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O Governo está a avaliar o impacto do aumento do preço dos combustíveis nos transportes de passageiros, mas ainda não anunciou medidas de apoio, afirmou esta terça-feira o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.

O responsável falou em Aveiro, à margem da assinatura de uma adenda ao contrato entre a CP e o consórcio Alstom-DST, para a aquisição de mais 36 comboios, para além dos 117 já previstos no contrato base assinado em outubro.

"Nós estamos a avaliar todas as dimensões. Não posso ainda adiantar nada sobre esse tema. Estamos em constante diálogo com todo o setor", afirmou o ministro, referindo-se ao impacto da flutuação dos combustíveis nas contas da TAP Air Portugal e no processo de privatização da companhia aérea.

"O impacto da flutuação de combustíveis tem sempre impacto nas companhias aéreas. É um dos fatores primordiais e, portanto, terá sempre impacto. Estamos a avaliar. Esperamos, e esse é o desafio, que a paz se faça o mais depressa possível", acrescentou.

Questionado sobre a privatização da TAP, Miguel Pinto Luz limitou-se a afirmar que o Governo trabalha para garantir que a venda dos 49,9% do capital seja realizada de forma vantajosa, garantindo rotas, investimentos e inovação.

"O prazo para a entrega de propostas não vinculativas para a compra da participação termina a 2 de abril", recordou o ministro.

O setor dos transportes acompanha com atenção a evolução dos preços dos combustíveis, enquanto o Governo procura equilibrar a gestão das empresas públicas e os interesses económicos dos passageiros.

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