"Eu vi um drone a quatro metros da minha cabeça. Chamei alguém, estávamos a olhar para o drone, logo acima das nossas cabeças. Parou perto de nós e em seguida moveu-se lentamente para a parte dianteira do barco. E atirou uma bomba na parte da frente do deque. Houve uma grande explosão, um fogo grande", começou por dizer Miguel Duarte, que foi questionado pela imprensa sobre a certeza deste ataque.
"Deixe-me ser claro. 100% de certeza que foi um drone que atirou uma bomba na parte da frente do barco. Estou bem, mas podíamos ter sido mortos", revelou.
Os relatos de Miguel Duarte surgem após as autoridades tunisinas terem negado as alegações de que o navio tinha sido atacado por um drone.
Um porta-voz da Guarda Nacional da Tunísia disse à agência de notícias Agence France-Presse que "nenhum drone" foi detectado e que a investigação estava em curso.
A flotilha de ajuda humanitária partiu de Barcelona na semana passada e chegou à Tunísia no domingo.
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