ucrânia reconstruir rapidamente as suas capacidades militares com apoio ocidental e voltar a representar, na perspetiva russa, uma ameaça.</p><p>É também por isso que Moscovo insiste no estatuto de neutralidade da Ucrânia e na ausência de forças militares da NATO no país. Para Kiev e para vários governos europeus, contudo, essas condições poderiam deixar a Ucrânia vulnerável a uma nova ofensiva no futuro.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Putin</sapo:tag>  <sapo:tag>Rússia</sapo:tag>  <sapo:tag>Ucrânia</sapo:tag>  <sapo:tag>Hoje o dia foi assim</sapo:tag>  <sapo:tag>guerra na Ucrânia</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Governo confirma orçamento de 144 mil euros para PJ destruir químicos apreendidos em operação</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-confirma-orcamento-de-144-mil-euros-para-pj-destruir-quimicos-apreendidos-em-operacao</link> <description>O Ministério da Justiça (MJ) confirmou o orçamento de cerca de 144 mil euros dado à Polícia Judiciária para destruição de químicos apreendidos na &apos;Operação Pacoba&apos; e a falta de orçamento desta polícia para executar a ordem de destruição.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 20:55:16 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-confirma-orcamento-de-144-mil-euros-para-pj-destruir-quimicos-apreendidos-em-operacao</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/3b592061c33b19f15c0bf57a5b6d5d5226ea1957.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>O Ministério da Justiça (MJ) confirmou o orçamento de cerca de 144 mil euros dado à Polícia Judiciária para destruição de químicos apreendidos na &apos;Operação Pacoba&apos; e a falta de orçamento desta polícia para executar a ordem de destruição.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Em resposta a perguntas ao Governo do grupo parlamentar do Chega, o MJ esclareceu que os 62 bidões apreendidos, com capacidade para 200 litros cada um, continham Acetato de Etílio e Hexano, representavam "um volume anormal deste tipo de produtos apreendidos, em vários processos, e em quantidades sem paralelo até então", o que levou a PJ a consultar uma empresa especializada para a destruição dos químicos, autorizada pelo Ministério Público (MP).</p><p>A proposta da empresa AMBIMED -- Gestão Ambiental Lda apresentou, em 2025, um valor de 144.456,93 euros, IVA incluído, "valor de que a PJ não dispunha no seu orçamento sem comprometer a sua atividade normal de serviço".</p><p>Luís Neves, na conferência de imprensa no final de julho que convocou para explicar as polémicas que o envolvem, disse que a PJ tinha recebido um orçamento de 150 mil euros para a destruição destes químicos.</p><p>Em resposta ao Chega, o executivo informou ainda que para a destruição dos produtos apreendidos na 'Operação Pacoba', para além da empresa consultada em 2025, foram consultadas em 2026 outras três empresas: Veolia Portugal; ECODEAL -- Gestão Integral de Resíduos Industriais; e EGEO -- Tecnologia e Ambiente SA.</p><p>Questionado pelo Chega, o MJ esclareceu ainda que o orçamento da PJ não tem uma dotação específica para destruição de químicos ou produtos perigosos apreendidos, sendo uma despesa enquadrada na rubrica 'Outros trabalhos especializados', a qual, por sua vez, se enquadra numa "categoria da despesa pública sujeita a condicionamento orçamental".</p><p>A resposta do executivo explica que o Orçamento do Estado para 2025 estabelecia limites "à possibilidade de recurso à aquisição de serviços", determinando tetos de acréscimo de despesa face à execução orçamental dos anos anteriores, e que não foram pedidos orçamentos para destruições de produtos nesta quantidade em 2024 porque estas apreensões não eram comuns, para além da apreensão em causa, na 'Operação Pacoba', apenas ter acontecido em dezembro de 2024.</p><p>O MJ refere ainda que "está em curso um processo próprio no âmbito do qual serão apuradas as razões pelas quais a autorização de destruição dos produtos não foi executada imediatamente".</p><p>O Governo adianta ainda que "atualmente existem dois processos de apreensão de produtos de natureza similar, com quantidades inferiores, que se encontram armazenados a aguardar, após a autorização para destruição, a conclusão dos processos aquisitivos dos respetivos serviços".</p><p>O atrelado com químicos apreendidos no processo de tráfico de droga é uma das polémicas que envolvem os mandatos do atual ministro da Administração Interna e ex-diretor nacional da PJ, Luís Neves, à frente da polícia criminal.</p><p>Por decisão de Luís Neves, que a considerou um "puro ato de boa gestão", o atrelado foi entregue a um empreiteiro de Barcelos, João Carvalho, de quem Neves reconheceu ser amigo, o qual ganhou 17 empreitadas de obras na PJ e que foi contratado pelo atual ministro para obras a título pessoal numa propriedade sua em Odemira, no Alentejo.</p><p>O caso do atrelado é atualmente alvo de um inquérito criminal pelo Ministério Público, um dos três que envolvem Luís Neves, confirmou esta quinta-feira o procurador-geral da República.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span class="s1"><b><i>aqui</i></b></span></a><b><i>.</i></b></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Governo</sapo:tag>  <sapo:tag>Polícia Judiciária</sapo:tag>  <sapo:tag>Ministério da Justiça</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Universidade de Coimbra cria serviço de prescrição social. Quer combater o isolamento e melhorar qualidade de vida académica</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/universidade-de-coimbra-cria-servico-de-prescricao-social-quer-combater-o-isolamento-e-melhorar-qualidade-de-vida-academica</link> <description>A Universidade de Coimbra (UC) lançou esta quinta-feira o serviço de prescrição social, considerado uma novidade em contexto universitário, para promover o bem-estar, a qualidade de vida da comunidade académica e também combater o isolamento.