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Em fevereiro, a taxa situava-se nos 3,079%, enquanto em março do ano passado atingia os 3,735%. A variação agora registada representa o fim de 25 meses consecutivos de queda, num contexto de ajustamentos graduais no mercado de crédito à habitação.
A prestação média mensal associada ao crédito à habitação também registou uma ligeira subida, fixando-se em 402 euros, mais cinco euros do que no mês anterior e quatro euros acima do valor homólogo de 2025.
Do total da prestação, cerca de 196 euros correspondem ao pagamento de juros e 206 euros à amortização de capital, evidenciando um equilíbrio praticamente dividido entre os dois componentes.
Nos contratos mais recentes, celebrados nos últimos três meses, a prestação média atingiu os 700 euros, refletindo um aumento de 15,9% face ao período homólogo.
Apesar da subida no conjunto global, os contratos mais recentes continuam a registar ligeiras descidas nas taxas. Nestes casos, a taxa média recuou para 2,830%, menos 4,1 pontos base face ao mês anterior.
Na finalidade de financiamento mais relevante, a aquisição de habitação, a taxa implícita subiu marginalmente para 3,086%.
O capital médio em dívida também aumentou em março, situando-se nos 77078 euros, mais 584 euros do que em fevereiro. Nos contratos mais recentes, o valor médio ultrapassa os 175 mil euros.
O INE sublinha que estes indicadores permitem avaliar o esforço financeiro das famílias com crédito à habitação, num momento em que o mercado começa a dar sinais de estabilização após um longo período de descida das taxas.
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