As cinco atletas, Fatemeh Pasandideh, Zahra Ghanbari, Zahra Sarbali, Atefeh Ramazanzadeh e Mona Hamoudi, abandonaram o centro de treinos durante a Taça da Ásia de 2026, disputada na Austrália, depois de se recusarem a cantar o hino nacional num jogo frente à Coreia do Sul, em protesto contra o regime iraniano. Segundo o gabinete de Reza Pahlavi, encontram-se "em local seguro".

Inicialmente, Trump acusou a Austrália de cometer um "erro humanitário" ao alegadamente forçar o regresso das jogadoras ao Irão. Contudo, após falar com o primeiro-ministro Anthony Albanese, o presidente norte-americano retratou-se, afirmando que Camberra “está a tratar do assunto” e que mais atletas deverão ser acolhidas.

O caso ganhou relevo após críticas na televisão estatal iraniana, onde as jogadoras foram acusadas de "desonra", declarações citadas pela Reuters. O sindicato internacional dos jogadores, FIFPRO, manifestou preocupação com a segurança das atletas, enquanto a CNN noticiou sinais de pedido de socorro feitos por algumas jogadoras após um dos jogos.