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 20:24:59 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/universidade-de-coimbra-cria-servico-de-prescricao-social-quer-combater-o-isolamento-e-melhorar-qualidade-de-vida-academica</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/925d43ed839db70d623558a02145b89c1297bc23.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A Universidade de Coimbra (UC) lançou esta quinta-feira o serviço de prescrição social, considerado uma novidade em contexto universitário, para promover o bem-estar, a qualidade de vida da comunidade académica e também combater o isolamento.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Este novo serviço “articula-se muito com o sentido de bem-estar que temos vindo a construir e com sentido de saúde nas suas diversas dimensões, uma perspetiva de saúde holística que a Organização Mundial de Saúde também defende, e que permite que os nossos estudantes possam descobrir as suas potencialidades, possam sair do isolamento, possam sentir-se mais conectados com a universidade”, afirmou hoje a vice-reitora para o Ensino e Atratividade da UC, Cristina Albuquerque.</p><p>O novo serviço, apresentado numa sessão que decorreu esta tarde na UC, está estruturado de acordo com os princípios funcionais do Modelo PERSONA — Promoção de Percursos Personalizados de Bem-Estar, um projeto de extensão do mestrado em Educação Social, Desenvolvimento e Dinâmicas Locais da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC).</p><p>“De forma indireta, também estamos a contribuir para o sucesso escolar, estamos a contribuir para a diminuição do abandono e estamos a contribuir, sobretudo, para que os nossos estudantes sintam sempre que a universidade está com eles para construir um percurso que é de bem-estar e de aprendizagem a diversos níveis”, acrescentou.</p><p>Segundo Cristina Albuquerque, estabelecer pontes entre a universidade e serviço serve para colocar “os territórios de que faz parte e promover a inclusão social” dos estudantes e das pessoas com as quais irão trabalhar.</p><p>A iniciativa arranca com 15 parceiros formalizados, cujos protocolos de colaboração foram hoje assinados, aos quais se juntarão outros “a muito breve prazo”, indicou à agência Lusa Cristina Albuquerque.</p><p>A responsável explicou que os estudantes “podem ser encaminhados porque são identificados por outros colegas como precisando de algum suporte, ou pelas faculdades ou pelos serviços, mas a grande porta de entrada é o Ponto UC”, espaço de apoio e acompanhamento da comunidade académica, inaugurado no ano passado, no qual o novo serviço estará integrado.</p><p>A docente da FPCEUC Maria do Rosário Pinheiro sublinhou que o serviço de prescrição social “constitui uma abordagem preventiva e relacional, e não clínica”, que responde às necessidades psicossociais, psicoemocionais e socioeducativas através da comunidade.</p><p>Cada estudante terá um percurso personalizado, elaborado depois de uma entrevista, que permitirá encontrar a prescrição social adequada, a que se seguirá a ligação com o ativo comunitário.</p><p>“É um encontro que resulta de uma escolha partilhada e de uma ligação que é mediada pelo ‘link worker’ [profissional de ligação] e o ‘focal point’ do ativo comunitário”, explicou a docente, adiantando que será feito um acompanhamento.</p><p>O vice-reitor para a Cultura, Comunicação e Ciência Aberta, Delfim Leão, salientou que esta é “uma novidade que a Universidade de Coimbra está a trazer”, considerando ser um “conceito muito rico, porque abrange os outros”.</p><p>Já o reitor da UC, Amílcar Falcão, disse que o serviço de prescrição social, assim como o Ponto UC, “é absolutamente fundamental”, notando as alterações na sociedade nas últimas duas décadas, e sublinhou também o reconhecimento da necessidade da iniciativa.</p><p>“Só o facto de termos reconhecido que este projeto é necessário, e termos parceiros que connosco reconhecem que este projeto é necessário, é já uma vitória, porque é uma forma de estar na vida, é uma forma de olhar para a vida e é uma forma de olhar para os outros e que enriquece as suas capacidades de optarem pelo que entenderem”, disse.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, 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Chega quer “transformar um caso grave, mas circunscrito a um ministro, num instrumento de caos para criar nova crise política no país”</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/il-vai-votar-contra-mocao-de-censura-chega-quer-transformar-um-caso-grave-mas-circunscrito-a-um-ministro-num-instrumento-de-caos-para-criar-nova-crise-politica-no-pais</link> <description>A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, avançou esta quinta-feira que o partido vai votar contra a moção de censura do Chega ao Governo.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 19:41:52 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/il-vai-votar-contra-mocao-de-censura-chega-quer-transformar-um-caso-grave-mas-circunscrito-a-um-ministro-num-instrumento-de-caos-para-criar-nova-crise-politica-no-pais</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/5eac52046b573d7d384ce8cf8b76ac5ac1879265.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, avançou esta quinta-feira que o partido vai votar contra a moção de censura do Chega ao Governo.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Em entrevista à CNN Portugal, Mariana Leitão afirmou que o partido não quer "uma crise política ainda maior" e que os portugueses "seriam as principais vítimas desta crise".</p><p>Para a líder da IL, o Chega pretende “transformar um caso grave, mas circunscrito a um ministro, num instrumento de caos para criar nova crise política no país”.