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Para o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, “este orçamento espelha um equilíbrio entre ambição e rigor, alinhado com o contexto macroeconómico nacional e fiel aos princípios de rigor, prudência e transparência”.

Assumido como “prioridade máxima”, o setor da segurança e vigilância conta com um investimento de 11,5 milhões de euros, “garantindo autoridade firme, justa e próxima”. Ao alargamento previsto do número de agentes policiais na cidade, este orçamento acrescenta a possibilidade de criação de 27 novos postos da Polícia Municipal – entre fiscais, assistentes técnicos e técnicos superiores – com o objetivo de reforçar o Serviço de Policiamento Comunitário e contribuir para uma resposta mais próxima, contínua e organizada às necessidades de segurança da cidade", revela o comunicado.

Para a habitação, o orçamento conta com 48,9 milhões de euros, sendo que o Município do Porto procura “enfrentar a crise com investimento”, onde se incluem novas construções, a “reabilitação profunda” do parque municipal e, dentro do programa Porto Habita, a operação Lordelo do Ouro, a gestão das ORU’s do Centro Histórico e de Campanhã e a reabilitação e manutenção de imóveis destinados ao mercado do arrendamento acessível.

A segunda maior fatia do orçamento é destinada ao ambiente e à sustentabilidade. No próximo ano, serão aplicados 45,5 milhões de euros em medidas como a conservação dos espaços verdes, a eficiência energética, a melhoria da gestão de resíduos e o bem-estar animal. Este investimento dá cumprimento ao compromisso previamente assumido de propor o Porto a Capital Verde Europeia em 2028.

A mobilidade e os transportes recebem 36,6 milhões de euros, num ano em que se prepara a implementação dos transportes públicos gratuitos para todos os portuenses. Nesta matéria, acresce, ainda, o investimento “na melhoria das interfaces e na transição modal, garantindo que o Porto lidera a mobilidade metropolitana do futuro”.

Será dada continuidade ao Porto Solidário – Fundo Municipal de Emergência Social, com uma dotação de 2,7 milhões de euros, pela Domus Social. Pedro Duarte reafirma, ainda, o objetivo de alcançar os 1600 fogos em regime de arrendamento acessível em quatro anos.

Na proposta de orçamento para 2026, o Executivo pretende, também, destinar 30,4 milhões de euros à área do urbanismo para valorização do ambiente urbano e qualificação do espaço público, onde se destacam obras executadas pela GO Porto, como as inseridas no programa Rua Direita, o loteamento do Monte Pedral, e as requalificações da Praça Pedro Nunes, Rua de Ricardo Severo, Largo da Paz e outros, a reabilitação urbana de Azevedo - Campanhã - Fase 2, e a requalificação do espaço público em Lordelo.

Pedro Duarte sublinha que “com trabalho sério, responsável e transformador, traçamos os alicerces de um Porto mais inclusivo, mais dinâmico e mais sustentável”. “Com rigor na gestão e coragem na ação, colocamos o Porto na linha da frente das decisões, garantindo que cada passo dado fortalece a cidade, mobiliza a região e traduz a ambição coletiva em resultados concretos”, conclui.

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