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A subida do Índice de Preços no Consumidor (IPC) é “maioritariamente explicada pelo aumento do preço dos combustíveis”, de acordo com o instituto, mantendo-se a tendência já observada no mês anterior.
Em abril, o índice relativo aos produtos energéticos registou uma variação homóloga de 11,7%, mais do que duplicando face aos 5,7% observados em março, refletindo o impacto direto da subida dos preços dos combustíveis.
Também os produtos alimentares não transformados contribuíram para a aceleração da inflação, com uma variação de 7,4%, acima dos 6,4% registados no mês anterior.
A combinação da pressão nos preços da energia e dos alimentos continua, assim, a pesar no custo de vida das famílias, num contexto de maior volatilidade nos mercados energéticos.
Recorde-se que há um ano a inflação homóloga foi de 2,1%, sendo preciso recuar a maio de 2024 para encontrar um aumento de preços mais forte do que este agora revelado pelo INE, com a inflação a chegar a 3,8% em maio de 2024.
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