</p><p>“Esta decisão não representa qualquer desvalorização da gravidade do caso Luís Neves. Pelo contrário, a IL considera que as circunstâncias que envolvem o ministro fragilizam de forma grave o Governo e revelam grande irresponsabilidade do primeiro-ministro, que o deve demitir”, defendeu.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span class="s1"><b><i>aqui</i></b></span></a><b><i>.</i></b></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Iniciativa Liberal</sapo:tag>  <sapo:tag>Luís Neves</sapo:tag>  <sapo:tag>Mariana Leitão</sapo:tag>          </item>  <item> <title>PGR garante: Inquérito do MP à alegada invasão e roubo no gabinete do líder Chega tem carácter urgente</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/pgr-garante-inquerito-do-mp-a-alegada-invasao-e-roubo-no-gabinete-do-lider-chega-tem-carecter-urgente</link> <description>O inquérito do Ministério Público (MP) à alegada invasão e roubo no gabinete do líder do partido Chega, André Ventura, no parlamento, tem carácter urgente, afirmou o procurador-geral da República (PGR), Amadeu Guerra.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 19:29:49 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/pgr-garante-inquerito-do-mp-a-alegada-invasao-e-roubo-no-gabinete-do-lider-chega-tem-carecter-urgente</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/0f90891c0fe8e106167405220ab9123c29d7372a.png" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>O inquérito do Ministério Público (MP) à alegada invasão e roubo no gabinete do líder do partido Chega, André Ventura, no parlamento, tem carácter urgente, afirmou o procurador-geral da República (PGR), Amadeu Guerra.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>Questionado pela agência Lusa após a cerimónia de tomada de posse da presidente e dos desembargadores do Tribunal da Relação de Évora, o PGR limitou-se a adiantar que este inquérito “está com urgência, processado com urgência”.</p><p>A 30 de julho, o MP confirmou à Lusa a instauração de um inquérito sobre o caso, que corre termos no DIAP Regional de Lisboa, indicando que é coadjuvado na investigação pela Polícia Judiciária (PJ).</p><p>Na manhã do dia 28 de julho, o presidente do Chega divulgou um vídeo nas redes sociais alegando que o seu gabinete na Assembleia da República (AR) teria sido invadido e remexido.</p><p>Segundo Ventura, o gabinete não estaria fechado à chave. Mais tarde, Ventura indicou que desapareceram do seu gabinete documentos relacionados com o primeiro-ministro e com a comissão de inquérito aos mandatos de Luís Neves enquanto diretor da PJ que o partido propôs criar.</p><p>A PJ efetuou, entretanto, diligências no local, através da Unidade Nacional Contraterrorismo.</p><p>No dia 29 de julho, Ventura revelou que a PJ lhe pediu imagens do seu gabinete no parlamento antes da alegada invasão e disse que o partido vai reforçar as medidas de segurança, defendendo que também a Assembleia da República (AR) deve fazê-lo.</p><p>Em declarações aos jornalistas na sede do partido, o líder do Chega confirmou que a PJ lhe pediu “imagens anteriores ao sucedido do gabinete” e quis saber se as ‘pen’ “que tinham desaparecido tinham sido colocadas alguma vez no computador”.</p><p>Ventura pediu que os documentos sejam recuperados “porque é material importante e também material político”.</p><p>O presidente do Chega disse também que não tem cópias das informações que terão desaparecido e indicou que vai ter de “pedir a quem as passou e a quem as transmitiu, que se puder as faça chegar”.</p><p>André Ventura afirmou que outros deputados transmitiram que “já várias coisas foram roubadas, e algumas delas sensíveis”, como o ex-deputado do PSD Duarte Pacheco, e considerou que isso “deve levar a PJ a diligenciar no sentido de garantir que isto não volta a acontecer”.</p><p>O presidente do Chega voltou a dizer que tinha o gabinete aberto “para uma circulação fácil” e também porque “essa era a boa tradição do parlamento”, enquanto outros dirigentes partidários já vieram a público dizer que os seus gabinetes costumam ser fechados à chave na ausência de elementos do partido.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span class="s1"><b><i>aqui</i></b></span></a><b><i>.</i></b></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Parlamento</sapo:tag>  <sapo:tag>André Ventura</sapo:tag>  <sapo:tag>Procurador-Geral da República</sapo:tag>  <sapo:tag>Amadeu Guerra</sapo:tag>  <sapo:tag>Chega</sapo:tag>  <sapo:tag>gabinete</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Agosto já foi, setembro está a começar. Venha daí o Eurodreams</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/agosto-ja-foi-setembro-esta-a-comecar-venha-dai-o-eurodreams</link> <description>Já é conhecida a chave do sorteio do EuroDreams desta quinta-feira, dia 3 de setembro. Em jogo está um prémio máximo de 20 mil euros por mês, durante 30 anos.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 19:08:33 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/agosto-ja-foi-setembro-esta-a-comecar-venha-dai-o-eurodreams</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/797216af12952e151d273387e78b84b76567cc87.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>Já é conhecida a chave do sorteio do EuroDreams desta quinta-feira, dia 3 de setembro. Em jogo está um prémio máximo de 20 mil euros por mês, durante 30 anos.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>A chave vencedora do sorteio do EuroDreams desta quinta-feira é composta pelos números <strong>8, 18, 20, 22, 33 </strong>e <strong>40</strong>, acompanhados pelo número de sonho <strong>1</strong>.</p><p>Quem joga fica habilitado ao prémio máximo do concurso, que corresponde ao pagamento de 20 mil euros por mês durante 30 anos.