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Fonte da GNR confirmou que, junto às aves encontradas sem vida, foram detetados iscos envenenados, o que reforça a hipótese de crime ambiental. Os cadáveres foram recolhidos e serão agora sujeitos a análises forenses, a realizar pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, nos próximos dias.

Em comunicado, citado pela TSF, o ICNF esclarece que “estão em curso os procedimentos previstos em situações como a presente” e garante que, assim que forem conhecidos os resultados das perícias às provas e indícios recolhidos no local, serão tomadas as medidas consideradas necessárias no âmbito das suas competências.

A GNR encontra-se no terreno a realizar diligências para identificar os responsáveis pela ação.

O milhafre-real é uma ave de rapina classificada como uma das mais ameaçadas de extinção na Península Ibérica. Em Portugal, é mais frequente no interior norte do país, sendo que, entre novembro e fevereiro, a população residente é reforçada por aves provenientes da Europa central e do norte. A nidificação (ação de construir o ninho) ocorre habitualmente mais a sul, durante a primavera.

A situação foi denunciada ao ICNF na tarde de segunda-feira, tendo uma equipa do serviço de vigilância e fiscalização do instituto deslocado-se ao local na terça-feira para proceder à recolha de elementos e avaliação do impacto ambiental.

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