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Fontes europeias indicaram à Lusa que os embaixadores dos Estados-membros junto da UE deram luz verde, por procedimento escrito, à manutenção por tempo indefinido do congelamento dos ativos soberanos russos imobilizados devido às sanções europeias, que ascendem a 210 mil milhões de euros.
A decisão reforça o compromisso político que já havia sido assumido pelos líderes europeus em outubro. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reagiu nas redes sociais, lembrando esse compromisso e sublinhando o papel da medida no quadro da resposta europeia à agressão russa.
Nas suas palavras publicadas no X, Costa afirmou: “Na reunião de outubro, os líderes da UE comprometeram-se a manter os ativos russos imobilizados até que a Rússia ponha fim à sua guerra de agressão contra a Ucrânia e compense os danos causados.”
O português acrescentou que, com a aprovação desta sexta-feira, a União Europeia “cumpre esse compromisso”.
A medida surge no contexto das amplas sanções aplicadas à Rússia desde o início da invasão da Ucrânia, em 2022, e representa um passo significativo no endurecimento da postura europeia face à utilização de recursos financeiros russos para compensar os danos causados pela guerra.
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