</p><p>A presente notícia não dispensa a consulta dos resultados oficiais no site da <a href="https://www.jogossantacasa.pt/">Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.</a></p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span class="s1"><b><i>aqui</i></b></span></a><b><i>.</i></b></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Eurodreams</sapo:tag>          </item>  <item> <title>&quot;Está ao nosso alcance&quot;. Netanyahu confiante na queda da República Islâmica</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/esta-ao-nosso-alcance-netanyahu-confiante-na-queda-da-republica-islamica</link> <description>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou, esta quinta-feira, que a queda do regime iraniano está &quot;ao alcance&quot; de Israel, num vídeo divulgado pelo seu gabinete, após uma cerimónia com responsáveis da área de segurança.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:46:57 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/esta-ao-nosso-alcance-netanyahu-confiante-na-queda-da-republica-islamica</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/6e04d3fbe09b80e935a52acef8514572696fa285.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou, esta quinta-feira, que a queda do regime iraniano está &quot;ao alcance&quot; de Israel, num vídeo divulgado pelo seu gabinete, após uma cerimónia com responsáveis da área de segurança.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p class="p1"><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p class="p1">Defendendo que a liderança da República Islâmica "está a lutar pela sua sobrevivência", o chefe do Governo israelita acredita na "capacidade de eliminar esta ameaça de uma vez por todas, ou seja, derrubar este regime", observando que se trata da "principal missão" que resta a Israel.</p><p>"Mas está próxima, não é impossível, está ao nosso alcance", frisou Netanyahu.</p><p>A declaração do primeiro-ministro surge em pleno reatamento das confrontações militares entre EUA e Irão e após o anúncio de uma operação de "guerra económica" por parte da administração norte-americana, que visa isolar a República Islâmica.</p><p>"Enfrentamos a ameaça de aniquilação por parte de um regime que aspira a erradicar-nos e quer armar-se com bombas nucleares para nos destruir. Repelimos essa ameaça e outras também", prosseguiu o líder israelita durante a cerimónia em Telavive, alusiva ao Ano Novo Judaico, na presença do ministro da Defesa, Israel Katz, do comandante do exército, Eyal Zamir, e de outros chefes militares.</p><p>Netanyahu referiu-se às várias frentes de conflito de Israel desde os ataques do grupo islamita palestiniano Hamas, em outubro de 2023, para enaltecer, três anos depois, "conquistas históricas" que garantem a continuidade do país, destacando o caso concreto do Irão.</p><p>"Este regime está atualmente a vacilar. Está mais fraco do que nunca. Está a lutar pela sua sobrevivência", insistiu, ao observar que as forças iranianas deixaram de atacar Israel.</p><p>"Não nos conseguem atacar. Atacam todos, menos a nós. Conhecem o nosso poder, a força do nosso braço e a nossa determinação. Digo aos nossos inimigos: não se metam connosco", disse ainda Netanyahu, avisando que Israel tem "o poder, a determinação e a união interna para os derrotar".</p><p>Washington e Teerão acordaram em 17 de junho um memorando de entendimento, que incluiu um cessar-fogo imediato, a reabertura do estreito de Ormuz à navegação comercial e o levantamento do bloqueio naval entretanto imposto pelos Estados Unidos aos portos do Irão.</p><p>Este acordo, que não contou com a participação de Israel, acabou por colapsar e Estados Unidos e Irão voltaram a repor os respetivos bloqueios navais, sem prosseguir as negociações previstas no memorando para alcançarem um acordo de paz definitivo, cujo prazo de dois meses expirou.</p><p>Sem perspetiva de um regresso ao diálogo, os Estados Unidos realizaram várias vagas de ataques aéreos desde domingo contra o Irão, que respondeu com lançamentos de drones e mísseis contra países vizinhos do Golfo.</p><p>Na semana passada, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, disse que a operação económica em curso contra o Irão, que inclui sanções secundárias para atingir as suas receitas comerciais, não pretende derrubar o regime, mas forçá-lo a celebrar um acordo em sede negocial.</p><p class="p1">__</p><p class="p1"><b><i>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</i></b></p><p class="p1"><i>Com o lançamento da nova marca de informação </i><b><i>24notícias</i></b><i>, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: </i><b><i>a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</i></b></p><p class="p1"><b><i>Assine a nova newsletter do 24notícias </i></b><a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f"><span class="s1"><b><i>aqui</i></b></span></a><b><i>.</i></b></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Guerra</sapo:tag>  <sapo:tag>Irão</sapo:tag>  <sapo:tag>Israel</sapo:tag>  <sapo:tag>Hamas</sapo:tag>  <sapo:tag>Médio Oriente</sapo:tag>  <sapo:tag>Benjamin Netanyahu</sapo:tag>  <sapo:tag>República Islâmica</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Câmara de Loures distribui 20 mil pulseiras que detetam &quot;droga da violação&quot; em bebidas</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/camara-de-loures-distribui-20-000-pulseiras-que-detetam-droga-da-violacao-em-bebidas</link> <description>A Câmara Municipal de Loures vai distribuir 20.000 pulseiras que detetam a presença de GHB, conhecida como a &quot;droga da violação&quot;, em bebidas. A distribuição vai começar no próximo sábado, com a entrega das primeiras 5.000 pulseiras durante o concerto de Carl Cox, no Parque Papa Francisco.