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"Foi convidado. Ele aceitou", declarou em Davos o presidente americano a jornalistas, incluindo à AFP.

O presidente russo, Vladimir Putin, por seu lado, anunciou hoje que ordenou ao seu Ministério dos Negócios Estrangeiros que "estudasse" o convite feito pelo seu homólogo americano, Donald Trump, para integrar o seu 'Conselho da Paz', considerado um concorrente da ONU.

Em Davos, Trump voltou a falar sobre o papel da NATO e da posição norte‑americana na defesa europeia, destacando que alguns aliados têm investido mais em capacidades militares.

O presidente afirmou que, embora os EUA fossem “incontornáveis” caso optassem por usar força, não tem qualquer intenção de recorrer a medidas militares: “Não tenho de usar força, não quero usar força, não vou usar força”, frisou, reafirmando que a diplomacia continua a ser a prioridade em matéria de segurança global.

Quanto à guerra na Ucrânia, Trump afirmou que os Estados Unidos estarão ao lado da NATO para ajudar a pôr fim ao conflito, insistindo que este deve ser interrompido devido ao elevado número de vítimas. “Eles têm de parar essa guerra, porque demasiadas pessoas estão a morrer, morrerem desnecessariamente”, disse, acrescentando que tanto o presidente russo, Vladimir Putin, como o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, “querem chegar a um acordo”.

Trump garantiu que os Estados Unidos irão apoiar a aliança atlântica a 100%, mas expressou incertezas sobre se os aliados europeus retribuirão esse compromisso: “Os EUA vão estar lá para a NATO, mas não sei se os aliados vão dar o mesmo”, afirmou.

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