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Max Verstappen abandonou o Grande Prémio dos Países Baixos depois de perder o controlo do carro e chocar de frente com o muro exterior do circuito de Zandvoort.

O monolugar do neerlandês atravessou posteriormente a pista e ficou imobilizado no lado interior do circuito. Verstappen comunicou pouco depois à equipa que estava “bem” e pediu desculpa pelo fim prematuro da corrida.

O acidente poderia ter tido consequências mais graves, uma vez que Verstappen conseguiu evitar ser atingido por outros monolugares. Pierre Gasly, da Alpine, teve de realizar uma manobra evasiva, enquanto Nico Hülkenberg, da Audi, também escapou por pouco a um acidente de grandes proporções depois de o seu companheiro de equipa, Gabriel Bortoleto, ter entrado em pião à sua frente.

A corrida foi interrompida com bandeira vermelha e os pilotos regressaram à pit lane enquanto as equipas aguardavam pelo reinício. Os pilotos tiveram ainda de atravessar uma zona com destroços antes da entrada das boxes. Durante a interrupção, as equipas podem trocar os pneus dos monolugares antes do reinício da prova.

No momento do acidente, Verstappen ocupava a sétima posição, depois de uma sessão de qualificação abaixo das expectativas.

Lando Norris, que partiu da pole position, manteve a liderança durante o início atribulado da corrida. Kimi Antonelli, líder do campeonato, ultrapassou George Russell e assumiu a segunda posição.

Charles Leclerc ganhou duas posições e passou a ocupar o quarto lugar, à frente dos McLaren de Oscar Piastri e Lewis Hamilton.

Para Verstappen, o acidente representa um final particularmente amargo para a sua passagem pelo Grande Prémio dos Países Baixos. O piloto neerlandês tinha vencido as três primeiras edições da prova desde o seu regresso ao calendário da Fórmula 1, em 2021, 2022 e 2023.

A corrida neerlandesa vai deixar de fazer parte do calendário da Fórmula 1 depois de os organizadores terem decidido não avançar com uma renovação do contrato com a organização do campeonato.

Verstappen tinha anunciado no início da semana a renovação do contrato com a Red Bull até ao final da temporada de 2030. O neerlandês, quatro vezes campeão mundial, continuará assim ligado à equipa austríaca durante as próximas temporadas.

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