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 17:58:21 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/camara-de-loures-distribui-20-000-pulseiras-que-detetam-droga-da-violacao-em-bebidas</guid>   <enclosure   url="https://sm2.imgs.sapo.pt/mb/f/v/K/zQEZ6oy5g632zvPTCQg2NaYQ_.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A Câmara Municipal de Loures vai distribuir 20.000 pulseiras que detetam a presença de GHB, conhecida como a &quot;droga da violação&quot;, em bebidas. A distribuição vai começar no próximo sábado, com a entrega das primeiras 5.000 pulseiras durante o concerto de Carl Cox, no Parque Papa Francisco.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p class="p1">“É uma ideia pioneira e tenho a certeza de que vai ser replicada por outras câmaras”, afirmou Ricardo Leão em declarações à agência Lusa, citadas pela <a href="https://sicnoticias.pt/pais/2026-09-03-camara-de-loures-vai-distribuir-20-mil-pulseiras-que-detetam-droga-da-violacao-ef0ce871">SIC Notícias</a>. O autarca explicou que as pulseiras permitem testar bebidas com e sem álcool através da colocação de uma gota numa determinada zona da pulseira, sendo que uma mudança de cor alerta para a possível presença de GHB.</p><p class="p1">No próximo sábado, estará um técnico do Município de Loures à porta do Parque Papa Francisco para distribuir pulseiras aos interessados. A iniciativa resulta de uma parceria entre o Município, a PSP e a promotora Desert Rain.</p><p class="p1">“Já me perguntaram se esta iniciativa é uma reação a um conjunto de situações que possam ter ocorrido, mas não. Não temos registo de nenhuma ocorrência”, explicou Ricardo Leão, considerando que esta “é uma medida muito boa”.</p><p class="p1">A distribuição das pulseiras constitui um investimento de 22.ooo euros, que vão ser repartidos de igual forma pela Câmara de Loures e pela Desert Rain.</p><p class="p1">A campanha vai acontece até ao final do ano e a autarquia admite voltar a distribui pulseiras em 2027.</p><p class="p1">As pulseiras Celentis foram desenvolvidas em 2025 pelo investigador Carlos Lodeiro Espiño, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em conjunto com a Universidade de Valência e a empresa espanhola Celentis.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Sociedade</sapo:tag>  <sapo:tag>Nacional</sapo:tag>  <sapo:tag>Drogas</sapo:tag>  <sapo:tag>Isto é útil</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Acreditar pede que pais possam acompanhar juntos filhos com cancro: &quot;Uma criança com cancro precisa dos dois pais&quot;</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/acreditar-pede-que-pais-possam-acompanhar-juntos-filhos-com-cancro-uma-crianca-com-cancro-precisa-dos-dois-pais</link> <description>No Setembro Dourado, mês internacional de sensibilização para o cancro pediátrico, a Acreditar alerta para a necessidade de alterar o regime de acompanhamento a crianças com doença oncológica, permitindo que os dois progenitores estejam presentes em simultâneo nos momentos mais difíceis da doença. Em Portugal, são diagnosticados cerca de 400 novos casos por ano.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 17:17:55 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/acreditar-pede-que-pais-possam-acompanhar-juntos-filhos-com-cancro-uma-crianca-com-cancro-precisa-dos-dois-pais</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/df79a11d9bbf99657057734ef4b1626ab5092233.jpg" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>No Setembro Dourado, mês internacional de sensibilização para o cancro pediátrico, a Acreditar alerta para a necessidade de alterar o regime de acompanhamento a crianças com doença oncológica, permitindo que os dois progenitores estejam presentes em simultâneo nos momentos mais difíceis da doença. Em Portugal, são diagnosticados cerca de 400 novos casos por ano.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p>“Não nos obriguem a escolher. Uma criança com cancro precisa dos dois pais.” É esta a mensagem que a Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro lança este mês, numa campanha que pretende chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas famílias durante o tratamento de uma doença oncológica.</p><p>A associação defende uma revisão do regime de acompanhamento a filho com doença oncológica, de forma a permitir que ambos os pais possam estar presentes ao mesmo tempo nas fases mais complexas da doença.</p><p>A reivindicação surge na sequência da Carta Aberta promovida pela Acreditar no ano passado, na qual a associação alertava para a necessidade de reforçar os apoios sociais às famílias de crianças e jovens com cancro.</p><p>Desde então, registou-se uma alteração considerada importante, o subsídio de assistência a filho com doença oncológica "passou de 65% para 100% da remuneração de referência". No entanto, a possibilidade de os dois pais acompanharem simultaneamente a criança nos momentos de maior gravidade continua por resolver.</p><p>Para a Acreditar, situações como o diagnóstico, uma recidiva ou o fim de vida são períodos de “enorme exigência emocional, clínica, logística e familiar”, nos quais “acompanhar, cuidar, decidir e proteger não deve recair apenas sobre um dos progenitores”.</p><p>A associação considera que a presença dos dois pais pode dar à criança “maior segurança, proteção e estabilidade” num momento em que a doença provoca uma mudança profunda e inesperada na sua vida.</p><p>A presença da família é também uma das questões abordadas nos Padrões Europeus de Cuidados para Crianças e Adolescentes com Cancro, cuja versão portuguesa será lançada pela Acreditar durante este mês.</p><p>O documento defende que a resposta à oncologia pediátrica não deve limitar-se ao tratamento clínico e sublinha a importância de garantir condições para que a família possa acompanhar a criança ao longo de todo o percurso da doença.