O encontro começou com forte intensidade, com o Arsenal a adiantar-se no marcador através de Kai Havertz, ainda na primeira parte, aproveitando uma entrada eficaz dos londrinos num jogo de elevada pressão tática.
O PSG, com Nuno Mendes, Vitinha e João Neves no onze e Gonçalo Ramos no banco, respondeu na segunda metade e chegou ao empate por Ousmane Dembélé, na conversão de uma grande penalidade, mantendo viva a luta pelo título europeu e forçando o prolongamento.
Apesar das oportunidades criadas por ambas as equipas durante os 30 minutos adicionais, o empate manteve-se, levando a decisão para a marca dos 11 metros.
Na lotaria dos penáltis, o PSG mostrou maior frieza e eficácia, convertendo as suas tentativas decisivas e beneficiando também de uma defesa importante do seu guarda-redes num momento-chave da disputa.
Com este triunfo, o clube francês soma mais um título europeu e confirma o seu estatuto de potência continental, num percurso que voltou a colocar a equipa de Paris no topo do futebol europeu.
O Arsenal, por sua vez, volta a ficar perto da conquista da Champions League, repetindo um desfecho doloroso numa final equilibrada, em que teve períodos de superioridade mas não conseguiu fechar o jogo nos 120 minutos.
A final em Budapeste ficará marcada pelo equilíbrio competitivo, pela intensidade táctica e por uma decisão apenas encontrada nos penáltis, selando mais uma noite histórica na Liga dos Campeões.
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