Em comunicado, o Maratona Clube de Portugal sublinha que a integração no novo circuito reforça a projeção internacional da corrida portuguesa. “Lisboa volta a afirmar-se no panorama internacional, atraindo atletas de elite e entusiastas do desporto de todo o mundo”, destacou o presidente do clube, Carlos Moia.
O European Marathon Classics reúne oito cidades europeias sob o lema “uma distância, oito cidades, muitas culturas e uma identidade europeia partilhada”, tendo como base a distância oficial da maratona, 42,195 quilómetros. Para alcançar o estatuto de finisher, os atletas terão de completar pelo menos cinco das oito provas do circuito, passando a receber uma medalha única que agrega os símbolos das corridas realizadas.
As maratonas já concluídas contam para este desafio, incluindo as 12 edições anteriores da prova lisboeta desde a sua estreia, em 2013, não existindo limite temporal para a conclusão do circuito.
Segundo Carlos Moia, a iniciativa “promove a excelência atlética”, mas também “reforça o compromisso com a saúde e o bem-estar da comunidade”, valorizando simultaneamente a história, a cultura e as paisagens de Cascais, Oeiras e Lisboa.
O calendário do circuito arranca a 22 de março, em Roma, seguindo-se Viena (19 de abril), Madrid e Londres (26 de abril) e Copenhaga (10 de maio). Após a pausa de verão, Varsóvia recebe a prova a 27 de setembro, com Lisboa marcada para 10 de outubro e Frankfurt a encerrar o circuito, a 25 de outubro.
Este ano, a Maratona de Lisboa volta a realizar-se num sábado, repetindo o modelo adotado em 2025, após a separação da Meia Maratona de Portugal, que decorre no domingo seguinte. A organização aponta a um crescimento do número de participantes, com a meta de 18 mil corredores em 2026 e o objetivo de atingir os 25 mil num horizonte de três anos.
Entretanto, a Meia Maratona de Lisboa, cuja próxima edição está marcada para 8 de março, integra já o circuito internacional SuperHalfs, ao lado de provas como Praga, Berlim, Copenhaga, Cardiff e Valência.
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