</p><p>Filipa Silveira e Castro, membro da comissão diretiva da Acreditar, considera que os padrões europeus dão visibilidade a várias necessidades que continuam por responder em Portugal.</p><p>“Os Padrões Europeus de Cuidados dão visibilidade a necessidades que a associação tem vindo a assinalar há vários anos em Portugal: equipas com recursos adequados, incluindo apoio psicológico em todos os centros de referência, investigação própria em oncologia pediátrica, acesso equitativo a ensaios clínicos, um Registo Oncológico Pediátrico robusto, consultas estruturadas de sobrevivência, processos de transição articulados para cuidados de adultos, condições para assegurar o percurso escolar durante e após os tratamentos e uma proteção social mais justa”, afirma em comunicado enviado às redações.</p><p>A Sociedade Portuguesa de Hematologia e Oncologia Pediátrica partilha a preocupação com a necessidade de reforçar a resposta nesta área.</p><p>O presidente, Nuno Reis Farinha, reconhece os progressos alcançados nas últimas décadas, mas alerta para a existência de desafios relevantes, sobretudo no acompanhamento a "longo prazo dos sobreviventes, na participação de crianças e adolescentes em ensaios clínicos internacionais multicêntricos e na capacidade de resposta em áreas altamente especializadas, como o transplante pediátrico de células hematopoiéticas".</p><h3>Cerca de 400 novos casos todos os anos</h3><p>Em Portugal, são diagnosticados cerca de 400 novos casos de cancro pediátrico por ano. Apesar de a taxa de sobrevivência rondar os 80%, o cancro continua a ser a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes.</p><p>É neste contexto que a Acreditar assinala o Setembro Dourado, procurando colocar no centro do debate não apenas o tratamento da doença, mas também as condições em que as crianças e as famílias atravessam esse percurso.</p><p>A associação acompanha crianças e jovens com cancro e as respetivas famílias, procurando minimizar o impacto da doença e contribuir para a melhoria das respostas na área da oncologia pediátrica em Portugal.</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>MadreMedia</sapo:partner> <sapo:partner-name>MadreMedia</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Pais</sapo:tag>  <sapo:tag>Filhos</sapo:tag>  <sapo:tag>Cancro</sapo:tag>  <sapo:tag>Acreditar</sapo:tag>  <sapo:tag>Isto é útil</sapo:tag>  <sapo:tag>acompanhamentos</sapo:tag>          </item>  <item> <title>Lisbon Film Orchestra: “Eu sou artista. O empreendedor é só o artista que tem sonhos”</title> <link>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/lisbon-film-orchestra-eu-sou-artista-o-empreendedor-e-so-o-artista-que-tem-sonhos</link> <description>A Lisbon Film Orchestra começou com poucos recursos e bilhetes a oito euros. Vinte anos depois, enche arenas, licencia musicais da Broadway e está a reescrever o seu modelo de negócio, desta vez com as empresas no centro.</description>   <category>Atualidade</category>   <pubDate>Thu, 03 Sep 2026 17:03:36 GMT</pubDate> <guid>https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/lisbon-film-orchestra-eu-sou-artista-o-empreendedor-e-so-o-artista-que-tem-sonhos</guid>   <enclosure   url="https://mb.web.sapo.io/a79b0b0599a5e0d4740b124883777e7c90d8c696.png" length="1" type="image/jpeg" />        <sapo:lead>A Lisbon Film Orchestra começou com poucos recursos e bilhetes a oito euros. Vinte anos depois, enche arenas, licencia musicais da Broadway e está a reescrever o seu modelo de negócio, desta vez com as empresas no centro.</sapo:lead> <sapo:body><![CDATA[<p><b><i>Acompanhe toda a atualidade informativa em </i></b><a href="http://24noticias.sapo.pt/"><span class="s1"><b><i>24noticias.sapo.pt</i></b></span></a></p><p class="wp-block-paragraph">Há projetos que nascem de um plano de negócios e há outros que nascem de uma pergunta feita por alguém suficientemente inexperiente para não saber que devia ter medo da resposta. A <strong>Lisbon Film Orchestra</strong> pertence ao segundo grupo.</p><p class="wp-block-paragraph">Em 2005, Nuno Sousa estava em Praga, em Erasmus, a estudar guitarra clássica, quando foi assistir a um concerto no salão de uma faculdade. O enquadramento era o de sempre: uma orquestra, uma sala formal, um ambiente erudito. O repertório é que não era. “Era um concerto bem erudito no que diz respeito a todo o contexto, a toda a sala, mas o repertório era o Harry Potter, os Piratas das Caraíbas, o Star Wars.”</p><p class="wp-block-paragraph">O que ficou não foi a música. Foi a reação da sala. “Aquilo teve um impacto gigante em mim ao observar qual era o impacto que aquilo tinha nas pessoas e o impacto que aquilo tinha nas crianças, no público. E eu percebi que aquilo não era um conceito normal, que tinha aqui qualquer coisa. Pensei: isto era muito giro de fazer em Lisboa. Porque é que isto não há em Lisboa?”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O sim que desbloqueou tudo</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">De regresso a Lisboa, levou a ideia a Francisco Santiago, na altura a estudar produção musical, hoje o outro cofundador da LFO. A resposta veio sem hesitação e sem <em>due diligence</em>: “Ele pergunta-me: então bora, o que é que tu precisas?”</p><span id="related-post"></span><p class="wp-block-paragraph">O que precisavam, descobriram depressa, era de quase tudo. Cadeiras. Partituras. Uma sala. O Cinema São Jorge aceitou acolher o conceito, e o projeto avançou com aquilo que havia (que era muito pouco). Os músicos foram convidados a tocar sem cachê. As partituras foram encomendadas aos Estados Unidos e pagas do bolso dos fundadores.</p><p class="wp-block-paragraph">No entanto, convém lembrar o contexto: em 2007, música de filmes tocada por uma orquestra sinfónica não era um formato estabelecido em Portugal. Nuno resume o que tornou aquilo possível numa frase que podia estar afixada em muitos escritórios: “O segredo dessa concretização foi a ingenuidade. E, como não sabíamos muito, também não duvidámos de tudo.”</p><p class="wp-block-paragraph">A ingenuidade tinha, aliás, uma dimensão literal. Licenciou-se em guitarra em junho de 2007 e, em setembro, entrava na licenciatura de direção de orquestra. Quando subiu ao palco pela primeira vez como maestro, tinha três meses de formação. “Se fosse agora, eu não estava minimamente preparado para fazer aquilo.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>880 pessoas e uma fila na rua</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A estreia foi a 24 de novembro de 2007. A comunicação resumia-se a uma imagem pequena numa agenda cultural de Lisboa. A política de preços foi definida a partir do pior cenário possível: oito euros o bilhete, quatro euros para crianças. “Nós não sabíamos. As pessoas não vão querer ver isto, vamos pôr o mínimo preço possível.”</p><p class="wp-block-paragraph">Esgotou. “Estava a fila lá fora, os bilhetes esgotaram num instante, e foi uma sensação incrível de 880 pessoas naquela plateia a assistir e a vibrarem e a perceberem que o conceito resultava.”</p><p class="wp-block-paragraph">Era a era dos blogues, e o <em>feedback</em> chegou em bruto: testemunhos de gente que assistia a uma orquestra pela primeira vez na vida, alguns sem sequer perceberem que aquilo era uma orquestra. Foi esse sinal (e não a bilheteira) que mudou o enquadramento. “Isso deu-nos a hipótese de olhar para a coisa e pensar: se calhar vale a pena tornar isto profissional.”</p><p class="wp-block-paragraph">A decisão seguinte é familiar a qualquer fundador: a empresa não nasceu porque o negócio já a exigia, mas para obrigar o negócio a existir. “A expressão não é bonita, mas é pôr-nos a jeito de: ok, se eu criar um negócio disto, eu tenho que avançar com o negócio. Porque era muito fácil fazer uma vez e depois não tenho responsabilidades, então não preciso pôr a máquina a andar.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Sete anos a crescer sem sair da armadilha</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A máquina começou a andar em plena crise económica: a LFO apanhou 2008 e sentiu o embate por volta de 2010. Durante sete anos, a operação resumiu-se a um concerto anual, quase sempre na época de Natal. Artisticamente, a curva era boa: do São Jorge para a Aula Magna, da Aula Magna para o Tivoli, com duas sessões e lotações esgotadas ou próximas dos 90%. Financeiramente, era uma armadilha clássica: crescer sem que o crescimento chegue a quem faz o trabalho. “Pagar a sala, os técnicos, os equipamentos: tudo come quase toda a faturação. Então sobra muito pouco para o principal. São os músicos, que são aqueles que lá estão, mas que são muitos.”</p><p class="wp-block-paragraph">Faltava a outra metade do negócio, e faltava por falta de tempo. “Não tínhamos capacidade de criar a parte comercial de patrocínios, porque eu e o Francisco éramos professores, e então o nosso trabalho era fazer aquilo acontecer dentro dos nossos tempos livres.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>2014: a decisão de escalar</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O ponto de viragem chegou por acidente. A LFO ficou sem data no Tivoli e surgiu a hipótese do Campo Pequeno. A aritmética era simples e arriscada: se a receita por espetáculo não cobria uma estrutura pesada, a solução passava por vender muito mais bilhetes de uma só vez. “Se temos duas mil pessoas a virem ver o nosso concerto no Tivoli, se tivermos três mil, se calhar a coisa dá-se.” No primeiro ano na arena, foram 3.500 pessoas. “E foi aí o ponto de viragem. A partir daqui abre-se toda uma nova perspetiva de negócio.”</p><p class="wp-block-paragraph">Mas o efeito mais duradouro não veio da bilheteira: veio do retorno mediático. Ao fazer espetáculos desta escala e ao divulgá-los na televisão, a LFO ganhou uma segunda linha de receita que não tinha procurado. “Começamos também a atrair a possibilidade de eventos, de marcas que nos contratam, que querem formatos mais pequenos, mas com conceitos da música de filmes. Isto dá uma sustentabilidade diferente.”</p><p class="wp-block-paragraph">Não chegou para largar as aulas, e o risco continuou real. “Quando decides ir para uma arena, são investimentos muito grandes. Tens de ter sempre a capacidade financeira de, se correr mal, qual é o teu nível de capacidade de absorver esse risco.” Daí a regra que se tornou doutrina da casa: “Arriscar, mas arriscar ao ponto de não sairmos do jogo. É isso que num projeto cultural faz diferença, porque é muito fácil artisticamente pensar: vamos fazer o melhor possível. E se a coisa não vem, temos um problema e depois não conseguimos voltar.”</p><p class="wp-block-paragraph">O que se seguiu foi consolidação. Um Disney Concert repetido ao longo de dois anos, com sessões em Lisboa e Porto. Um convite da Livraria Lello, no aniversário do primeiro livro de Harry Potter, que levou a orquestra ao Coliseu do Porto. Campo Pequeno esgotado em 2018 e a cadência anual a passar para dois espetáculos. “E acabamos por isso sempre construindo a marca Lisbon Film Orchestra.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A pandemia e a Academia</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A pandemia obrigou a improvisar: streaming e diretos a partir de estúdio. “A ideia era estar sempre conectado com o público e continuar.”</p><p class="wp-block-paragraph">Foi também nesses anos que ganhou peso a peça que hoje segura boa parte da estrutura: a Academia. Nasceu com atividades de verão e férias artísticas e tornou-se a fonte de receita que financiava o risco seguinte. Hoje funciona em Alvalade, com cerca de 70 alunos de teatro musical dos 18 aos 40 anos, e alimenta diretamente as produções: os alunos chegam a atuar nos espetáculos da orquestra.</p><p class="wp-block-paragraph">Há aqui, de resto, uma tensão permanente entre o artístico e o financeiro. Entre 75% e 80% do repertório de cada concerto é novo, e há temas que ficam três ou quatro anos sem voltar. “O que é, em termos de negócio, é terrível, porque nós não temos sempre a hipótese de rentabilizar.”</p><p class="wp-block-paragraph">Contudo, ao fim de quase 20 anos, o maior obstáculo não é o palco. É tudo o resto. “Eu sou artista. O empreendedor é só o artista que tem sonhos. Mas o artista que estudou para ser artista tem que se adaptar a ser empresário, tem que se adaptar a ser coordenador. Num projeto desta dimensão nós temos que aprender a fazer tudo.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O artista que teve de se adaptar a empresário</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A grande viragem do último ano não é artística. “O modelo de negócio tem que ser muito mais delineado e muito mais previsível.”</p><p class="wp-block-paragraph">Nuno descreve o erro que quase todos os fundadores cometem, incluindo ele próprio. “A malta que, tal como eu, decide: vou abrir um negócio, tive uma ideia, vou abrir uma hamburgueria. Ninguém faz ideia do que é um modelo de negócio, qual é a almofada financeira. Tipo: a minha ideia é muito boa, toda a gente vai querer comer um hambúrguer. Eu acredito tanto nisto que acho que toda a gente vai acreditar. E isto é fatal nos negócios.”</p><p class="wp-block-paragraph">A previsibilidade que procura assenta em duas pernas. A Academia, já consolidada. E uma frente comercial que deixa de esperar e passa a propor: em vez de aguardar que as marcas cheguem, a LFO vai ter com elas com formatos desenhados: <em>team buildings</em> em que constrói um coro com os colaboradores de uma empresa, bilhetes para as equipas, experiências para as famílias.</p><p class="wp-block-paragraph">“Em vez de: somos um projeto cultural, por favor apoiem-nos, vejam como nós podemos ser um benefício. É um benefício emocional. Não é o cheque-escola, não é para ir ao dentista, nós sabemos isso, mas também sabemos o impacto que isto pode ter na disposição, no humor, no entusiasmo.”</p><p class="wp-block-paragraph">Por trás está um problema de acesso que Portugal não resolveu: os teatros são caros, a técnica é cara, e já não é possível praticar os preços de 2007. “Não dá para fazer bilhetes baratos para o público.” Vender às empresas é, nesta leitura, a forma de cumprir a missão sem a subsidiar com a precariedade de quem toca. E a missão continua por cumprir: “Em 2026 as pessoas continuam a dizer: é a primeira vez que assisto a uma orquestra. Pessoas com 30 anos, com 40 anos. É porque algum trabalho precisa ainda de ser feito.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O próximo passo: <em>Come From Away</em></strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A conquista de um público novo explica a aposta seguinte. Desde 2015 que Nuno escreve e produz musicais. O <em>Sonho de uma Noite de Verão</em>, com José Raposo e Maria João Abreu, o <em>One Human Show</em> em 2021 e, nos últimos cinco anos, a LFO passou a licenciar títulos da Broadway, comprando direitos e fazendo as adaptações. Este ano estreou <em>Sweeney Todd</em>, que regressa em 2027 ao Capitólio.</p><p class="wp-block-paragraph">Não é um desvio: é outro mercado, e mais difícil. “As pessoas mais facilmente vão a concertos do que vão ao teatro. Então, isto é a conquista do outro público, é outra coisa.”</p><p class="wp-block-paragraph">O novo espetáculo é <em><a title="" href="https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/170123-come_from_away-capitolio/">Come From Away</a></em>, que Nuno viu na Broadway e que estreia a 10 de setembro, no Capitólio. Conta a história dos cerca de sete mil passageiros desviados a 11 de setembro de 2001, quando o espaço aéreo norte-americano encerrou, para Gander, uma cidade no Canadá, com nove mil habitantes que em poucas horas quase duplicaram. “A história é sobre esses cinco dias em que a população de Gander teve que transformar escolas em hotéis, teve que fazer comida para aquelas pessoas que não comem qualquer coisa e pertencem a várias religiões.”</p><p class="wp-block-paragraph">É uma peça sobre a desconfiança e sobre o seu contrário: sobre os passageiros muçulmanos que saem dos aviões e são olhados de lado, e sobre a capacidade de abrir portas em emergência. A data não é acaso. Passam 25 anos sobre o 11 de setembro. “Foi pensado, não foi coincidência. Foi pena não ser dia 11, mas a primeira semana foi realmente pensada.” E há uma razão que ultrapassa a efeméride: “Vivemos tempos conturbados em que estamos todos em modo de sobrevivência: vamos proteger para poder sobreviver. E esquecemo-nos muitas vezes do outro.”</p><p>___</p><p><em><strong>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil</strong></em></p><p><em>Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam:<strong> a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.</strong></em></p><p><em><strong>Assine a nova newsletter do 24notícias <a href="https://sapo.us1.list-manage.com/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</strong></em></p>]]></sapo:body>      <sapo:partner>The Next Big Idea</sapo:partner> <sapo:partner-name>The Next Big Idea</sapo:partner-name>       <sapo:tag>Cultura</sapo:tag>  <sapo:tag>Arte</sapo:tag>  <sapo:tag>The Next Big Idea</sapo:tag>  <sapo:tag>concertos</sapo:tag>    <sapo:embeds>                    </sapo:embeds>       <sapo:author>Miguel Magalhães</sapo:author>   <sapo:authorPhoto>https://mb.web.sapo.io/27ec2fc1916752f9ea15be59428db871dc531644.jpg</sapo:authorPhoto>     </item>  </channel> </rss>